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O consumo de energia elétrica no nosso país é muito alto, e para produzir essa energia toda é necessária à construção de usinas e redes de distribuição que geram um impacto enorme no meio ambiente.
As usinas hidrelétricas, vistas como “geradoras de energia limpa”, necessitam para a sua construção que uma vasta área seja alagada para formar as represas com grandes barreiras para gerarem altas pressões de águas que irão mover as imensas turbinas geradoras de energia elétrica.
As usinas termo-elétricas consomem os recursos naturais como carvão mineral, biomassas e derivados de petróleo, e produzem muita poluição, e as usinas nucleares, além de serem um risco enorme para o meio ambiente e para a população, geram um lixo radioativo (atômico) que precisa ser enterrado, danificando tudo a sua volta por sabe lá quantos 1000 anos.
As Usinas a Óleo Combustível usam enormes motores movidos a óleo Diesel ou Biodiesel, para fazerem funcionar os enormes geradores. A queima desses combustíveis poluem o meio ambiente.
Usinas Solares Fotovoltaicas custam muito caro e ocupam uma enorme área para serem construídas; e não funcionam à noite.
Usinas Termo Solares necessitam de uma enorme área para serem construídas e também não funcionam à noite.
As Usinas Eólicas necessitam de muito vento para ter um bom funcionamento; suas construções geram grande impacto sócio ambiental.
Usinas das Mares ou das Ondas são grandes equipamentos instalados no mar ou beira mar para aproveitar o movimento das marés ou das ondas para gerar energia elétrica.
Como não queremos perder o conforto que a energia elétrica nos traz, o melhor a fazer é economizarmos ao máximo para evitar que mais usinas, que danificam o meio ambiente, sejam construídas, sem contar que a economia de energia resulta em economia na conta, que nada mais é que economia do nosso dinheiro.
Veja a seguir algumas formas simples para economizar energia elétrica:
- Melhore (aproveitar) a iluminação natural dos ambientes. Para isso pode-se abrir as janelas durante o dia. Se possível troque janelas pequenas por grandes, telhas comuns por telhas translúcidas e pinte as paredes de cores claras, de preferência o branco.
- Troque as lâmpadas incandescentes por lâmpadas de baixo consumo.
Obs: A substituição das lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes (lâmpadas frias) de boa qualidade podem gerar economia de até 65% e durar 10 vezes mais.
Importante: essas lâmpadas contêm mercúrio, substância tóxica nociva ao ser humano e ao meio ambiente; portanto, precisam ser manuseadas e descartadas de forma correta, evitando a quebra e levando-as para um posto de reciclagem. As lâmpadas LEDs têm uma alta duração e baixo impacto ambiental, porém é uma tecnologia nova e ainda um pouco cara.
- Lembre-se de sempre desligar a(s) luz(es) quando o ambiente não estiver em uso.
- Elimine o consumo de ar-condicionado. Para isso use um ventilador, de preferência de teto, com a regulagem para apenas circulação de ar sem necessidade de uma ventania. Pode-se eliminar também o consumo de ar-condicionado usando climatizadores evaporativos de ambiente. Esses climatizadores resfriam o ambiente por meio do sistema de aspersão de neblina. Essa técnica contribui para: diminuir a temperatura em até 12 graus, aumentar a umidade relativa do ar, eliminar gases e odores e suprimir a poeira em suspensão. Se não for possível eliminar o ar condicionado, o ideal é diminuir o consumo do equipamento. Para isso basta deixar a temperatura uns dois ou três graus acima do costume (por exemplo: se regulava o ar condicionado para 25°, agora regule para 27°; essa nova temperatura, com certeza ainda será bem agradável e a economia será enorme).
- No caso de aquecimento de um ambiente, diminua ou elimine a corrente de ar vinda de fora, feche portas e janelas, e coloque móveis ou plantas em locais que tenham corrente de ar. Durante o dia permita que entre bastante sol pelas janelas. Se usar aquecedor elétrico, prefira um que tenha circulador de ar,pois ele faz a sensação térmica subir rapidamente sem a necessidade de regular no nível máximo.
- Uma técnica que pode ajudar bastante no equilíbrio da temperatura de ambientes é o uso de vegetação, dentro e ao redor desses ambientes. Para locais sem laje ou forro, construir o telhado verde (cobertura vegetal sobre as telhas) e instalar placas de isolamento térmico sob as telhas também podem ajudar muito.
- Diminua o consumo da sua geladeira. Instale a geladeira longe de portas e janelas para evitar que ela tome sol e tenha que trabalhar mais para manter a temperatura interna. O mesmo pode acontecer se a geladeira ficar perto do fogão, lareira, aquecedor ou máquina que irradia calor. O hábito de abrir a geladeira e ficar pensando o que vai fazer também deve ser mudado; cada vez que a geladeira é aberta sai o ar frio e entra o ar quente do ambiente, por isso evite abri-la várias vezes. Nunca coloque peças de roupas para secar atrás da geladeira; isso também a forçará trabalhar mais.
- Evite usar o ferro de passar roupas. Procure adquirir roupas feitas com tecidos que não ficam amassados. Se estender corretamente as roupas no varal, elas não vão precisar ser passadas.
- Procure lavar as roupas de uma só vez. Assim vai economizar usando a máquina de lavar menos vezes.
- Não use secadora de roupas, use o SOL. Secar as roupas no sol é muito mais saudável porque o sol expulsa os ácaros das roupas.
- Alguns aparelhos têm uma função chamada stand by, que serve para mantê-los ligado em modo de espera. Apesar do equipamento consumir o mínimo de energia nessa condição, ainda estará consumindo. Se possível procure desligar totalmente os equipamentos que você pouco usa. O mesmo acontece com o monitor do computador quando está com o descanso de tela; se for deixar o computador ligado por um longo período sem usar o monitor, desligue-o.
- Recicle ou leve para reciclagem tudo que puder. Cada tonelada de papel reciclado economiza 35% de energia elétrica comparada com a produção de papel novo; uma tonelada de alumínio reciclado economiza até 90% de energia elétrica comparado com a produção de alumínio novo; assim todos os materiais também vão ter sua porcentagem de economia de energia elétrica comparado com a produção de materiais novos.
- Diminua o tempo do seu banho. Obs.: A classe residencial detém 24,8% do mercado de energia elétrica. Um chuveiro elétrico responde pela maior parcela de consumo de energia elétrica residencial, 25% a 35% do total gasto, e segundo estimativa do Procel (2005), calcula-se que o chuveiro consome de 6,2% a 8,7% do total de energia elétrica produzida no país.
Além dessas formas simples, podemos fazer uso de algumas tecnologias limpas para economizar ainda mais energia elétrica em nossas casas, como por exemplo a energia solar.
Como um dos grandes vilões do alto consumo de energia em uma residência é o chuveiro, vamos usar a energia solar para aquecer a água para o banho.
Estudo do consumo de energia elétrica por um chuveiro elétrico | |||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Explicações gerais do projeto experimental do Aquecedor Solar de água feito só com tubos de PVC próprios para água potável.
Esse Aquecedor solar de água é um sistema composto por coletores solares instalados sobre o telhado e ligados em uma caixa de água revestida com isolante térmico, que servirá para armazenar a água que foi aquecida nos coletores. Depois essa água (quente) será usada para o banho.
No box do banheiro vai ter um misturador de água quente/fria e um chuveiro com dimmer (ou chuveiro eletrônico) para servir de suporte térmico para os dias sem sol.
O sistema funciona por termo-sifão, ou seja: a água do fundo do reservatório (água mais fria) vai para os coletores que são instalados abaixo do nível inferior do reservatório; quando o sol bater nos coletores, vai aquecer a água que está dentro deles; a água quente vai ficar mais leve, e será empurrada de volta para o reservatório térmico pela água mais fria (mais pesada) que virá do fundo do reservatório para a base dos coletores. Essa circulação será natural e constante enquanto tiver sol.
Observe no desenho a seguir o esquema completo do circuito hidráulico de uma casa com esse Aquecedor Solar.
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| Aprendendo a dimensionar um Aquecedor Solar feito com tubos de PVC.
Quando uma pessoa vai tomar seu banho, ela consome (além dos produtos de limpeza) dois produtos importantes de uma só vez, que são: a energia elétrica e a água.
Depois marque o tempo que cada pessoa da casa demora no banho; some os tempos, multiplique pela vazão e terá a quantidade de litros de água que a família consome nos banhos por dia. Esse será o valor mínimo para o reservatório térmico do seu Aquecedor Solar, mas como nem todos os dias tem 100% de sol, sempre é aconselhável escolher um reservatório com pelo menos 20% a mais que o valor mínimo. Por exemplo, se a família consome 300 litros por dia, mais 20% serão 360 litros. Como no mercado normalmente temos caixa de 310 ou 500 litros, você vai ter que escolher entre ter um reservatório com um volume muito justo (310 litros) ou ter um reservatório com uma grande folga (500 litros). Como sugestão o ideal é escolher com grande folga; assim a variação de temperatura durante o banho será muito menor (isso porque a água dentro do reservatório não tem uma temperatura uniforme, de cima até embaixo).
Uma vez escolhido o tamanho do reservatório térmico, é necessário calcular a área em m2 (metro quadrado) do(s) coletor(es) solar(es). Para esse cálculo a industria adotou que, para cada 100 litros é necessário um coletor de 1m2 em regiões com boa insolação e temperaturas amenas (um bom centro de referência é a cidade de Belo Horizonte - MG). Se for uma região mais fria e pouco sol (como é o caso de São Paulo - SP) usa-se um coletor de 1m2 para cada 80 litros, e se for muito fria (como o sul do país) usar um coletor de 1m2para cada 60 litros. Como sugestão, é sempre aconselhável perguntar para pessoas próximas à sua região, que tenham um sistema já instalado, como está a eficiência desse sistema de Aquecimento Solar; essa é a informação mais valiosa para dimensionar a área de coletor ideal para seu Aquecedor Solar. É importante saber que aumentar o número de coletores não vai significar que vai aquecer mais a água, e sim que vai aquecer mais rápido a água, aproveitando melhor cada rajada de sol, fazendo com que tenha mais água aquecida dentro do reservatório térmico em menor tempo. Isso será muito bom se tiverem banhos durante o dia, dando tempo para aquecer a água para os banhos da noite.
A seguir como construir um coletor (aberto - sem cobertura de vidro) com tubos de PVC e com área aproximada de 0,9 m2 (por ser um tamanho que melhor aproveita os cortes dos tubos que normalmente são vendidos em barras de 6 ou 3m). Outro ponto favorável e que vai facilitar muito nossos cálculos é que nesse tipo de Aquecedor Solar, indicado exclusivamente para banho, a temperatura desejada não precisa ser muito alta como é o caso do equipamento industrializado; então use cada coletor (desse manual) como se tivesse 1m2, ou seja:
IMPORTANTE: Sempre lembrar que esse tipo de coletor pode ser construído do tamanho que for necessário (apenas mudando o comprimento dos tubos para se adequar ao tamanho disponível em seu telhado ou cobertura), facilitando muito a sua instalação.
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| Passo-a-passo para a montagem do coletor solar feito com TUBOS de PVC: | |||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| MONTAGEM DO COLETOR
1º PASSO - lixe e limpe com álcool todos os tubos, e nas áreas onde vão ser coladas use solução limpadora (ou preparadora) para tubos e conexões soldáveis de PVC rígido.
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3º PASSO - faça o teste para ver se têm vazamentos.
Para fazer esse teste, existem duas possibilidades, que são:
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Veja na figura a seguir, uma sugestão de como construir um tanque para esse tipo de teste. Mas, só construa esse tanque se pretende fazer muitos coletores, caso contrário é melhor improvisar um tanque como piscininha de criança ou plástico comprido (tipo lona de caminhão) com água, uma caixa de água, etc.
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Para fazer o(s) reparo(s), raspe bem o ponto e toda a sua volta, lixe, limpe e depois coloque a cola para selar o furo. Repita o teste de vazamento até ter certeza de que não há mais nenhum vazamento.
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Obs.: depois que o coletor estiver preso sobre o telhado, esse conjunto não tem como se soltar.
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| 6º PASSO - montagem final do(s) coletor(es). | |||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Veja no desenho a seguir, um exemplo de montagem com coletores em paralelo. Para unir os coletores pode-se usar luvas soldáveis, mas uma vez coladas não poderá mais mexer nos coletores caso tenha que fazer alguma manutenção. Para evitar fazer as uniões com luvas soldáveis, use luvas de correr, ou união soldável, ou mangotes (com proteção aos raios UV) com abraçadeiras de aço inox para não enferrujarem. Apesar de sair bem mais caro, você terá maior mobilidade para lidar com os coletores. Isso será muito bom se os coletores forem maiores que 1,5m de comprimento ou unir mais que três coletores.
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No interior do reservatório, a água fria sempre ficará no fundo por ser mais pesada que a água quente. Baseado nessa lei da física é que foi criado o reservatório térmico (de baixo custo) desse Aquecedor Solar de água.
O reservatório é alimentado pela água da rede pública A (água fria) por uma torneira de bóia. Essa água é direcionada para o fundo do reservatório por um tubo (redutor de turbulência) encaixado na torneira de bóia. Esse tubo, além de direcionar a água fria direto para o fundo do reservatório, tem a função de evitar turbulências, misturando momentaneamente as camadas de água quente e fria.
Pela conexão 1 a água (fria) sai do reservatório para os coletores, e depois de aquecida nesses coletores pela irradiação solar, retorna para o reservatório pela conexão 2 para ser armazenada "quente" e ficar disponível para consumo pela conexão B através de uma bóia pescador, cuja função é captar a camada superior de água de dentro do reservatório (mais quente).
1º PASSO - ESCOLHA DO TIPO E TAMANHO DO RESERVATÓRIO
A escolha do reservatório depende do volume de água que deseja armazenar, além do espaço disponível (normalmente dentro do telhado) para instalar o reservatório e dos recursos financeiros disponíveis. Como base de cálculo use o seguinte exemplo: uma caixa de 200 litros mantém um volume utilizável de 160 litros d'água, que corresponde a +/- 45 minutos de banho com vazão de 3,5 litros/minuto. Deve-se levar em consideração que, conforme a água vai sendo consumida, o volume dentro do reservatório é reabastecido com água fria. Se o reservatório for muito pequeno o tempo do banho deve ser reduzido. Também se podem calcular horários (diurnos) diferentes para os banhos, permitindo que os coletores tenham tempo suficiente para reaquecer a água dentro do reservatório para o próximo banho.
OS TIPOS DE RESERVATÓRIOS (caixas d'água) mais comuns, disponíveis no mercado são:
- de FIBER-GLASS (vários volumes disponíveis).
- de POLIETILENO OU DE PEAD (Polietileno de alta densidade) (vários volumes disponíveis), leve, resistente, longa duração, não tóxica, fácil manuseio, boa vedação (excelente contra a Dengue).
- de AÇO INOX (vários volumes disponíveis), leve, tem longa vida útil, não trinca, não descasca e dispensa pintura.
2º PASSO - FAZER A FURAÇÃO PARA AS FLANGEs (entradas e saídas de águas)
Fazer os furos usando uma furadeira (MAS NUNCA NA POSIÇÃO DE IMPACTO) com serra tipo copo. Caso não tenha a serra copo, desenhe uma circunferência com o diâmetro exato do furo que deverá fazer e use uma broca para fazer vários furos, um ao lado do outro e dentro da circunferência, e depois unir os pontos para retirar o miolo. Com uma lima ou lixa grossa faça o acabamento arredondando o interior da circunferência. Procure medir o diâmetro exato de cada furo, deixando o mínimo de folga suficiente para encaixar as flanges.
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| IMPORTANTE: para o caso das caixas de inox, é indispensável o uso de óculos de proteção. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||
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FURO 3 - Saída de água para consumo. Faça esse furo +/- no meio da caixa. Se a caixa for menor que 300 litros, faça esse furo entre o meio e o fundo da caixa.
FURO 4 - Entrada (retorno) de água dos coletores. Fazer esse furo próximo do meio da caixa e do lado oposto ao FURO 2.
Dica: se a caixa for pequena (menor que 500 litros), faça esse furo um pouco abaixo do meio da caixa. Se for uma caixa grande (maior que 500 litros), faça esse furo um pouco acima do meio da caixa.
FURO 5 - Para o ladrão. Faça esse furo o mais alto possível, mas tome cuidado para não impedir o correto fechamento da caixa com a tampa.
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| 3º PASSO - MONTAGEM DO REDUTOR DE TURBULÊNCIA
A necessidade de se usar o Redutor de turbulência é evitar que a água fria (camada inferior de água dentro do reservatório) se misture com a água quente (camada superior). Isso porque quando estiver consumindo a água (tomando o banho) a torneira de bóia vai abrir liberando a entrada de água fria no reservatório, e o redutor de turbulência vai direcionar a água fria direto para o fundo do reservatório.
Dependendo do modelo da torneira de bóia, poderá escolher como instalar o tubo redutor de turbulência. Veja nas fotos a seguir dois modelos de torneira de bóia e as opções para instalar o tubo redutor de turbulência.
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4º PASSO - MONTAGEM DO PESCADOR
A necessidade de usar o Pescador é garantir que a água que vai sair para o consumo seja sempre a da camada superior do volume de água de dentro do reservatório, a qualquer momento, mais cheio ou menos cheio. Isso porque, quando se está consumindo a água (tomando o banho) a vazão desse consumo pode ser maior do que o reabastecimento pela torneira de bóia (entrada de água fria), baixando assim o nível da água dentro do reservatório, e como a água mais quente fica sempre na camada superior do volume total da água, esse mecanismo garante que a água que estiver saindo para o consumo seja sempre a porção mais quente de dentro do reservatório.
Para construir um pescador como é mostrado nas fotos a seguir, você vai precisar de um Nipel roscável, um Joelho 90º roscável, um Adaptador soldável curto com bolsa e rosca para registro, um Joelho 90º soldável, um pedaço de Tubo e uma Bóia (que pode ser feita com um pedaço de tubo e dois Caps. Ver detalhes a seguir). Todos apenas encaixados e rosqueados; não use cola.
Obs.: as conexões podem ser de 1/2" e 20mm, de 3/4" e 25mm, ou de 1" e 32mm. A escolha vai depender da necessidade do volume de vazão.
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A seguir como fazer a ponta da Bóia pescador usando apenas peças de PVC.
Primeiro calcule o comprimento que deverá ficar o pescador. Para isso coloque as peças da articulação no lugar e calcule o comprimento do tubo medindo desde o joelho 90º soldável até +/- o meio do reservatório.
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| 5º PASSO - FAZER O ISOLAMENTO TÉRMICO - Isso fará com que a água do reservatório permaneça aquecida por mais tempo. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| CONDIÇÕES NECESSÁRIAS PARA O PERFEITO FUNCIONAMENTO DESSE SISTEMA: | |||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| TUBULAÇÕES: | |||||||||||||||||||||||||||||||||||
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| MISTURADOR DE ÁGUA QUENTE/FRIA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Por se tratar de um projeto de baixo custo, existem algumas opções bem interessantes que são misturadores adaptados ao circuito hidráulico original do box. Para isso faça um furo no teto do box para descer com a tubulação que vem do reservatório térmico (da bóia pescador). A tubulação ficará exposta, mas não haverá necessidade de quebrar a parede do box para embutir essa tubulação.
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| CHUVEIRO CONTROLADO POR DIMMER ou CHUVEIRO OU DUCHA ELETRÔNICA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Energia Hídrica Energia Solar Energia Terrena Energia Eólica Outros Projetos Novidades AQUECEDOR SOLAR DE ÁGUA FEITO COM TUBOS DE PVC próprios para água potável e resistentes as intempéries MANUAL DE CONSTRUÇÃO E INSTALAÇÃO Versão 1.2 nov 2013. www.sempresustentavel.com.br
Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
Sustentabilidade Energética Solar Térmica e Eólica
às
10:47:00
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Sustentabilidade Solar. Fogão Solar Aquecimento de Água e Forno Solar
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Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
Sustentabilidade Energética Solar Térmica e Eólica
às
10:24:00
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Janela Inteligente Distribui Luz do Sol pelo Ambiente
A janela espalha a luz do Sol de forma controlada, levando a iluminação natural para a parte mais interna do ambiente. [Imagem: Harfmann/Heikenfeld]
Luz inteligente
Já existem janelas que se fecham quando detectam chuva, janelas que controlam a temperatura, e até janelas que regulam a luz e o calor de forma independente.
Mas e que tal uma janela que distribua a luz do Sol uniformemente por todo o ambiente?
Quando o Sol incide sobre uma janela comum, a parte interna do ambiente não é afetada diretamente, enquanto a parte mais próxima da janela fica com luz demais, geralmente forçando a fechar as persianas e deixar tudo escuro.
Anton Harfmann e Jason Heikenfeld, da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, incomodaram-se justamente com esse dilema e criaram uma solução para ele que batizaram de SmartLight - "luz inteligente", em tradução livre.
A técnica consiste em uma série de minúsculas células eletrofluídicas e uma série de dutos vazios que espalham a luz do Sol de forma controlada, levando a iluminação natural para a parte mais interna do ambiente e diminuindo o excesso de luz nas proximidades da janela.
Segundo os dois pesquisadores, a tecnologia pode ser aplicada a qualquer tipo de edificação, de pequenos apartamentos a prédios comerciais.
Com um projeto inteligente de vitrais é possível iluminar também ambientes internos. [Imagem: Harfmann/Heikenfeld]
Células eletrofluídicas
As células eletrofluídicas, cada uma medindo apenas alguns milímetros quadrados, conduzem pelos microcanais um líquido com propriedades ópticas especiais, similares às do vidro.
A tensão superficial do fluido pode ser rapidamente manipulada para formar lentes ou prismas, controlando a passagem da luz pela célula e permitindo dirigir a luz.
Uma janela com a tecnologia SmartLight consome entre 10.000 e 100.000 vezes menos energia do que uma lâmpada convencional, o que permite que as células eletrofluídicas sejam alimentadas por células solares incorporados na própria estrutura.
Os pesquisadores agora estão trabalhando em um aplicativo que permita que a luminosidade seja controlada à distância, por um sistema sem fios.
Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
Sustentabilidade Energética Solar Térmica e Eólica
às
23:07:00
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Novo Paradigma para Construção de Células Solares
Estrutura atômica do cristal de perovskita, que apresenta efeito fotoelétrico maciço para a luz visível.[Imagem: Felice Macera/University of Pennsylvania]
Efeito fotoelétrico maciço
Você sabia que existe um material que possui um efeito fotovoltaico muito superior ao apresentado pelos semicondutores usados atualmente na construção das células solares?
E não apenas um material, mas uma classe de materiais, uma classe de materiais que apresenta uma propriedade chamada efeito fotovoltaico maciço, ou em bruto.
As células solares atuais são feitas com materiais que apresentam o efeito fotoelétrico na interface entre dois materiais - essa interface é conhecida como junção p-n porque ela é formada por um material com excesso de cargas positivas e outro com excesso de cargas negativas.
Já no efeito fotovoltaico maciço, o fenômeno ocorre em toda a estrutura do material, e não apenas na sua borda ou na interface com outro tipo de material.
É claro que isso abre a possibilidade de construir células solares muito mais eficientes e muito mais compactas.
Ocorre que, até agora, só se conhecia materiais com efeito fotovoltaico em bruto sensíveis à luz ultravioleta, quando a maior parte da energia do Sol está na faixa visível e infravermelha do espectro.
Perovskitas
Agora, Ilya Grinberg e seus colegas das universidades da Pensilvânia e Drexel, ambas nos Estados Unidos, descobriram não o material ideal, mas um composto que mescla os efeitos fotoelétricos em bruto e na interface.
E o efeito fotoelétrico maciço ocorre justamente na porção visível do espectro eletromagnético.
A solução foi encontrada nas perovskitas, que vêm fazendo sucesso no campo das células solares nos últimos anos:
A equipe conseguiu sintetizar um cristal de perovskita que possui o arranjo atômico necessário para preservar as condições nas quais os dois efeitos fotovoltaicos se manifestam.
O material é uma cerâmica complexa, resultado da combinação de niobato de potássio e niobato de níquel-bário.
Os pesquisadores esperam que a perovskita permita romper com o chamado "limite de Shockley-Queisser", que impede o aumento da eficiência das células solares porque uma parte da energia dos fótons é perdida quando os elétrons têm que esperar sua vez para saltar de um material para outro na interface p-n.
Além de tirar proveito do efeito fotovoltaico maciço, torna-se possível também empilhar várias células solares, uma sensível a cada faixa de comprimento de ondas - isso pode ser obtido mudando a dosagem de cada um dos niobatos usados.
"Esta família de materiais é ainda mais notável porque ela é composta por elementos de baixo custo, não-tóxicos e abundantes na Terra, ao contrário dos compostos semicondutores utilizados atualmente na tecnologia de células solares de película fina," comentou o professor Jonathan Spanier, um dos coordenadores do grupo.
Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
Sustentabilidade Energética Solar Térmica e Eólica
às
22:31:00
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Por Ar Condicionado Híbrido Solar pode Economizar Eletricidade? TERMO>SOLAR.
Aqui estão as razões:
Em primeiro lugar, que absorve a energia solar para aquecer o interior por meio de um colector solar. Freon a partir do compressor atravessa a bobina de cobre no interior do colector e compromete uma troca de calor. Calor Freon troca com o meio no interior do coletor solar, em seguida, passam por um ciclo no interior do sistema de refrigeração e aquecimento.
Em segundo lugar, adota um altamente eficiente sistema de troca de calor. A utilização da rosca interna, a lâmina de alumínio hidrófilo e do sistema de troca de calor óptima reduzir a perda de energia, melhorar a eficiência global e eficazmente assegurar o desempenho. Portanto, ar condicionado híbrido solar é mais conveniente e de poupança de energia do que ar condicionado regular.
Comparando com produtos atuais
1. Condicionador de ar convencional consome muito, os usuários têm de pagar uma pesada factura de electricidade.
2. Sistema fotovoltaico (PV) custa uma grande quantidade de dinheiro para construir.
3. Refrigeração de absorção térmica impulsionada também é muito caro, e sua capacidade de refrigeração não é suficientemente grande.
Dicas sobre economia de energia elétrica de condicionadores de ar: De acordo com a China Método Nacional de Gestão de Eficiência Energética, E.E.R se refere à proporção entre a capacidade de refrigeração e de entrada de energia, que é os únicos dados utilizados para o valor de poupança de energia de condicionadores de ar. Quanto maior é a eletricidade que salva. Se dois AC com o mesmo consumo de energia, aquele com maior capacidade é melhor em economia de energia elétrica.
Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
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às
10:40:00
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013
ENERGIA EÓLICA
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Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
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às
11:23:00
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
CPFL Renováveis vende 26,1 MW médios no A-5 Parques Pedra Cheirosa I e Pedra Cheirosa II serão instalados no CearáDa redaçãoFonte MaiorFonte Menor Crédito: Comstock Images / Getty Images
A CPFL Renováveis anuncia a venda de 51,3 MW (26,1 MW médio) de energia proveniente da fonte eólica no leilão A-5, na tarde desta sexta-feira, 13/12. A receita anual dos projetos corresponderá a R$ 29 milhões, com o preço médio de R$ 125,04/MWh.
A energia vendida pela CPFL Renováveis é proveniente dos empreendimentos Pedra Cheirosa I e Pedra Cheirosa II, situados no município Itarema (CE). Os contratos têm prazo de 20 anos, com início do suprimento em janeiro de 2018.
“O sucesso da participação no leilão A-5 esta em linha com os planos de crescimento da Companhia e reforça a estratégia de criação de valor por meio da geração de energia a partir de fontes renováveis”, afirma André Dorf, presidente da CPFL Renováveis.
Com a comercialização desses projetos, a empresa passa a ter um portfólio de 1.786,6 MW em capacidade total contratada, da qual 1.283,1 MW já se encontra em operação. O portfólio contratado está distribuído em 1.089,0 MW de energia eólica, 326,6 MW provenientes de Pequenas Centrais Hidrelétricas, 370,0 MW de usinas térmicas a partir de biomassa e 1,1 MW gerados a partir de usina solar fotovoltaica.
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às
14:00:00
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Usina solar da Itaipava Arena Pernambuco foi inaugurada nesta quarta (11/12) Usina de 1MW/p recebeu investimento de R$ 10 milhõesDa redaçãoFonte MaiorFonte Menor Crédito: GettyImages A Itaipava
A Itaipava Arena Pernambuco recebe, nesta quarta-feira (11), o primeiro sistema de geração solar fotovoltaico do Estado. A usina São Lourenço, tem potência instalada de 1 MW/p, capacidade suficiente para gerar 1,5 mil MW/h por ano, o que equivale ao consumo de seis mil habitantes. A unidade será responsável por até 30% da energia consumida pelo estádio que sediará a Copa do Mundo 2014. O investimento de R$ 10 milhões é resultado da parceria entre o Grupo Neoenergia, por meio da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), e a Odebrecht.
Situada em um terreno de 15 mil m², anexo à Arena, a instalação da usina solar faz parte do Projeto Estratégico de Pesquisa e Desenvolvimento - “Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira”, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além da usina, o projeto contempla outros investimentos que totalizam R$ 24,5 milhões.
A usina é composta por um sistema central, correspondendo a 95% da geração de energia com módulos de silício monocristalino, além de um sistema direcionado à pesquisa (campo) que se divide em cinco tecnologias com o objetivo de possibilitar o estudo do potencial de radiação da região e de geração de energia fotovoltaica por meio de diferentes tecnologias. Ao todo são 3.652 painéis solares fotovoltaicos, que compõem o sistema.
O projeto executivo e a instalação da usina foram construídos sob responsabilidade da Gehrlicher Ecoluz Solar do Brasil, uma associação entre a brasileira Ecoluz Participações e a alemã Gehrlicher AG.
Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
Sustentabilidade Energética Solar Térmica e Eólica
às
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Fotovoltaicos (Solares Elétrica). História da Tecnologia Fotovoltaica.
Fotovoltaica (PV) dispositivos gerar eletricidade diretamente da luz solar através de um processo eletrônico que ocorre naturalmente em certos tipos de materiais, chamados de semicondutores. Os elétrons nestes materiais são liberados por energia solar e podem ser induzidas a viajar através de um circuito elétrico, alimentação de dispositivos elétricos ou enviar eletricidade para a rede.
Dispositivos fotovoltaicos pode ser usada para alimentar qualquer coisa, desde pequenos eletrônicos, como calculadoras e os sinais de trânsito até casas e grandes empresas comerciais.
O efeito PV foi observada já em 1839 por Alexandre Edmund Becquerel, e foi objecto de investigação científica através do início do século XX. Em 1954, Bell Labs em os EUA apresentou o primeiro dispositivo de energia solar fotovoltaica, que produziu uma quantidade útil de energia elétrica, e em 1958, as células solares estavam sendo usados em uma variedade de aplicações científicas e comerciais de pequena escala.
Painéis fotovoltaicos instalados em uma casa particular em Brooklyn Heights, Nova Iorque (Foto cedida por Alan Blake)
A crise energética da década de 1970 viu o início de grande interesse na utilização de células solares para produzir eletricidade em residências e empresas, mas os preços proibitivos (cerca de 30 vezes maior do que o preço atual) fez aplicações em larga escala impraticável.
Desenvolvimentos da indústria e investigação nos anos seguintes fez dispositivos fotovoltaicos mais viável e um ciclo de aumento da produção e redução de custos começou, que continua até hoje.
Os custos da energia solar fotovoltaica
Rapidamente a queda dos preços fizeram solar mais acessível do que nunca. O preço médio de um sistema fotovoltaico concluído caiu 33 por cento desde o início de 2011.
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Ligação de um Sistema Fotovoltaico Off Grid.
Um painel solar usa o efeito fotoelétrico para converter a energia do sol em eletricidade. Essa eletricidade é gerada em uma característica de tensão do painel e é transmitida como corrente contínua para um banco de baterias, onde ele carrega as baterias. A partir daí, ela deve ser convertida em corrente alternada AC para serem úteis, e esta é a função do inversor. Um componente extra é necessária em um sistema solar, e que é um controlador de carga entre o painel e as baterias para protegê-los de sobrecarga.
Controlador Inversor
Painel Solar Controlador Bateria Aparelhos Elétricos>110.V
Controlador Inversor
Painel Solar Controlador Bateria Aparelhos Elétricos>110.V
Instruções
- 1Ligar os painéis de um banco de energia solar em conjunto, se houver mais do que um.Eles são geralmente ligados em paralelo para preservar a tensão de cada painel, mas também é possível de conjuntos de fios juntos em série para aumentar a tensão para se adaptar à voltagem do banco de baterias , se necessário. A tensão de saída a partir dos painéis deve ser o mesmo que a voltagem do banco de bateria.
- 2Conecte os cabos de saída dos painéis para um controlador de carga. Calcule o tamanho do fio que você precisa para isso de uma determinação da corrente de saída e o comprimento do fio que você precisa, tendo em mente o controlador de carga deve estar localizado perto das baterias. Fio DC com medidores 16-10 são típicos para isso.
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Controlador de Carga.
- 3Use cabos da bateria para ligar as baterias no banco juntos numa combinação de série e em paralelo para optimizar a capacidade do banco e manter a mesma tensão que os painéis. Conectar duas baterias em série através da ligação do terminal positivo de um para o terminal negativo da outra para dobrar a tensão da combinação. Ligá-los em paralelo, ligando os terminais positivos e negativos dos seus terminais para manter a tensão, o dobro da capacidade.
- 4Conecte o controlador de carga para o banco de baterias com cabos da bateria. Um bom controlador de carga, em média, as flutuações de voltagem dos painéis e saída uma tensão de carga constante para as baterias. Ele também irá proteger as baterias de sobrecarga, bem como proteger os painéis de fluxo de corrente de volta das baterias.
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Inversor 1ooo.W |Solar
- 5Ligue o banco de baterias para os terminais de entrada do inversor, e depois ligar o inversor para o painel da casa. O inversor converte a corrente contínua a partir da bateria 12.DC para AC de 110 volt de corrente alternada para utilizar em casa. Se o painel de casa está ligado à rede elétrica, o inversor pode ser programado para vender o excesso de energia de volta para a empresa concessionária.
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