segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Dicas: Medidores Inteligentes e um Power Grid Smarter

O Smart Grid será composto de controles, computadores, automação e novas tecnologias e equipamentos - incluindo um medidor inteligente em sua casa - trabalhando juntos para responder digitalmente para a nossa rápida evolução da procura eléctrica.
O Smart Grid será composto de controles, computadores, automação e novas tecnologias e equipamentos - incluindo um medidor inteligente em sua casa - trabalhando juntos para responder digitalmente para a nossa rápida evolução da procura eléctrica.
Milhões de medidores inteligentes foram instalados em todo o país. Os medidores inteligentes fornecem comunicação bidirecional entre você e sua utilidade, ajudando o seu utilitário saber sobre apagões, por exemplo. Isso ajuda utilitários para manter o serviço elétrico mais confiável.
Os medidores inteligentes podem ser usados ​​com sistemas de gestão de energia em casa, como ferramentas baseadas na Web que o seu utilitário fornece ou dispositivos que podem ser instalados em sua casa. Os medidores inteligentes podem exibir o seu uso de energia em casa, ajudá-lo a encontrar maneiras de economizar energia e dinheiro, e ainda permite que você remotamente ajustar o termostato ou ligar aparelhos fora.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS FATOS?

  • Como a Internet, o Smart Grid será composto de controles, computadores, automação e novas tecnologias e equipamentos que trabalham em conjunto para responder digitalmente para a nossa rápida evolução da procura eléctrica.
  • Os medidores inteligentes fornecem a interface Smart Grid entre você e seu fornecedor de energia, fornecendo sinais que podem ajudar a reduzir os custos de energia e ajudar o seu fornecedor elétrico evitar apagões

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Agora, com o Enphase Integrado terra tecnologia (IG), sistema e equipamentos totalmente compatível com aterramento é incorporado ao cabeamento micro>inverter e o próprio micro>inverter, fazendo segurança e cumprimento do código mais fácil do que nunca.




Sistema de aterramento contra Equipamentos Aterramento
Para entender completamente aterramento do sistema PV, é essencial para a primeira diferença entre o aterramento do sistema e equipamentos de aterramento.
O aterramento do sistema requer um eletrodo de aterramento do condutor (GEC), que liga o circuito de corrente de carga para o solo, incluindo:
  • o negativo ou positivo de uma matriz DC
  • o neutro de um sistema de corrente alternada de fase única divisão
  • o neutro de um sistema DC bi-polar
Aterramento equipamento requer um equipamento condutor de aterramento (EGC), também conhecida como ligação, que conecta todos os não-corrente transportando peças de metal para a terra, incluindo:
  • caixas de metal
  • torturante
  • quadros do módulo
Com Enphase Micro>inverters, o EGC é fornecido para o sistema de fiação Envolver Cabo, que forma uma ligação à terra com o gabinete do micro>inverter. Além disso, Enphase Micro>inverters com Integrado terra não precisa de uma GEC porque a unidade isola fisicamente o circuito de DC dentro do microinverter de chão, satisfazendo assim os requisitos da NEC para não aterrados Sistemas de Energia Fotovoltaica descritos na secção 690,35.
Isolada Circuito DC Permite Integrado terra
Aterramento diagrama

Que potência de Energia pode produzir a partir da Turbina Eólica ?


A energia produzida pelo vento é um recurso energético natural que pode ser aproveitado com um investimento reduzido, é especialmente rentável em locais com muito vento. Um gerador eólica caseiro é algo possível de fazer sem custos muito elevados.
As diferenças de pressão atmosférica causadas pelo aquecimento diferencial terrestre provocam deslocação de massas de ar (vento), a deslocação destas massas de ar são influenciadas pelas condições atmosféricas (intensidade e direção) por obstáculos e condições do solo. O aproveitamento da energia cinética do vento é efetuada através de turbinas eólicas acopladas a geradores. A este conjunto turbina-gerador é habitualmente chamado Aerogerador. Existem vários tipos de turbinas eólicas cujas as diferenças incidem essencialmente na direção do eixo de rotação (vertical e horizontal), forma e número de pás que constituem o rotor.
Gerador eólico e componentes.
Quando exposto a vento suficiente, um aerogerador produz corrente alternada (CA). Depois de retificada (CC) esta corrente é usada para carregar de baterias e posteriormente convertida em corrente alterna. Todos os aerogeradores vêm com o seu próprio sistema de controle de carga (AB).
Tal como a energia solar a energia eólica é uma energia limpa, a sua inclusão em áreas ventosas em ambientes domésticos pode rapidamente trazer o retorno do investimento efetuado. Pode funcionar em simultâneo com módulos energéticos solares. O seu funcionamento não difere substancialmente, a energia captada por um aerogerador carrega um conjunto de baterias.
Produção de energia

A energia cinética, resultante das deslocações de massas de ar, pode ser transformada em:

Energia mecânica através de aeromotores;

- Energia eléctrica através de turbinas eólicas ou aerogeradores.

A potência mecânica disponível (P) numa turbina depende grandemente (factor cúbico) da velocidade do caudal de ar que passa através dela, o que faz com que o interesse e o aproveitamento deste recurso varie muito com a intensidade e a direcão do vento.

A potência do vento que passa perpendicularmente através de uma área circular P = 1/2 (rv3 pr2)

Onde:

P= potência média do vento em Watts [W]
r(rho) = densidade do ar seco = 1,225 kg/m3 (PTN)
v= velocidade média do vento [m/s]
p (pi) =3.1415926535...
r = raio do rotor em m [metros]
Contudo, esta energia não pode ser inteiramente recuperada pelo aerogerador, pois há que evacuar o ar turbinado; introduz-se, de modo a tornar o calculo mais preciso, o coeficiente Cp no cálculo da potência:
P = 1/2 (rv3 pr2Cp)
O coeficiente de potência foi introduzido pela teoria de Betz. O coeficiente Cp caracteriza o nível de rendimento de uma turbina eólica; pode ser definido pela razão:
Coeficiente Cp para aerogeradores

Limite de Betz

O limite de Betz indica que, mesmo para os melhores aproveitamentos eólicos (turbinas de 2 ou 3 pás de eixo horizontal), recupera-se apenas um máximo de 59% da energia do vento, o que significa que Cp máximo (teórico) é 0,59. Para uma aplicação real, este coeficiente é da ordem de 0,3 a 0,4 no máximo. A teoria de Betz coloca em modelo a passagem do ar antes e após a turbina, por um tubo de corrente onde:
Limite de Betz
V1 é a velocidade do vento antes das pás da turbina
V é a velocidade do vento nas pás da turbina, na ordem de 10 m/s
V2 é a velocidade do vento após ter transferido energia às pás da turbina
Onde V1 > V > V2 , sendo estas velocidades paralelas ao eixo do rotor.

Que potência uma turbina pode produzir em função das dimensões ?

Turbina eólicaPotência eléctrica
Diâmetro do Rotor (m):  Velocidade Média do Vento: 

Eficiência Turbina - Coeficiente Cp: *
Nota: Uma turbina de um aerogerador bem desenhado consegue ter 25% - 40% de eficiência.
Pot. Instantânea (kW): 

Pot. Mensal (kWh): 

Pot. Anual Produzida (kWh): 

Área (m2): 
** Assume-se que a densidade do ar é 1.225>kg/m
 Uma turbina de um aerogerador bem desenhado consegue ter 25% - 40% de eficiência.

Nota - Nos cálculos mensais e anuais, considera-se que o gerador tem um funcionamento permanente médio igual ao valor apresentado, como a produção não é linear, a paragem por falta de vento ou elevados níveis de produção podem tornar estes valores pouco precisos. Os valores apresentados mensalmente e anualmente devem ser considerados como estimativas prováveis e não valores exatos.
A eficiência do vento em relação à energia eléctrica produzida pode ser calculada neste simples programa.
Aerogerador eólico

Posso eu mesmo construir um gerador eólico caseiro ?

SIM.
Para construir um gerador eólica existem algumas questões a que se deve ter atenção

O local onde vou instalar o aerogerador tem vento suficiente ?

A maioria das pessoas têm a noção que vivem em locais ventosos, no entanto a maior parte das áreas residências não são adequadas para a produção de energia a partir do vento. As árvores e os edifícios diminuem a velocidade do vento, criam zonas de turbulência que podem ser destrutivas. É fundamental que a zona de incidência se encontre desobstruída. Verifique os mapas de velocidades do vento.
Turbulência do vento
Os locais abertos ou zonas junto ao litoral podem ser apropriados para colocar as turbinas. Uma torre alta pode ser útil e aumentar a rentabilidade da instalação, não esquecer que a turbina pode ter alguns efeitos nas áreas circundantes, os seus vizinhos podem não partilhar o seu entusiasmo, mas pode partilhar com eles a energia produzida e o trabalho de colocação, certamente os resultados vão ser diferentes.

Que tamanho de turbina necessito ?

As turbinas eólicas funcionam com o ar fino, assim, necessitam de ter dimensões elevadas para produzir potências consideráveis. Um diâmetro de 2 metros (pá da turbina com 1 metro) pode produzir anualmente mais de 500 Kw/h.  Um valor considerável para uma habitação média. 

Que tipo de gerador devo usar ?

A maioria dos aerogeradores pequenos são usados para carregar baterias que posteriormente vão colocar essa energia eléctrica transformada no sector normal de 220V. A escolha obvia para um aerogerador caseiro será o alternador de um veículo automóvel. Mas a utilização de uma alternador tem alguns inconvenientes, o dispositivo funciona apenas com uma rotação elevada +/- 2000>RPM a velocidade das pás raramente ultrapassa as 100.RPM, existe assim a necessidade de multiplicar mecanicamente este diferencial. Neste processo existem perdas significativas. Em aerogeradores instalados a baixa altitude (em relação ao solo) existe um pequeno aproveitamento energético, existe a necessidade de ter um gerador com uma eficiência muito boa para ter aproveitamento.
Quase todas os aerogeradores pequenos de fabrico comercial usam geradores com imans permanentes que não são fáceis de construir. O gerador é o componente fundamental para o êxito ou fracasso do projeto. Contenha o entusiasmo mas não desanime existem sempre soluções.
Brevemente vamos colocar aqui como aproveitar motores de CC em geradores

A altura da turbina é importante ?

Quanto mais alto melhor, a potência do vento em função da altura varia nas seguintes proporções:
Potencia v Altura
V0-Velocidade em m/s à altura de referência h0 do solo 
α-Coeficiente característico do local; entre 0,1 e 0,4
Cada local pode ter um fator diferente, baseando-nos num fator de 0,1 podemos criar um gráfico aproximado.
Altura gerador

Posso eu mesmo construir as pás das turbinas ?

Sim, vamos colocar aqui alguns processos para construção das pás das turbinas, algumas mais sofisticadas em fibra outras utilizando materiais comuns usando simples tubos de polietileno.
Não esquecer que no caso de produção de energia em excesso a EDP é obrigada a comprar essa energia produzida, se tem vento e espaço pense nisso.
O primeiro circuito que vamos publicar é totalmente de concepção caseira, destina-se apenas a testar todo o poder que o vento tem em gerar energia, se tem possibilidade tente fazer este pequeno aerogerador, os problemas que surgem são idênticos aos geradores de maior dimensão, até a lei de murphy nº13442331 se manifesta, diz que depois de terminado, o vento não vai soprar durante 5 dias, pode fazer o download clicando em Turbina Eólica e na mesma linha da turbina anterior Aerogeradorr.
Para verificar a velocidade do vento um esquema simples de um anemómetro 

Construir um pequeno aerogerador caseiro

Um circuito mais complexo mas com aproveitamento energético, vamos aproveitar um motor de video gravador.
Motor adaptado para aerogerador
Vamos aproveitar o circuito de três fases existente nos servo motores dos videos e fazer a sua ligação a díodos em ponte.
Diodos de rectificação
vamos então ligar os díodos ao motor
Ligação do motor aos rectificadores
Cada enrolamento de cada fase tem a mesma resistência, aproximadamente 4 ohm, verifique com o multímetro se os enrolamentos têm todos o mesmo valor.
Agora vamos construir as pás da turbina. Vamos para isso utilizar réguas de madeira ou metálicas preferencialmente de aluminio.
Pás da Turbina
Suporte as pás de modo a obter o máximo rendimento do vento fazendo o centro da turbina com esta forma.
Pá da Turbina
Obtemos um conjunto que pode ser utilizado para produzir energia.
Turbina Caseira
Nesta foto já com o motor incorporado
Aerogerador Caseiro
Depois de conluído podemos então ligar o sistema a um controlador de carga e carregar baterias ou pilhas.

Bio-bateria gera Energia a partir de Açúcar

Bateria de açúcar.   
Bio-bateria gera energia a partir de açúcar
A bio-bateria é alimentada por uma solução contendo 0,4 M de glucose em 1 M de fosfato de sódio. [Imagem: Sony]
Sony apresentou hoje o protótipo de uma bateria que gera eletricidade a partir do açúcar.
Utilizando enzimas como catalisador, este é mais um desenvolvimento no nascente campo das bio-baterias, que já incluem biogeradores capazes de produzir energia a partir do corpo humano e até a partir do xixi.
Bio-baterias
Uma bateria capaz de gerar energia a partir do açúcar não é uma mera curiosidade científica. Os açúcares são fontes de energia naturais, produzidos pelas plantas por meio da fotossíntese. Isso significa que, mais do que renováveis, eles são naturalmente regenerativos e disponíveis na maior parte da superfície do planeta.
Como as demais bio-baterias, esta que agora foi apresentada pela Sony também encontra-se em um estágio preliminar de desenvolvimento. Mas a capacidade de gerar até 50 mW por célula a partir de uma bateria passiva é realmente um feito digno de nota. Um conjunto de quatro células é capaz de alimentar um tocador de MP3.
Uma bateria passiva é um sistema de geração de eletricidade no qual o eletrólito, a substância responsável pela reação que gera a energia, é absorvido nos eletrodos por meio de um processo de difusão natural.
Gerar eletricidade com açúcar
A bio-bateria capaz de gerar eletricidade a partir do açúcar possui um anodo composto por enzimas capazes de digerir o açúcar e por um mediador, um material capaz de transportar os elétrons. O catodo é formado por enzimas redutoras de oxigênio e pelo mesmo material mediador. O catodo e o anodo são separados por uma folha de papel celofane.
Um elemento chave para o sucesso da fabricação da bio-bateria foi um mecanismo capaz de fixar as enzimas e os mediadores no eletrodos. A tecnologia desenvolvida utiliza dois polímeros, cada um com cargas opostas. A interação eletrostática dos dois polímeros segura as enzimas sem afetar sua atividade.
Reação eletroquímica
O funcionamento da bio-bateria baseia-se em uma reação eletroquímica que utiliza a glucose (açúcar) como combustível. O anodo retira elétrons e íons de hidrogênio do açúcar por meio de uma oxidação enzimática:
Glucose -> Gluconolactona + 2 H+ + 2 e-
Os íons de hidrogênio migram para o catodo passando através do separador de celofane. Quando chegam ao catodo, os íons de hidrogênio e os elétrons absorvem oxigênio do ar e produzem água:
(1/2) O2 + 2 H+ + 2 e- -> H2O
Bio-bateria gera energia a partir de açúcar
A bio-bateria é alimentada por uma solução contendo 0,4 M de glucose em 1 M de fosfato de sódio. A tensão máxima gerada atinge 0,8 V, com uma corrente de 1,5 mW/cm2 alcançada 1 minuto depois da injeção da solução de glucose.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

ENERGIA FOTOVOLTAICA O SOL ALÉM DA INSPIRAÇÃO Como é possível os raios solares virarem luz elétrica? Sobre telhados, conectados a rede, isolados…que tipo de sistemas fotovoltaicos existem hoje? Quais as vantagens desta tecnologia? Nesta sessão você irá tirar todas suas dúvidas sobre esta opção energética e saber porque ela é uma ótima ação de combate ao aquecimento global.


Diariamente toneladas de energia chegam ao nosso planeta de forma gratuita e limpa. Os raios solares, além de trazerem a luz e o calor essencial para a vida na Terra, podem ser aproveitados para a geração de eletricidade.
Como isto é possível?
Através de uma tecnologia chamada fotovoltaica, ou seja, luz transformada em eletricidade.
O termo ‘Fotovoltaica’ é o casamento de duas palavras:
Foto = que tem sua raiz na língua grega e significa “luz” e
Voltaica = que vem de ‘volt’ que é a unidade para medir o potencial elétrico.
1,8 mil vezes o consumo atual de energia primária
Potencial da Energia Solar em comparação a outras fontes
Para fazer isto, são utilizadas células solares formadas por duas camadas de materiais semi-condutores, uma positiva e outra negativa. Ao atingir a célula, os fótons da luz excitam os elétrons, gerando eletricidade. Quanto maior a intensidade do sol, maior o fluxo de eletricidade.
O material mais comumente utilizado é o silício. Por ser o segundo elemento mais abundante da face da terra, não há limites com relação à matéria-prima para produção de células solares.
A eletricidade gerada pelas células está em corrente contínua, que pode ser imediatamente usada ou armazenada em baterias. Em sistemas conectados a rede, a energia gerada precisa passar por um equipamento chamado inversor, que irá converter a corrente continua em alternada com as características (freqüência, conteúdo de harmônicos, forma da onda, etc) necessárias para atender as condições impostas pela rede elétrica pública. Assim, a energia que não for consumida pode também ser lançada na rede.
Não confunda, energia solar térmica com energia solar fotovoltaica!
Na solar térmica, a energia do sol é transformada em calor e é utilizada para o aquecimento de água em residências, hotéis, clubes, etc. Neste caso, são usados COLETORES solares.
Na solar fotovoltaica, a energia é diretamente convertida em eletricidade e, neste caso, são usados MÓDULOS solares.
O Instituto Ideal produziu um vídeo educativo que explica em menos de 3 minutos o que é eletricidade solar.
Tire suas dúvidas e, se você gostou, compartilhe este link com seus amigos!

Esquema de Circuito Controlador de Carga Geradores de Energia Eólica e Solar

A função do controlador de carga para os painéis solares é monitorizar a tensão da bateria, e logo que alcança a carga completa, o controlador desliga a entrada de tensão proveniente das fontes de carga. Isto não prejudica os painéis solares, mas desperdiça a potência eléctrica que estão gerando. A energia acaba por aquecer os transístor no controlador. Este tipo de controlador não é ideal para um gerador eólico, o shunt das entradas gera uma corrente enorme que pode inclusive danificar o controlador. Desligar simplesmente a ligação, se o gerador eólica está a produzir uma grande quantidade de energia pode destruir o circuito.
A solução ideal é carregar as baterias até ao seu máximo, e logo que atingido, comutar essa energia para outros sectores, se este desvio for útil, melhor ainda, neste caso concreto o desvio é feito para lâmpadas que uma vez as baterias com carga ficam ligadas diretamente à produção da turbina. 
Controlador carga gerador eólico

O diagrama esquemático acima mostra o circuito simples do controlador da carga. A tensão de entrada da bateria é dividida ao meio por um par de resistências de 3.3K (Utilize uma Resistência de 3,3K em Paralelo se o LM.339 tiver um Diferencial de 1,5V), assim que os pontos de desligar são ajustados aos níveis desejados. Os pontos reais de desligar dependem das baterias em particulares, o ideal é começar em 14.5 volts para carga completa, e 11.8 volts para descarregada. Neste caso, as resistências ajustáveis devem ser ajustados para ler 7.25 volts em TP-A e 5.9 volts em TP-B. Necessitará provavelmente de verificar a tensão da bateria com carga e sem carga para determinar os pontos exatos de tensão a ajustar. As saídas do controlador são trancadas, e dirigem um par dos FETs de potência IFR510, que servem como excitadores do relé. Se usar um relé com comutação, a  segunda saída pode ser usada para comutar um ventilador pequeno  C.C. de 12 volts  que desloque o hidrogênio das bateria para impedir o perigo da explosão ao carregar as baterias. Os dois botões de pressão permitem comutar manualmente a saída quando a tensão da bateria estava “na zona nula” entre os pontos. Momentaneamente pressionando uma das teclas, o estado da saída inverterá e pára. Uma resistência de 1K impede um curto inoperante, se alguém decidir pressionar ambas as teclas simultaneamente.
Circuito impresso controlador
A energia de entrada provém de diversas fontes, painéis solares e de geradores eólicos que produzem diferentes tensões, não podem ser ligados juntos… cada um tem de ter um díodo em série com a ligação positiva. Quando a bateria está carregando, cada fonte é puxada para a tensão terminal da bateria, assim cada fonte contribui para a carga. Cada díodo permite a passagem da corrente que cada uma das fontes está a gerar. A ligação negativa de cada fonte é ligada à terra.
Diagram Controlador
Com o circuito em funcionamento, sempre que as baterias recebem carga o Led vermelho acende, se a carga máxima for atingida, acende o Led verde e o relé dispara desviando a corrente vinda dos geradores, nesta caso para as lâmpadas. 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

GLOSSÁRIO FOTOVOLTAICO

Sigla em inglês para Building Integrated Photovoltaics, ou Energia Fotovoltaica integrada a Edificações. O termo se refere a tecnologias específicas que podem ser integradas nos edifícios, com freqüência em substituição aos materiais convencionais.

 Célula fotovoltaica

Dispositivo elementar especificamente desenvolvido para realizar a conversão direta da energia solar em energia elétrica.

 Coletor solar

Converte o calor solar em aquecimento, através do aproveitamento da radiação infravermelha.

 Efeito fotovoltaico

Converção direta da energia da luz (espectro visí­vel) em energia elétrica. A célula fotovoltaica é o elemento que realiza esta conversão.

 Feed-in Tariff (FiT)

Uma tarifa Feed-in é uma estrutura para incentivar a adoção de energias renováveis através de legislações. Neste sistema, as concessionárias regionais e nacionais são obrigadas a comprar eletricidade renovável em valores acima do mercado estabelecidos pelo governo.

 Fotovoltaica

O termo ‘Fotovoltaica’ é o casamento de duas palavras: – Foto, que tem sua raiz na língua grega e significa “luz” e – Voltaica, que vem de ‘volt’ que é a unidade para medir o potencial elétrico.

 FRE

Sigla para Fontes Renováveis de Energia.

 Materiais Semi-condutores

São substâncias que, quando aquecidos ou combinados com outros materiais, são capazes de conduzir eletricidade. Semi-condutores em células fotovoltaicas são, por exemplo, o silício, telureto de cádmio (CdTe) e disseleneto de cobre (CIS)

 Módulo fotovoltaico

Unidade básica formada por um conjunto de células solares, interligadas eletricamente e encapsuladas, com o objetivo de gerar energia elétrica.

 Net Metering

Política de incentivo a energia fotovoltaica que permite ao proprietário do sistema jogar na rede elétrica a energia que não é consumida na edificação onde os módulos solares estão instalados. Quando isto ocorre, o medidor gira no sentido inverso, fornecendo créditos ao consumidor pela energia que ele está colocando na rede. O crédito será convertido em um desconto na conta de eletricidade utilizada
    On-Grid.
Sistema Fotovoltaico Conectado a Rede Elétrica Concessionária 
O termo se refere a sistemas não conectados a rede, como por exemplo, alguns instalados em projetos de eletrificação rural de difícil acesso.

 Painel fotovoltaico

Um ou mais módulos fotovoltaicos interligados eletricamente, montados de modo a formar uma única estrutura.

 Potência instalada

A potência instalada é medida em Wp (Watt pico) e se refere a energia nominal sobre Condições de Teste Padrão (1000W/m2/ano, 25º C, 1.5 AM). Para facilitar a leitura, nos textos contidos no site América do Sol optou-se por omitir o “p”, símbolo para “pico”. Quando vê W, kW, MW ou GW, o leitor deve interpretar como sendo Wp, kWp, MWp ou GWp.

 Radiação solar

É uma forma de transferência de energia vinda do Sol, através da propagação de ondas eletromagnéticas.

 SFCR

SFCR é uma sigla para Sistema Fotovoltaico Conectado a Rede.

Perguntas Frequentes SOBRE ENERGIA SOLAR

Qual a diferença entre célula, painel e módulo?
Uma dúvida bastante comum que surge quando se trata de energia fotovoltaica é a diferença entre a célula, o painel e o módulo fotovoltaico.  A célula nada mais é que a unidade básica que forma um painel fotovoltaico. Já os painéis são, normalmente, instalados em conjunto, formando assim um módulo fotovoltaico.
O painel fotovoltaico gera energia em dias nublados?
Sim. Os sistemas fotovoltaicos não precisam de um dia de céu limpo com muito sol para operar. Na verdade, devido a reflexão dos raios solares, dias levemente nublados podem resultar em campos com mais energia do que dias sem nenhuma nuvem no céu.
Do que são feitas as células solares?
As células solares são normalmente feitas de fatias super finas de lingotes de silício cristalino (c-si), filmes finos de silício amorfo (a-si), Telureto de cádmio (CdTe) ou Disseleneto de cobre (gálio) e índio (CIS e CIGS).
Há diferença entre coletor e módulo solar?
Sim. Enquanto o módulo solar converte a energia da luz (espectro visível) em energia elétrica, o coletor solar utilizar o calor (radiação infravermelha) para gerar aquecimento (de água, normalmente).
Quantas placas fotovoltaicas preciso para alimentar uma residência com 4 pessoas?
40 m2 de placas são suficientes para 4 pessoas. Com painéis de silício cristalino, isto geraria cerca de 500 kWh/mês de energia.
Porque as células solares são azuis?
Os painéis solares com células de silício cristalino são normalmente azuis porque está é a cor com a qual a célula apresenta a melhor eficiência na conversão de energia solar para elétrica. Quando chegam na fábrica, os chamados ‘wafers’ de silício são na verdade cinza fosco, a cor natural deste mineral. Em uma das últimas etapas da fabricação da célula solar, ela recebe uma camada antireflexiva de nanômetros de espessura (normalmente de nitrato de silício) que a deixa com este tom de azul celeste.
Qual tecnologia é mais confiável?
Não há diferenças entre uma tecnologia ou outra. O que irá garantir a confiabilidade do sistema instalado são a qualidade na fabricação (o que pode ser verificado com os testes de qualidade terceirizados) e a instalação correta (existem por exemplo características técnicas que obrigam determinados módulos a serem instalados com inversores específicos). O principal risco à confiabilidade do sistema é, na verdade, a inexperiência e falta de conhecimento no momento da instalação e dimensionamento.
Qual tecnologia é mais barata?
O valor pago pelo sistema fotovoltaico depende do tipo de aplicação e do objetivo do projeto, considerando as limitações. Por exemplo, se houver uma grande disponibilidade de área e um valor fixo de potência desejada, o mais indicado seria o uso de filmes finos. Esta tecnologia normalmente é mais barata, porém ter uma menor eficiência. Porém se houver pouca área disponível para a potência desejada, será preciso buscar módulos com uma eficiência maior, os quais normalmente são mais caros.
Qual tecnologia devo adotar para o meu projeto?
Mais uma vez, é necessário determinar quais a necessidades do projeto para poder definir qual seria a melhor opção tecnológica. Primeiro é preciso avaliar os aspectos energéticos: qual a potência desejada? Em segundo é importante avaliar os aspectos arquitetônicos: a estética será um ponto fonte do projeto? Depois será preciso comparar a área disponível face a potência instalada para verificar se serão necessários módulos mais eficientes ou se a área disponível não é um problema.

Simulador Orienta sobre Instalação de Energia Solar


Ter e gerar sua própria energia em casa já é possível. Utilizando uma fonte limpa e inesgotável como o sol é ainda melhor. Para ajudá-lo a ter seu próprio micro-gerador fotovoltaico, o IDEAL criou o Simulador Solar.
O Simulador Solar é uma ferramenta digital que permite o cálculo da potência de um sistema fotovoltaico (gerador de eletricidade solar) para atender a necessidade energética anual de uma residência, um escritório ou uma indústria. Com o sistema, é possível saber quanto o imóvel deixaria de consumir de energia elétrica, além de o proprietário ter uma noção de quanto espaço precisaria no telhado ou terreno para instalar os módulos solares.
Ao entrar na página do Simulador Solar, você só precisará ter em mãos uma fatura de energia elétrica para completar com seus dados de consumo em kWh e de gastos em reais. A simulação é gratuita e leva apenas alguns minutos.
A ferramenta está baseada na nova normativa da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) que facilita a conexão à rede de distribuição de mini e micro-geradores elétricos a partir de fontes renováveis – Resolução 482/2012. Com ela, o proprietário de um pequeno gerador não precisa consumir toda a energia produzida no momento da geração. A energia poderá ser injetada na rede e, nos meses seguintes, o consumidor receberá créditos em kWh na conta de luz referentes a esta eletricidade gerada, mas não consumida, através do Sistema de Compensação de Energia criado pela normativa.
O Simulador Solar foi desenvolvido em parceria entre o Instituto Ideal e a Cooperação Alemã para o desenvolvimento sustentável, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW).

O Inovador Carregador Eólico de carros Elétricos

A GE ligou seu carregador de veículos elétricos, o DuraStation, a uma turbina eólica vertical desenvolvida pela empresa Urban Green Energy (UGE), de Nova York. O resultado disso foi o funcionamento do primeiro carregador eólico de veículos elétricos do mundo. O sistema, chamado Sanya Skypump, pode recarregar o Chevy Volt, modelo de carro movido a eletricidade da GM, em apenas quatro horas.
A experiência foi realizada em Londres durante os Jogos Olímpicos, com o objetivo de abastecer uma frota de carros elétricos. Mas você sabe como funciona a inovadora turbina eólica vertical?
O diferencial dela é que ela entra em rotação ao longo do seu próprio eixo dentro de um raio de cinco metros. Ela não gira horizontalmente como as hélices de aviões ou como as pás de uma turbina eólica convencional. Para entender melhor seu funcionamento, veja o vídeo abaixo de tem 15 segundos de 
duração.
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A GE ligou seu carregador de veículos elétricos, o DuraStation, a uma turbina eólica vertical desenvolvida pela empresa Urban Green Energy (UGE), de Nova York. O resultado disso foi o funcionamento do primeiro carregador eólico de veículos elétricos do mundo. O sistema, chamado Sanya Skypump, pode recarregar o Chevy Volt, modelo de carro movido a eletricidade da GM, em apenas quatro horas.
A experiência foi realizada em Londres durante os Jogos Olímpicos, com o objetivo de abastecer uma frota de carros elétricos. Mas você sabe como funciona a inovadora turbina eólica vertical?
O diferencial dela é que ela entra em rotação ao longo do seu próprio eixo dentro de um raio de cinco metros. Ela não gira horizontalmente como as hélices de aviões ou como as pás de uma turbina eólica convencional. Para entender melhor seu funcionamento, veja o vídeo abaixo de tem 15 segundos de duração.