quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Fazenda isenta Eletrosul de ICMS para importação de produtos voltados para Solar Equipamentos não podem ter Similares Produzidos no país e devem ser Destinados a Projeto Ccientífico

Crédito: GettyImages
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou nesta quinta-feira (16/01), no Diário Oficial da União (DOU), o convênio firmado com a Eletrosul Centrais Elétricas, em que autoriza o Estado de Santa Catarina a isentar a importação de equipamentos destinados a projeto científico fotovoltaico.
De acordo com a publicação, o governo de SC fica autorizado a isentar o ICMS decorrente da importação realizada pela Eletrosul dos equipamentos que não são produzidos no país. Tais produtos devem ser destinados ainda a projeto científico voltado ao processo de obtenção de silício metálico grau solar e qualificação em células solares, em desenvolvimento na Universidade do Extremo Sul Catarinense.
A inexistência de similar deverá ser comprovada por meio de laudo emitido por entidade representativa do setor produtivo de máquinas, aparelhos, equipamentos, com abrangência em todo território nacional, ou por órgão federal especializado.



{ENERGIA TÉRMICA} Aneel prevê entrada de 1,2GW de novas térmicas em 2014 País ainda pode contar com mais 159MW, caso os empreendedores consigam superar as restrições para entrada em operação desses projetos

Crédito: Divulgaçao/Pantanal Energia
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) atualizou o relatório com as expectativas das usinas que devem entrar em operação em 2014. No total, é esperado um incremento de 5.734.MW, sendo que 2.571.MW apresentam algum tipo de restrição, podendo não entrar neste ano.
Destaque para as térmicas, as quais são esperadas o funcionamento de cinco projetos, que somam 1.204.MW de potência. Existe ainda a previsão de que 159.MW também entrem em operação neste ano, isso se os empreendedores conseguirem superar as pendências existentes (licença ambiental não obtida, obras não iniciadas ou contrato de combustível indefinido).
Também podemos ter um número considerável de eólicas em funcionamento em 2014. No entanto, do total de 2.689 MW estimados, apenas 528,8>MW não apresentam impedimentos para entrada em operação neste ano.
No grupo das grandes hidrelétricas, há uma expectativa que 1.302 MW sejam adicionados ao sistema elétrico brasileiro. Ainda é esperado a operação de 379,35;MW em PCHs, embora 252;MW apresentem restrições para o funcionamento.
Os dados são um resumo do relatório de acompanhamento da expansão da oferta de geração, elaborado pela Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração da Agência Nacional de Energia Elétrica, atualizados em janeiro de 2014, ao qual a reportagem teve acesso nesta terça-feira (21/01).
O relatório de dezembro do ano passado apontava para um incremento de mais de 9.GW em novas usinas para 2014, o que foi revisto pela área de fiscalização da agência reguladora.

LÂMPADAS Conversão de Energia Eléctrica em Energia Luminosa

Existem lâmpadas de diferentes tipos, umas servem para iluminação, outras têm aplicações especiais. As características mais importantes de uma lâmpada são:
  • Fluxo luminoso - A iluminação que dá (medido em lumen)
  • Eficácia luminosa - Também referida como "rendimento luminoso" (h), que é a razão entre o fluxo luminoso (em lumen) produzido e a energia eléctrica (em Watt) consumida pela lâmpada
  • Comprimentos de onda - Lâmpada emite radiação (em mícron ou em nano-metro) em determinado comprimento de onda
  • Duração ou durabilidade (em horas) - o tempo de vida médio da lâmpada
A iluminação a partir de circuitos elétricos é fornecida por lâmpadas, são por isso os dispositivos eléctricos responsáveis pela conversão de energia eléctrica em energia luminosa. Estes dispositivos quando se destinam a iluminação emitem nos comprimentos de onda de luz visível, podendo em simultâneo produzir comprimentos de onda não visíveis. Existem lâmpadas especiais para aplicações que emitem luz noutros comprimentos de onda para além da luz visível.
radiação espectral
Existem lâmpadas que emitem na zona dos ultra-violetas (UV) ou seja em comprimentos de onda menores, e outras que emitem na zona dos infra-vermelhos (IV) ou seja em maiores comprimentos de onda.
Tipo de lâmpadaAplicação - Utilizaçãoh (lm/W)Imagem
IncandescentesLâmpadas muito utilizadas na iluminação interior,têm uma eficiência e durabilidade reduzidas. Apenas 5 a 10% da energia eléctrica consumida se transforma em energia luminosa, a restante transforma-se em calor. Existem numa diversidade de formas. As de fraca intensidade têm uma eficácia inferior a 10.
As lâmpadas incandescentes vão progressivamente começar a desaparecer do mercado, a primeira fase será já em 2009, a partir de Setembro todas as lâmpadas incandescentes foscas e lâmpadas incandescentes normais acima de 100 W começam a deixar de ser comercializadas, em Setembro de 2010 as de potência igual ou superior a 75W, as de 60W até 2011 e em 2012 todas as potências.
12lâmpada incandescente
Fluorescentes CompactasMuitas destas lâmpadas possuem já um balastro electrónico incorporado. As que possuem um balastro electrónico são mais eficiente do que as que possuem balastro convencional. Dependendo do tipo, as mais eficientes podem ter um eficácia da ordem de 60. Começam a ser bastante comuns na iluminação interior.45lâmpada fluorescente compacta
Fluorescentes tubularesMuitas destas lâmpadas possuem já um balastro electrónico incorporado. As que possuem um balastro electrónico são mais eficiente do que as que possuem balastro convencional. Dependendo do tipo, as mais eficientes podem ter um eficácia da ordem de 60. Começam a ser bastante comuns na iluminação interior.40-80lâmpada fluorescente tubular
Fluorescentes 16mm balastro electrónicoDos diferentes tipos de lâmpadas fluorescentes, as lâmpadas de 16mm são as mais eficientes. Dependendo do tipo, as mais eficiente podem ter um eficácia da ordem de 90.75lâmpada fluorescente 16mm
Fluorescentes 26mm balastro electrónicoDependendo do tipo, as mais eficientes podem ter um eficácia da ordem de 75.60lâmpada fluorescente 26mm
Fluorescentes 26mm balastro convencionalDependendo do tipo, as mais eficientes podem ter um eficácia da ordem de 60.50lâmpada fluorescente normal, balastro convencional
HalogéneoEste tipo de lâmpadas é usado em iluminação interior. Existem lâmpadas que trabalham em corrente normal (220-240V) enquanto que outras trabalham em baixa tensão (é preciso usar um transformador para reduzir a tensão da rede). Esta últimas têm uma eficácia cerca de 15% superior às outras.15lâmpada halogeneo
Lâmpadas Iodetos MetálicosSão usadas para iluminação de recintos desportivos e iluminação exterior80lâmpada iodetos metálicos
Lâmpadas Sódio XénonSão usadas na iluminação exterior (ruas, edifícios) e em efeitos luminosos, lâmpadas de flash e estrobóscopios65lâmpadas de descarga sódio e xenon
Lâmpadas vapor de sódio - alta pressãoSão usadas na iluminação exterior: em parques industriais e rodovias. Dependendo do tipo, as mais eficientes podem ter um eficácia superior a 110100lâmpada vapor de sódio de alta pressão
Lâmpada vapor de sódio - baixa pressãoEstas lâmpadas emitem uma luz amarela, e são as lâmpadas mais eficientes actualmente existentes. Excepto nas lâmpadas de potência muito reduzida, a eficácia é da ordem de 150 ou superior, podendo atingir um valor de 173.155lâmpada vapor de sódio de baixa pressão
Lâmpada vapor de mercúrioSão usadas como lâmpadas decorativas e para fins de iluminação pública. Têm o inconveniente de atraírem os insectos.45lâmpada vapor de mercúrio

Circuitos Iluminação

A luz nos tempos modernos é indispensável ao nosso quotidiano normal. Os diversos de sistemas de iluminação seja ela iluminação útil ou decorativa fazem com que exista um sem número de circuitos eletrônicos de controle e funcionamento dos dispositivos, desde a luz de emergência que se acende quando existe uma falha de eletricidade, ao candeeiro solar ou ás simples luzes decorativas ou de recreação (estroboscópios, sequenciadores programáveis, etc etc)
Vamos colocar aqui diversos circuitos eletrônicos de iluminação ou controle.
Começamos com um esquema simples de iluminação de emergência.


Luz de emergência

Esquema eletrónica de luz de emergência

Regulador de Intensidade Luminosa


Regulador de Intensidade Luminosa


Suporta com uma carga de 300W sem dissipação

Regulador de Intensidade Luminosa para Fluorescentes 

Regulador de Intensidade Luminosa para fluorescentes

Painéis Amorfo ou cristalino solar?


 Quando se trata de escolher os painéis solares que você vai descobrir que há duas grandes categorias: amorfos e cristalinos.  Ambas as tecnologias têm sido em torno de anos, e que cada um tem diferentes formas de cobrir seu telhado e coleta de energia solar. Então, qual é o melhor? Ele realmente se resume ao que você está procurando.

Espaço de telhado

A quantidade de espaço de telhado utilizado é muito importante, com painéis solares. Se o painel solar usa muito espaço, então você não vai ter espaço para mais painéis. Você precisa usar mais espaço com painéis amorfos do que com cristalina porque os painéis são maiores e mais volumosos.
Se você quiser instalar alguns painéis solares, sem ocupar muito de seu telhado ou se você está pensando em instalar mais painéis depois, então você deve ir para cristalina.

Facilidade de instalação

Instalação de painéis solares pode levar um longo tempo e isso pode ser a parte mais tediosa de compra de painéis solares. Embora ambos têm as mesmas dificuldades de instalação relativos, painéis amorfos são um pouco difícil de instalar. Estes painéis geralmente precisam de mais trilhos e demorar um pouco mais para instalar.

Atuação

Uma das coisas mais importantes sobre a escolha de um tipo de painel solar é escolher o tipo que recolhe a radiação mais solar. Em média, tanto recolher quase a mesma quantidade de energia.No entanto, os painéis cristalinos não recolher o máximo de energia em ambientes muito quentes.

Durabilidade

Junto com o desempenho, a durabilidade é outra grande preocupação. Alguns painéis solares pode rachar em condições muito quentes ou frios. Isso força você a gastar mais dinheiro em novos painéis e mantém a sua casa a partir de coleta de energia solar. Normalmente painéis cristalinos são mais duráveis, embora amorfa pode ser bom em climas amenos.

Conclusão

Se você olhar para os dois lado a lado, você irá notar que os painéis solares cristalinas são a melhor, em média. Eles ocupam menos espaço do telhado, geralmente são mais duráveis ​​e muitas vezes são mais fáceis de instalar. Enquanto os painéis amorfos são muito capazes, eles não são apenas tão bom quanto os painéis cristalinas em muitos aspectos.

Calcule o Potencial da Radiação Solar para seu Projeto Fotovoltaico.


Se você está planejando a instalação de um Sistema de Energia Solar Fotovoltaica, em seguida, descobrir a quantidade de energia solar que você pode esperar que os seus painéis de absorver, com base na média da radiação solar diária para a sua área.

Passo 1 °: Calcule o Poder Radiação Solar Potencial

Para a maioria das partes dos Estados Unidos, uma média de 4-5 kWh / m² / dia pode ser obtida , no entanto, em algumas regiões, é possível alcançar-se a 8. Para encontrar a saída para a sua área, por favor, consulte este mapa publicado pelo National Renewable Energy Laboratory (NREL) do Programa de Avaliação de Recursos. Na delimitação kWh / m² / dia, o kWh significa quilowatt-hora, com "m" sendo a área do absorvedor, ou neste caso, a célula fotovoltaica, colocar em metros quadrados. painéis solares, em média, o trabalho em cerca de eficiência 7 a 17%.
Portanto, se você vive em uma área com uma radiação solar média de 4,5 kWh / m² / dia, e você tem uma superfície total de 1 m² (correspondente a 1,55 centímetros quadrados) de células fotovoltaicas, você pode esperar para gerar 0.315 kWh / dia (315 Watt / dia) estimar uma eficiência de painéis solares média de 7%.

Passo 2 °: Determine o seu consumo médio de energia


Depois de saber a quantidade de energia que você pode esperar para começar a partir do sol, você pode determinar o quanto de energia que você precisa com base em seu consumo de energia mensal atual. Se você não tem cópias de seus últimos 12 contas, é possível visualizar o estado por médias estaduais, conforme publicado pela Administração de Informação de Energia aqui . De acordo com o gráfico, um consumidor que vive em Nova Jersey, por exemplo, vai usar uma média de cerca de 730 kWh / mês em energia elétrica, enquanto um em Alabama podem usar tanto quanto 1.300 kWh de energia por mês.

Passo 3 °: Calcule o número de painéis necessários


Agora que você sabe o quanto a radiação solar está disponível e quanto ele pode realmente ser utilizado por um painel solar, você pode calcular quantos painéis solares fotovoltaicos que você precisa, a fim de substituir a fonte de corrente de eletricidade. Você precisa descobrir otamanho exato de cada célula em metros quadrados , também, que provavelmente pode ser encontrada no site, ou na literatura de, o fabricante de escolha.
Se assumirmos um consumo médio de energia de 1000 kWh por mês, vamos calcular: x "Superfície dos painéis em m²" "A radiação solar" x "0,07" (7% estimados eficiência do painel solar) x "Média de dias por mês" (365/12). Nós, então, dividir esse número em 1000 (O consumo médio de energia de 1000 kWh por mês).
Por exemplo, em uma área com uma radiação solar de 5 kWh / m² / dia, com um painel solar de 2 m², a equação seria: 
5 (Solar Radiation) x 2 (área de superfície dos painéis solares convencionais) x 0,07 (Painel Solar Eficiência) x 30,42 (Médio n ° de dias por mês) = 21,294 kWh produzido por painel de cada mês.
Para cobrir a 100% o uso mês Kw de 1000KW divisão 1,000 / 21,294 = 47, então você precisaria de 47 m² de painéis para eliminar completamente a sua factura de eletricidade.

Passo 4 °: Calcule o custo inicial versus poupança de longo prazo




terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Circuitos de Inversores para Sistema Fotovoltaico



Um inversor ou conversor é um equipamento eletrônico destinado a converter uma corrente direta de uma bateria (acumulador) em corrente alternada tal como a recebemos da empresa que nos fornece eletricidade para consumo. A UPS (nobreak ) o equipamento que utilizamos quando falta a energia e que substitui a energia de rede não é mais do que um circuito eletrônico inversor. Os inversores injeção na rede elétrica  (GTI) utilizados em energias alternativas, têm a particularidade de não utilizarem baterias como fonte de energia, mas sim a tensão produzida por painéis solares e aerogeradores.
Os inversores convencionais são compostos por várias etapas.
  • Etapa osciladora. Esta parte do circuito encarrega-se de gerar uma oscilação igual à oscilação que o fornecedor de serviço de eletricidade nos fornece na entrada de rede. Para alguns países esta frequência é de 50Hz noutros 60 Hz;
  • Etapa amplificadora. O circuito amplificador num inversor destina-se a elevar o valor dos pulsos do oscilador de modo a que esses pulsos de oscilação sejam utilizados pela etapa elevadora de tensão.
  • Etapa elevadora. Encarrega-se de elevar a tensão a 120 ou 220 V, esta função está a cargo de um transformador elevador.
  • Etapa de fornecimento de corrente direta. Esta etapa é composta pelos acumuladores de corrente (Baterias)
  • Etapa de fornecimento de corrente alterna. Esta etapa recebe a corrente do sector, permite carregar as baterias se a carga for feita pelo sector publico.

 Circuito Inversor 12V CC - 110-220V AC - 20-40W

Circuito inversor 12V cc 110 - 220 AC - 20-40 W

Inversor 12V CC - 220V AC - 100W

Inversor 12-200 100W

Circuito inversor 500W - 12V - 220V

Inversor 12v - 220V AC - 500W

Inversor 12V DC - 110V AC

Inversor 12V DC - 110V AC

Inversor 12V - 120V

Inversor 12v - 120v AC

Inversor 100W com transístores

Inversor 100W com traistores

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Como construir um aerogerador 100 W Aerogerador 100W

Este circuito baseia-se num motor de 220 VDC, 5A usado nas passadeiras rolantes de ginástica, pode usar um outro qualquer motor de corrente contínua procedendo aos ajustes necessários para se adaptar ás pás da turbina. Pode usar um qualquer outro motor desde que debite pelo menos 1 Volt

Aerogerador doméstico 100W - Pás
Diagram turbina eólica
INTRODUÇÃO
Turbina eólica de 100W
A segurança é mais importante que a electricidade, execute os circuitos usando o maior cuidado possível. Os geradores eólicos podem ser perigosos quando expostos a ventos fortes as peças móveis podem produzir estragos. Salvaguarde a sua segurança e a segurança do ambiente circundante.



FERRAMENTAS
ferramentas necessárias
Materiais para o aerogerador
componentes do aerogerador
Montagem
  • Tubo 90Cm, 1" Diâmetro
  • Centro de parabólica 2''
Motor
  • 260 VDC, 5 A Ex: Motor de uma passadeira rolante
  • 30 - 50 Amp Díodos ou ponte rectificadora 
  • 2 x 5/16” x ¾”  Anilhas
  • 3" X 28 Cm tubo de PVC
Pá de Orientação
  • 1 m2 (aprox) Plástico Rígido ou Metal
  • 2 X ¾" Parafusos auto-roscantes - P.Porco
Lâminas - Pás
  • Tubo de 24" por 8" PVC  (se for resistente a UV, não necessita de o pintar)
PREPARAÇÃO
laminasCortar as Pás - o tubo permite cortar 5x2  pás.
  1. Utilize um tubo de PVC  numa superfície lisa e corte tiras rectangulares iguais.
  2. Entre extremos opostos corte em diagonal deixando 30mm até ao vértice.
  3. Verifique a figuracorte laminas
lâmina
Diagrama de acoplamento das pásCurvatura das pás e fixação das pás.
Verifique a curvatura das futuras lâminas do gerador.
O  ângulo de ataque (leading) edge deve ser arredondado de modo a oferecer menor resistência ao ar,  o ângulo de saída (tailing) edge wants deve ser agudo de modo a que o ar possa sair sem dificuldade..
Arestas vivas devem ser removidas
  1. Centro da turbinaO motor deve ser aparafusado ao apoio central e fixo no tubo de suporte, é importante que o eixo do motor esteja perfeitamente equilibrado em relação ás pás.
Equilibrar as pás
colocando motor
Montagem final turbina

.....

Aumentar a vida útil de baterias contribui para a descoberta de matrizes energéticas verdes .

Na busca por baterias recarregáveis ​​de baixo custo de longa duração, os pesquisadores a desenvolver métodos mais realistas para estudar os materiais em ação
  • Eletrólitos líquidos de baterias faz esse ponto de vista de um eletrodo sem carga (em cima) e um eletrodo de carga (em baixo) um pouco confuso. Imagem cedida por Gu et al, Nano Letters 2013
Richland, Washington - Pesquisadores desenvolveram uma maneira de ver microscopicamente eletrodos da bateria, enquanto eles são banhadas em eletrólitos molhadas, imitando condições realistas dentro de baterias reais. Enquanto ciências da vida pesquisadores usam regularmente microscopia eletrônica de transmissão para estudar ambientes úmidos, os cientistas desta vez aplicou com sucesso para pesquisa de bateria recarregável.
Os resultados, relatados em 11 de dezembro de questão da Nano Letters , é uma boa notícia para os cientistas que estudam materiais de bateria em condições secas. O trabalho revelou que muitos aspectos pode ser estudado sob condições secas, que são muito mais fáceis de usar. No entanto, são necessárias condições de chuva para estudar a camada de interfase eletrólito sólido de difícil encontrar um revestimento que se acumula na superfície do eletrodo e dramaticamente influencia o desempenho da bateria.
Saiba mais sobre reciclagem de baterias de eletrônicos
"A célula de líquido nos deu informação global sobre como os eletrodos se comportar em um ambiente bateria", disse o cientista de materiais Chongmin Wang, do Departamento de Energia do Pacific Northwest National Laboratory . "E isso vai nos ajudar a encontrar a camada de eletrólito sólido. Foi difícil de visualizar diretamente com detalhe suficiente".
Ebb, Flow, Swell
Mesmo que a eletricidade parece invisível, armazenamento e usá-la em baterias tem alguns efeitos muito físicos. Carregar uma bateria compotas elétrons para o eletrodo negativo, onde os íons de lítio carregados positivamente (ou outro íon metálico como o sódio) na corrida para encontrar e prender os elétrons. Esses íons têm que caber dentro de poros dentro do eletrodo.
Ligando um dispositivo com uma bateria faz com que os elétrons fluam para fora do eletrodo. Os iões positivos, deixados para trás, surge através do corpo da bateria e retornar para o eléctrodo positivo, onde aguardam uma outra carga.
Wang e seus colegas usaram microscópios de alta potência para ver como o fluxo e refluxo de íons carregados positivamente deformar eletrodos. Espremendo nos poros do eletrodo faz com que os eletrodos de inchar, e uso repetido pode usá-los para baixo. Por exemplo, o trabalho recente financiado pelo Centro Conjunto de Pesquisa de armazenamento de energia - uma DOE Energia Innovation Hub criado para acelerar o desenvolvimento da bateria - mostrou que os íons de sódio deixar bolhas de trás, potencialmente interferir com a função da bateria.
Mas até este ponto, os microscópios eletrônicos de transmissão só foram capazes de acomodar as células da bateria seca, o que os pesquisadores se referem a células como abertas. Em uma bateria de verdade, os eletrodos são banhadas em eletrólitos líquidos que fornecem um ambiente íons pode facilmente passar através.
Assim, trabalhando com colegas JCESR, Wang liderou o desenvolvimento de uma célula de bateria molhada em um microscópio eletrônico de transmissão em EMSL, Laboratório de Ciências Molecular Ambiental do DOE, no campus PNNL. A equipe construiu uma bateria tão pequena que vários poderia caber em um centavo. A bateria tinha um eléctrodo de silício e de um eléctrodo de metal de lítio, ambos contidos em um banho de electrólito.
Mistério Camada
Quando a equipe carregado a bateria, eles viram o swell eletrodo de silício, como esperado. No entanto, em condições secas, o eléctrodo está ligado a uma extremidade da fonte de lítio - e o inchaço é iniciado em apenas uma extremidade, como os iões de empurrar o seu caminho dentro, criando um bordo de ataque . Na célula líquido deste estudo, o lítio poderia entrar no silício em qualquer lugar ao longo do comprimento do eletrodo. A equipe observou o eletrodo inchou ao longo de toda sua extensão, no mesmo tempo .
"O eletrodo tem mais gordo e mais gordo de maneira uniforme. Isto é como isso iria acontecer dentro de uma bateria", disse Wang.
O valor total do eletrodo inchou foi aproximadamente o mesmo, porém, se os pesquisadores montaram uma célula de bateria seca ou molhada. Isso sugere que os pesquisadores podem usar qualquer condição para estudar certos aspectos materiais da bateria.
"Estamos estudando materiais de bateria com o celular, aberta seca para os últimos cinco anos", disse Wang. "Estamos felizes em descobrir que a célula aberta fornece informações precisas com relação a como se comportar eletrodos quimicamente. É muito mais fácil de fazer, então vamos continuar a usá-los."
Quanto à camada interfase eletrólito sólido indescritível vai, Wang disse que não podia vê-lo nesta experiência inicial. Em experimentos futuros, eles vão tentar reduzir a espessura da camada úmida por pelo menos metade para aumentar a resolução, o que pode fornecer detalhes suficientes para observar a camada de interfase eletrólito sólido.
"A camada é percebido como tendo propriedades peculiares e de influenciar a carga e descarga de desempenho da bateria", disse Wang. "No entanto, os pesquisadores não têm uma compreensão concisa ou o conhecimento de como se forma, sua estrutura, ou a sua química. Além disso, como ela muda com carregamento repetido e descarga ainda não está claro. É uma coisa muito misteriosa. Esperamos que a célula de líquido vai ajudar nos a descobrir esta camada mistério. "
Este trabalho foi apoiado pelo Departamento de Escritórios da Energia da Ciência e da Eficiência Energética e Energias Renováveis.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Calculo de Energia Fotovoltaica. Criação de Energia Elétrica

Efeito Fotovoltaico

O efeito fotovoltaico tem três efeitos físicos diretamente ligados e simultâneos.
  • Absorção
  • Transferência
  • Energia eléctrica

Absorção

A luz é composta por fotões que podem penetrar em alguns materiais e até atravessá-lo. Um raio luminoso que incida sobre um material pode sofrer 3 fenômenos físicos: 
  • A reflexão: a luz é reflectida pela superfície do material
  • A refracção: a luz atravessa o material
  • A absorção: a luz penetra no material mas não sai; a energia é restituída sob uma outra forma.
A energia de um fotão pode ser calculada por: 
energia fotao. 
h-constante de planck (6,62*10-34 J.s)
ν-frequência da radiação
λ-comprimento de onda (m)
c : velocidade da luz (3*108 m/s)
O material deverá ter a capacidade de absorver a luz visível. Parte do fluxo luminoso absorvido será restituído sob a forma de energia eléctrica.

Transferência

As cargas elementares que vão produzir a corrente eléctrica são os electrões, cargas negativas elementares contidas no seio dos materiais semi-condutores. Os electrões periféricos vão absorver energia dos fotões, o que lhes permite libertarem-se da influência do núcleo. Estes electrões livres produzem assim uma corrente eléctrica.

Criação Corrente Eléctrica

Um junção de material semicondutor PN ordena as cargas, o objectivo é criar um campo eléctrico no interior do material, de forma a separar as cargas negativas e as menos negativas(positivas) no outro. Esta ordenação da carga realiza-se através de uma junção PN no seio do semicondutor; A junção de uma célula solar de silício é constituída por uma parte dopada com fósforo (P), denominada de tipo n, e outra parte dopada com boro (B), denominada de tipo p.è na fronteira destas duas partes que se cria um campo eléctrico para separar as cargas positivas das negativas.

Efeito FotovoltaicoDopagem Semicondutores
efeito fotovoltaicosilício semicondutor

Eficiência Efeito Fotovoltaico

  A eficiência de uma célula de silício cristalino com 100% de energia solar irradiada é de apenas 13% de energia elétrica aproveitável.
As perdas devem-se aos seguintes factores:
  • 23,0% insuficiente energia do fotão na radiação de onda longa;
  • 32,0% excedente de energia do fotão na radiação de onda curta;
  • 20,0% gradiente eléctrico numa célula, especialmente na região da barreira de potencial;
  • 3,0% reflexão e sombreamento dos contatos frontais;
  • 8,5% recombinação;
  • 0,5% resistência em série (perdas térmicas da condução eléctrica).