segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A luz do sol e os ventos agora trazem mais sustentabilidade ao SAU na BR 392 no Rio Grande do Sul


Energia solar fotovoltaica e eólica no Serviço de Atendimento ao Usuário na BR 392 em Capão Seco
A luz do sol e os ventos agora trazem mais sustentabilidade ao SAU na BR 392 no Rio Grande do Sul

A partir de agora a energia que abastece o Serviço de Atendimento ao Usuário da BR 392 em Capão Seco, no Rio Grande do Sul, é gerada pela luz do sol e pelos ventos. O projeto chamado de Sau Ecoeficiente, realizado pela empresa Ecosul de Pelotas, instalou um aerogerador e um sistema solar fotovoltaico, equipamentos para microgeração de energia eólica e solar, visando a redução do impacto ambiental utilizando as energias renováveis, recursos naturais abundantes na região e, que traduzem bem a intenção de atuação da empresa: de forma consciente e limpa.
O sistema instalado pela Energia Pura inclui um aerogerador de 2.4 kW e dezesseis painéis solares fotovoltaicos totalizando 4 kW de potência solar instalada. O sistema híbrido será conectado ao painel principal de distribuição do posto que fica no Polo Rodoviário de Pelotas. Os painéis fotovoltaicos foram instalados em uma estrutura metálica galvanizada no solo e tem diversas vantagens como vida útil superior a 35 anos, não ser poluente, não perturbar o ambiente (silencioso) e não precisar de manutenção, apenas limpeza periódica visando um melhor aproveitamento dos raios solares para produzir eletricidade. "Esta é a escolha natural das empresas e pessoas preocupados em produzir energia limpa em harmonia com o meio ambiente e as necessidades humanas" afirma o analista de Sustentabilidade da empresa Alexandre Izquierdo. "Optamos por este tipo de fornecimento de energia alternativa pois estamos preocupados com a natureza e reduzir o impacto ambiental de nossas atividades através da energia gerada por fontes renováveis, prioridades da Ecosul".
Pelos ventos virá a energia através de um equipamento chamado Aerogerador Skystream 3.7, um sistema integrado que produz potência compatível com voltagens de 110 e 240 volts,  fornecendo de 40 a 90% de energia necessária em uma casa ou pequeno negócio. É uma espécie de catavento, em grandes proporções. Este modelo vem pronto para conexão à rede e trabalha em paralelo com a concessionária local de energia.
Para entender melhor, o sistema funciona da seguinte maneira: as pás da turbina são projetadas para capturar a energia cinética contida no vento. Quando as pás da turbina capturam a esta energia e começam a se mover, elas giram um eixo que une o cubo do rotor a um gerador. Este gerador transforma a energia rotacional em eletricidade. “A Ecosul segue, então, uma tendência mundial”, avalia Alexandre. A expansão da energia eólica em escala universal avança a passos largos. A cada ano, o número de aerogeradores cresce cerca 20% em todo o mundo. A Associação Mundial de Energia Eólica estima que até 2020 o volume energético gerado pelo vento irá quadruplicar, chegando a mais de mil gigawatts e superando a produção de energia nuclear.
O Grupo Ecosul faz parte do Ecorodovias, um dos maiores grupos de infraestrutura e logística intermodal do Brasil. Conta com seis concessões rodoviárias nas regiões Sul e Sudeste, somando mais de 1.900 quilômetros de rodovias por onde passam 120 milhões de veículos por ano, representando 52,8% do fluxo de passageiros e turistas, e 48% de toda a carga nacional movimentada no país. Além disso, o Grupo Ecorodovias está presente no setor portuário, por meio do Ecoporto Santos, terceiro maior terminal do Porto de Santos e quinto maior do país, e no setor de logística, com a Elog, empresa com 15 unidades logísticas, entre plataformas multimodais, portos secos, CLIAs (Centro Logístico e Industrial Aduaneiro) e centros de distribuição. O Grupo Ecorodovias tem a estratégia de atuar, de forma sinérgica, nos principais corredores de importação, exportação e turismo e ajudar o Brasil a chegar ao futuro.
Vantagens para o meio ambiente
Energia eólica: não causa emissões ao ambiente ou à água e não produz nenhum tipo de lixo tóxico. Também não faz uso de fontes naturais e não danifica ao meio ambiente em sua extração. 
Energia solar fotovoltaica: A interação entre o silício e a luz solar, que gera a energia fotovoltaica, não produz resíduos. Por isso, ela é considerada uma fonte de energia limpa ou ecológica. Além disso, a radiação solar é abundante e inesgotável, com grande potencial de utilização.
Sistema solar fotovoltaico na BR 392 energia solar
 DEZESSEIS PAINÉIS SOLARES FOTOVOLTAICOS TOTALIZANDO 4. KW DE POTÊNCIA SOLAR INSTALADO. 

AEROGERADOR DE 2.4  Kw.
SAU Ecoeficiente na BR 392 com energia eólica e solar fotovoltaica by Energia Pura Empreendimentos

Sistema solar fotovoltaico no SAU da BR 392 energia fotovoltaica
Inversor SMA
   Inversor Grid Tie SMA 7 kW. Sunny Mini Central
Fonte: 
 Pelotas, RS

Indústria fotovoltaica global instala 9GW no 3T13Montante é 20% maior na comparação com o mesmo período do ano passado, aponta estudo da Solarbuzz

Crédito: Getty Images
A indústria solar fotovoltaica global alcançou a marca recorde de 9GW instalados no terceiro trimestre de 2013. O montante é 20% maior na comparação com o mesmo período do ano passado e aponta alta de 6% ante o trimestre anterior. Os números são da consultoria Solarbuzz, especializada na indústria solar, que faz periodicamente o levantamento junto aos 100 principais países do setor fotovoltaico.
O montante instalado foi recorde tanto no segundo quanto no terceiro trimestre deste ano,resultando em mais de 17GW de nova capacidade solar. Na soma dos dois períodos, o total é 3GW maior do que o do mesmo período do ano passado.
"Esses níveis recordes são fundamentais para a recuperação do setor fotovoltaico. Com a confiança junto ao consumidor final restabelecida, os principais fabricantes podem buscar estratégias mais agressivas para desembarcar tanto em mercados estabilizados quanto nos emergentes, apesar da preocupação com o impacto das tensões comerciais no crescimento deste negócio", disse Michael Barjer, analista sênior da Solarbuzz.
Os preços continuaram estáveis no trimestre na comparação com o mesmo período do ano passado. Combinado a uma forte demanda industrial, as receitas no mercado final cresceram consecutivamente nos três trimestres e excederam US$13 bilhões no último deles.
O mercado-final de sistemas fotovoltaicos deve atingir US$21 bilhões no último trimestre, com o acumulado do ano entre US$65 e US$75 bilhões. O patamar pode superar 2012, que registrou US$68 bilhões, mas ficará abaixo dos US$92 bilhões de 2011.
A demanda deverá crescer e ficar entre 10GW e 12GW no último trimestre, com boa parte desses montantes instalados na China e nos Estados Unidos.

São Paulo, 17 de Outubro de 2013 - 16:40 Brasil aumenta em 9,2 mil MW a geração de energia Desse total, 3,7 mil MW são gerados a partir de 11 UHEs, 4,59 MW a partir de 38 UTEs, 762 MW a partir de 30 eólicas, e 152 MW a partir de oito PCHsDa redação, com informações da Agência Brasil

Crédito: Roosevelt Pinheiro/Abr
A segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) agregou mais 9.231 megawatts (MW) de energia à capacidade de geração do Brasil. Desse total, 3,7 mil MW são gerados a partir de 11 usinas hidrelétricas; 4,59 mil MW a partir de 38 usinas térmicas; 762 MW a partir de 30 usinas eólicas; e 152 MW a partir de oito pequenas centrais hidrelétricas.
Quando as obras em andamento forem concluídas, 26,5 mil MW serão agregados ao parque gerador brasileiro, a partir de mais oito hidrelétricas, 11 térmicas, 122 eólicas e cinco pequenas centrais hidrelétricas. Os números constam do oitavo balanço da segunda fase do PAC, divulgado nesta quinta-feira (17/10).
De acordo com o balanço, a Usina Hidrelétrica de Belo Monte terá investimento de R$ 28,9 bilhões e está com 34% das obras concluídas. Localizada no Pará, a usina terá capacidade instalada de 11.233 MW.
Vinte e seis linhas de transmissão foram concluídas, totalizando 8.270 quilômetros (km) de extensão, para levar a energia gerada ao mercado consumidor. Outras 38 linhas, com extensão de 10.154 km, estão com obras em andamento. Há ainda 32 subestações em construção.
Entre as que estão em operação está a do Circuito 1 da Interligação Madeira-Porto Velho-Araraquara, com 2.375 km, ainda em fase de testes. A Interligação Tucuruí-Macapá-Manaus (1.798 km) tem dois trechos concluídos que somam 1.085 km de extensão. Outros 16.554 km de linhas serão viabilizados por meio de nove leilões já feitos, com previsão de investimentos da ordem de R$ 18,6 bilhões.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Células solares de grafeno agora um passo mais perto da realidade .

Células solares de grafeno já estão um passo mais perto da realidade, graças a uma nova descoberta feita por pesquisadores do Instituto HZB para Fotovoltaica Silício. A descoberta: as muitas propriedades impressionantes do grafeno, como a extrema condutividade e transparência "completo", por exemplo, são, aparentemente, totalmente isento da aplicação de película fina de silício. A descoberta significa que os sistemas fotovoltaicos de filme fino que utilizam muitas grandes qualidades do grafeno poderia ser apenas fora do horizonte.
O grafeno é considerado por muitos pesquisadores como uma "quase perfeita" material de candidato para as camadas de contato transparente usado em células solares -. "Para conduzir a eletricidade, sem reduzir a quantidade de luz recebida", graças à capacidade do material que é o que tem sido teorizado de qualquer maneira - até que o material é testado em ambientes do mundo real, há incógnitas. Esta nova pesquisa traz agora o dia em que o grafeno pode ser ser testados para essa finalidade, em condições do mundo real, muito mais perto.
Grafeno foi depositada sobre um substrato de vidro.  A camada ultrafina, mas é uma espessa camada atômica (0,3 Angström, ou 0,03 nanômetros), apesar de portadores de carga são capazes de mover-se livremente dentro desta camada.  Esta propriedade é mantida mesmo se a camada de grafeno é coberto com amorfo ou silício policristalino.  Crédito da imagem: Marc A. Gluba / HZB
Grafeno foi depositada sobre um substrato de vidro. A camada ultrafina, mas é uma espessa camada atômica (0,3 Angström, ou 0,03 nanômetros), apesar de portadores de carga são capazes de mover-se livremente dentro desta camada. Esta propriedade é mantida mesmo se a camada de grafeno é coberto com amorfo ou silício policristalino. 
Crédito da imagem: Marc A. Gluba / HZB

"Nós examinamos como as propriedades condutoras do grafeno mudar se for incorporada em uma pilha de camadas semelhantes a uma célula de película fina de silício solar e ficaram surpresos ao descobrir que essas propriedades realmente mudar muito pouco", explica o pesquisador Marc Gluba.
O comunicado de imprensa do  Helmholtz-Zentrum für Berlin Materialien und Energie  fornece detalhes sobre a pesquisa:
Para este fim, elas cresceram grafeno sobre uma folha de cobre fina, próxima transferido para um substrato de vidro, e, finalmente, revestida com uma película fina de silício. Eles examinaram duas versões diferentes que são vulgarmente utilizados nas tecnologias convencionais de película fina de silício: uma amostra continha uma camada de silício amorfo, em que os átomos de silício se encontram em estado desordenado semelhante a um endurecidos glas fundidos, por outro amostra continha silício policristalino para ajudá-los a observar os efeitos de um processo de cristalização padrão sobre as propriedades do grafeno.
Embora a morfologia da camada superior mudado completamente como resultado de ter sido aquecido a uma temperatura de várias centenas de graus C, o grafeno é ainda detectável.
"Isso é algo que não esperava encontrar, mas nossos resultados mostram que o grafeno permanece grafeno, mesmo se ele é revestido com silicone", afirma o pesquisador Norbert Nickel. "As medições de mobilidade do portador usando o efeito de Hall revelou que a mobilidade dos portadores de carga no interior da camada de grafeno incorporado é aproximadamente 30 vezes maior do que as camadas de contacto de óxido de zinco convencionais baseados em."
Gluba acrescenta: "Na verdade, tem sido um verdadeiro desafio de ligar esta fina camada de contacto, que não é senão uma espessa camada atômica, para contatos externos. Estamos ainda ter que trabalhar nisso. "


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Controladores de MPPT Rastreamento.




Controladores de MPPT
Rastreamento de ponto de potência máxima  (MPPT) é uma técnica usada para obter a potência máxima possível de um ou mais dispositivos fotovoltaicos, painéis solares, embora tipicamente sistemas de transmissão de potência óptica pode se beneficiar da tecnologia similar.As células solares têm uma relação complexa entre a irradiação solar, a temperatura e a resistência total que produz uma eficiência de saída não linear, que pode ser analisado com base na curva IV. É o objectivo do sistema de MPPT para amostrar a saída das células e aplicar a resistência adequada (carga) para se obter o máximo de potência para um dado condições ambientais. Dispositivos MPPT são normalmente integrados em um sistema conversor de energia elétrica que fornece a conversão de tensão ou corrente, filtragem e regulação para a condução de cargas diversas, incluindo redes de energia, baterias, ou motores.

Mais Energia com o mesmo vento.PowerUp. Nova ecnologia da GE aumentará em até 5% a potência gerada por nossas turbinas Eólicas.

Desde que as turbinas eólicas da GE começaram a ser instaladas em todo o mundo, há uma década, nossos engenheiros continuaram adicionando hardwares e atualizando softwares para torná-las mais modernas e eficientes.
Andy Holt, gerente geral de projetos e serviços de Energia Renovável da GE Power & Water, diz que o advento do Big Data e da chamada “nuvem industrial segura” (secure industrial cloud), abrem caminho para que nossos engenheiros façam com que as turbinas sejam mais eficientes.
Um bom exemplo dentro dessa tendência é a nova tecnologia PowerUp, lançada recentemente pela GE, durante o evento Minds and Machines, em Chicago, nos Estados Unidos.

“O PowerUp tem comandos que nos permitem sintonizar as diferentes partes da turbina eólica para fazê-la funcionar em um nível ideal”, explica Holt.

Só no Brasil, a GE já instalou mais de 500 turbinas eólicas, sendo a maioria delas na região nordeste do país. E, certamente, essa nova tecnologia será muito bem-vinda para melhorar ainda mais a eficiência dos nossos equipamentos aqui.
Quer saber mais sobre o PowerUp? Acesse a revista eletrônica Txchnologist. 
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Desempenho fixo-base em uma plataforma flutuante 13 de setembro de 2013 por Eize de Vries MUNDIAL: Os japoneses poderiam muito bem ser o mais próximo de comercializar a tecnologia eólica offshore flutuante, mas os holandeses e alemães também estão fazendo um progresso rápido.

2MW WindFloat flutuante de energia eólica offshore de 5 km da EDP Agucadoura, Portugal (crédito da foto: Untrakdrover)
2 MW WindFloat flutuante de energia eólica offshore de 5 km da EDP Agucadoura, Portugal : Untrakdrover)
GICON consultoria de engenharia alemã desenvolveu e totalmente testado um modelo em
 escala de uma base modular-design flutuante para implantação em profundidades de água 20-700 metros. A empresa alega que as características de desempenho e estabilidade de sua tecnologia GICON-SOF, uma base flutuante offshore desenvolvido com o apoio financeiro da Ciência e Tecnologia Ministério alemão, são comparáveis ​​às fundações fixas do tipo monopile, incluindo o comportamento de acordo com as condições de alta da onda e de alta vento mais exigentes.

Maquete
No início de 2012, GICON testado com sucesso um modelo em escala 1:25 de sua Tensão Leg Platform (TLP) base flutuante, com uma turbina montada na Hamburg Ship Model Basin HSVA.O programa testado várias condições operacionais e de transporte, incluindo a estabilidade de reboque no mar.

A estrutura ancorada também foi exposto a várias alturas e direções de onda, incluindo as ondas desonestos simulados equivalentes às ondas de 20 metros em condições naturais. "A resposta da estrutura e desempenho sob tais condições marinhas extremas e duras demonstrado em Hamburgo superou todas as nossas expectativas", GICON CEO Jochen Grossmann disse no Maritime Research Institute Netherlands (Marin) em junho, quando o instituto foi a realização de testes finais de modelo de escala. 

domingo, 13 de outubro de 2013

16 Factos Interessantes Sobre a Energia Solar

Factos interessantes sobre energia solarA energia solar é uma fonte de energia alternativa, e pode dizer-se que encerra o maior potencial em termos de consumo humano. A energia solar encontra-se à disposição e pode ser aproveitada em praticamente todo o lado. Ela constitui ainda uma fonte de energia limpa e maravilhosamente gratuita. Outra vantagem é que a tecnologia necessária para fazer a energia solar funcionar já existe.
Para que possa conhecer melhor esta fonte de energia ecológica apresentamos-lhe 16 factos sobre a energia solar que o vão ajudar a compreender melhor e a apreciar o sol, bem como aquilo que ele pode oferecer:

1. A energia solar não é uma novidade

A tecnologia e o equipamento actualmente utilizados para aproveitar a energia oriunda do sol podem ser modernos, mas na realidade esta prática já é antiga. De facto, ela era já aproveitada pelos gregos antigos e pelos índios americanos, remontando a pelo menos 400 AC. O calor gerado pelo sol era amplamente utilizado para aquecer as casas.
Os romanos também utilizavam os raios solares, instalando janelas de vidro para deixar o sol entrar e aquecer as casas. Esta energia era ainda maximizada para o crescimento de plantas em pequenas estufas de vidro.

2. A primeira ferramenta construída para captar os raios solares foi construída há mais de 200 anos

O vidro tornou-se um material popular em construções, na joalharia e mesmo em experiências científicas. Ao observar que as divisões e as carruagens aqueciam quando a luz atravessava o vidro, um naturalista europeu chamado Horace de Saussure decidiu construir uma primeira versão da “caixa quente” no final da década de 60 do século XVIII. Mais tarde foram construídas outras caixas quentes com resultados cada vez mais promissores. Um bom exemplo foi o das caixas quentes construídas pelo astrofísico John Herschel nos anos 30 do século XIX.

3. A tecnologia que abastece os painéis utilizados na energia solar tem-se mantido a mesma, de uma forma geral, durante toda a última década

A maioria dos painéis que são atualmente instalados em telhados utiliza basicamente o mesmo esquema que os painéis instalados há cerca de dez anos atrás.

4. O sol produz mais energia do que aquela que nós precisamos

O sol converte 600 milhões de toneladas de protões em hélio a cada segundo, libertando-o sob a forma de energia. Nós precisamos de apenas 1/10,000 dessa energia.

5. Os combustíveis fósseis são o resultado da ação do sol

O petróleo, o carvão e o gás natural são tipos de combustíveis fósseis constituídos por materiais orgânicos oriundos dos corpos de plantas e de animais que viveram há muito tempo atrás e que dependeram do sol para se alimentarem e sobreviverem.

6. Até Albert Einstein participou no processo

Em 1921, Einstein recebeu o Premio Nobel pelos seus trabalhos realizados sobre o efeito fotoelétrico.

7. A energia solar é o tipo de energia mais limpo que existe

Um dos factos mais relevantes no que diz respeito à energia solar é que a energia oriunda do sol é a mais amiga do ambiente, quando comparada com outras formas de energia alternativa. Ela oferece ainda um padrão consistente de qualidade, sendo por isso uma fonte de confiança.

8. A energia solar é uma energia calma

Outra vantagem ligada à utilização deste tipo de energia é a ausência de relâmpagos ruidosos, peças em movimento ou silvos de vapor. Não só é uma energia limpa como não é ruidosa, e por essa razão a sua utilização é ideal, tanto em áreas urbanas como rurais.

9. Em última análise o sol é mais barato do que os combustíveis retirados da terra

A energia solar é calculada com base nos quilowatts por hora, onde 1 quilowatt corresponde a 1,000 watts. A 1 kW de energia produzida num gerador solar correspondem aproximadamente 170 lb de carvão. Ao escolher esta fonte de energia alternativa está a evitar que 300 lbs de dióxido de carbono sejam libertados e poluam o ambiente.

10. A energia solar é uma fonte de energia muito flexível

A energia oriunda do sol pode ser aproveitada num amplo leque de aplicações, desde aplicações em pequena escala (como casas de pequenas dimensões, cabanas, jardins) a aplicações de grande escala (mansões, edifícios comerciais, fábricas). Ela pode abastecer de energia uma pequena lâmpada, aquecer uma piscina de grandes dimensões, alimentar um carregador portátil, fazer um microondas funcionar ou mesmo um automóvel.

11. Ela encerra um grande potencial no campo da aeronáutica

Em 1990 foi construído um avião movido a energia solar, que cruzou o território americano. O avião utilizou apenas energia produzida a partir do sol e voou mais de 4,000 km. A tecnologia é promissora, mas ainda tem de ser aperfeiçoada para poder ser utilizada de forma comercial.

12. A maior estação de energia solar que utiliza um sistema de rastreamento foto voltaico situa-se na Bavária 

A electricidade solar Arnstein fornece 12 mega watts de energia, utilizando o sol como a sua única fonte de energia. Ela alberga cerca de 1,400 painéis solares e pode fornecer energia suficiente para abastecer mais de 3,000 casas. Em termos de capacidade ela é seguida de perto pela Bavaria Solarpark, que fornece 10 mega watts de energia. O que é mais impressionante nestes dados é que a Alemanha recebe apenas uma quantidade moderada de sol.
No entanto, a maior estação de energia situa-se nos EUA. Esta estação encontra-se no deserto Mojave, na Califórnia. O sistema gerador de energia solar produz uns colossais 354 mega watts.

13. O tamanho importa

No que toca a painéis solares, a eficiência depende do tamanho. Embora uma quantidade pequena de painéis chegue para captar energia solar e utilizá-la da forma que entender, a energia que ela produz pode não ser suficiente para sair da rede. Para gerir uma casa que dependa maioritariamente da energia solar são precisos painéis solares de grandes dimensões – muitos – pelo que precisa de uma quantidade de espaço significativa no seu quintal para aumentar a eficiência do processo.

14. O preço da energia solar está a descer

Uma das principais razões pelas quais a energia solar ainda não se tornou numa das maiores fontes de energia em residências e instalações comerciais é o preço do seu equipamento. Mas com o aumento da produção os preços dos materiais estão a tornar-se relativamente acessíveis.

15. A energia solar pode reembolsar-lhe o investimento

Ao instalar painéis solares pode produzir energia a mais, e é possível vender esta energia em excesso à rede. Já muitas pessoas o estão a fazer e a receber um retorno do seu investimento.

16. A energia solar pode marcar a diferença

Estima-se que 2 biliões de pessoas não tenham acesso à eletricidade no nosso planeta. A energia solar pode resolver este problema.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

JORDÂNIA: Espanhol-egípcio turbina fabricante MTorres Olvega Industries (MTOI) tornou-se a primeira fabricante a fechar um contrato na Jordânia.

MTOI turbina - a primeira na Jordânia
MTOI turbina - a primeira na Jordânia
O acordo anunciado ontem é para apenas uma máquina 1.65 MW indo para a investigação, desenvolvimento e demonstração projeto desenvolvido pelo Centro Nacional de Pesquisa Energética (NERC).
O projeto está localizado em Shoubak, na fronteira com a cidade ocidental de Tafilah, perto do parque eólico de 117 MW, planejada com o mesmo nome.
Em maio deste ano, a dinamarquesa Vestas gigantescas turbinas disse que estava negociando um contrato de 117 MW, mas recusou-se a confirmar Talifah era o alvo. Até o momento nenhum acordo foi anunciado.
Com o contrato Jordan, MTOI está consolidando pontos de apoio na região do Oriente Médio. Embora MTOI tem uma fábrica em Olvega, Espanha, seus parceiros espanhóis cedeu o controle de 90% para engenharia elétrica e cabo gigante egípcio El Sewedy.
MTOI diz que já está fornecendo 37 máquinas 1.65MW ao projeto Dernah, primeiro parque eólico da Líbia, e torres para um projeto de 200 MW, no Egito.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

CORTINAS DE LUZ SOLAR. Iluminação com Sistema Fotovoltaico em Persianas.

    Embora possamos ter o seu papel no consumo de energia para concedido, cortinas de janela são um fator crucial para a casa eo consumo de energia de negócios; economia de energia na refrigeração, bloqueando o calor do sol, ou, alternativamente, fornecendo natural - livre - a luz. Mas o que acontece quando o sol se põe? G & P foram pioneiros uma inovação notável que, ironicamente, usa o poder do sol para manter alimentar sua vida com energia verde limpa, durante toda a noite!
  • GP-SLB
  • LUZ SOLAR Persianas
    Como isso funciona?
    As cortinas são revestidas com células solares, que captam a luz e armazenar as suas propriedades de energia convertida em uma pequena bateria oculta na parte superior das persianas. À noite, a acusação de esta bateria pode ser enviado para folha de neon eletroluminescente que também é alinhar as persianas. Esta folha é de tecido mole, que omite um brilho suave quando combinada com uma corrente elétrica. Os mais blinds no conjunto, e quanto mais jogos na sala, o mais forte a luz. Em uma sala instalada com conjuntos completos de as cortinas solares, você pode escolher entre a luz ambiente suave para uma área totalmente iluminada.
    Como ele se parece?
    Uma das razões por que G & P subiram à frente de seus concorrentes é não só a sua dedicação à inovação tecnológica a preços competitivos, mas seu entendimento de que produtos solares não só deve incorporar a funcionalidade na vida dos clientes, mas integrar visualmente nos ambientes tornam-se parte de . G & P persianas solares estão muito bem e elegantemente concebido, o que significa que a redução do consumo de energia do seu mundo não comprometer o seu estilo!

Sistemas de Bioenergia para um ciclo sustentável O post de hoje foi escrito pela Líder de Sistemas de Bioenergia do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil, Suzana Domingues. Ela conta sobre o seu trabalho para ajudar o país a produzir energia mais limpa.


Não é de hoje que o Brasil e o mundo estão em busca de fontes mais limpas de energia, que gerem menos impacto ao meio ambiente, reduzam os efeitos do aquecimento global e poupem os recursos naturais para que possam ser usufruídos também pelas próximas gerações. Essa busca vem se transformando em soluções práticas, integrando o conceito de sustentabilidade em nossas vidas.
Nosso país já é reconhecido pelo alto índice de utilização de fontes de energia limpa em sua matriz energética, principalmente pela hidroeletricidade e etanol. Adicionalmente, outras fontes também estão crescendo em importância, como a biomassa de bagaço da cana e o vento. Estas e outras oportunidades de diversificação da matriz energética promovem o Brasil como um dos líderes mundiais na pesquisa de fontes alternativas para a geração de bioenergia como, por exemplo, pelo reaproveitamento de resíduos de biomassa de madeira, milho, soja, e arroz, entre outros, ou por meio do cultivo de algas.
Essas novas fontes poderão suprir, de forma distribuída, o adicional de energia elétrica necessário para o crescimento da demanda das indústrias e dos indivíduos, além de contribuir na produção de biocombustíveis como o biodiesel ou bioquerosene, adicionais ao etanol que já é utilizado em larga escala, principalmente na frota de automóveis flex.
Nosso trabalho na área de Sistemas de Bioenergia do Centro de Pesquisas Global da GE é justamente ajudar o País com inovações que contribuam para a evolução desse processo de produção de energia mais limpa, pelo reaproveitamento de resíduos e redução no uso de recursos naturais, o que se traduz em um ciclo mais sustentável.
Uma das ações que já temos em andamento é o trabalho conjunto com a GE Power & Water na aplicação de tecnologias que adicionam valor a subprodutos e resíduos de diversas indústrias. Um exemplo prático é o trabalho realizado com a vinhaça, subproduto da produção do etanol Para cada litro de etanol produzido, são gerados cerca de 12 litros de vinhaça, o que totaliza um volume de 250 bilhões de litros de vinhaça para a atual geração de etanol. Sendo assim, quanto mais se fabrica etanol, mais se produz vinhaça, subproduto custoso para os fabricantes por toda a logística necessária para o seu reaproveitamento.
Nesse caso, o Centro de Pesquisas está trabalhando em duas frentes: uma que desenvolve tecnologias para reduzir a quantidade de vinhaça gerada durante a fabricação do etanol; e outra que elabora processos para reaproveitar os componentes da vinhaça, como a água – que pode ser reutilizada na cadeia de produção – e o potássio e outros sais, que podem continuar sendo usados como fertilizantes.
Temos um longo trabalho pela frente, mas estamos confiantes de que nossa parceria com os negócios da GE, com as indústrias brasileiras e outros centros de pesquisas trarão soluções que ajudarão o Brasil e o mundo a produzir energia de forma mais limpa, reaproveitando melhor os resíduos e gerando de forma permanente um ciclo sustentável.

sábado, 28 de setembro de 2013

São Paulo, 26 de Setembro de 2013 - 18:00 P&D da indústria eólica atrai investimentos de R$250 milhões Aneel deve consolidar avaliações das propostas até 16 de outubro Da redação

Crédito: Divulgação
Publicada em fevereiro, a Chamada de Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Estratégico nº 017/2013 “Desenvolvimento de Tecnologia Nacional de Geração Eólica” recebeu ao todo cinco propostas, com investimento na ordem de R$ 250 milhões, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). As empresas que apresentaram propostas foram a Celesc, Chesf, com dois projetos, Queiroz Galvão e Tractebel.
Os projetos preveem o desenvolvimento de tecnologia nacional para geração eólica que abordam desde micro e mini-geração a geradores de 3 MW. Também incluem peças como pás, nacele, geradores, conversores e torres até a usina completa. A Aneel deve consolidar as avaliações das propostas até 16 de outubro. Se todas forem aprovadas, haverá um prazo de 48 meses para execução e conclusão dos projetos.

O P&D considera temas cujo desenvolvimento é de interesse nacional e de grande relevância para o setor elétrico, envolvendo elevada complexidade em termos científicos ou tecnológicos e baixa atratividade para investimento como estratégia empresarial isolada ou individual. É o caso do desenvolvimento e domínio da tecnologia de geração eólica: em cerca de 10 anos, o Brasil saiu de uma potência instalada de aproximadamente 20 MW para um total de 2.106,9 MW, o que representa 1,69% da matriz de energia.

A agência, ao promover a chamada, considerou o fato de a base tecnológica e expertise estarem concentradas em centros de pesquisa localizados no exterior, o que aumenta a dependência tecnológica do Brasil e limita sua capacidade de desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social. Outro fator limitador é que as turbinas que chegam ao Brasil vêm com certificação de fora.

A obrigatoriedade na aplicação dos recursos em P&D está prevista em lei e nos contratos de concessão, cabendo à agência regulamentar o investimento no programa, acompanhar a execução dos projetos e avaliar seus resultados. A legislação estabelece que as empresas concessionárias, permissionárias ou autorizadas de distribuição, transmissão e geração de energia elétrica devem aplicar anualmente um percentual mínimo de sua receita operacional líquida no Programa de P&D do setor de energia elétrica. As diretrizes e orientações que regulamentam a elaboração de projetos estão no Manual de P&D.

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Crédito: GettyImages
O Ministério de Minas e Energia (MME) aprovou as diretrizes a serem aplicadas na realização do próximo leilão A-3, marcado para 18 de novembro. O certame será o primeiro a possibilitar a participação da fonte solar, conforme Portaria 325, publicada nesta quinta-feira (26/09) no Diário Oficial da União.
Ficou definido que poderão participar as centrais de geração fotovoltaica ou heliotérmica, com potência maior ou igual a 5 MW, na modalidade por disponibilidade. Projetos térmicos movidos a biomassa e a gás natural, bem como usinas eólicas, também poderão vender energia, na modalidade por disponibilidade. Já ampliação de hidrelétricas e pequenas centrais (PCHs) participarão na modalidade por quantidade.
Segundo a Empresa de Pesquisa Energética  (P.E), 784 (19.413 MW) projetos se cadastraram para participar do certame, onde serão negociados Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEARs) de 20 anos, com início de suprimento em 1º de janeiro de 2016.
As fontes eólica e solar lideraram o número de projetos cadastrados: 629 (15.042 MW) usinas do vento, e 119 (3.019 MW) projetos solares (fotovoltaica e heliotérmica).

Como gerar energia eólica em casa? Gerar energia eólica em casa, injetar na rede pública e até ganhar créditos na conta de luz já é possível. Conheça os detalhese o custo dos aerogeradores domésticos

Até o ano passado, uma família brasileira tinha apenas duas motivações para produzir energia com a força do vento: a falta de abastecimento público (ou as falhas crônicas no serviço) e o desejo de trilhar caminhos mais sustentáveis. Desde abril, porém, uma mudança na legislação – a Resolução nº 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) – dá um incentivo a mais ao permitir a micro e a minigeração distribuída. Traduzindo: dá sinal verde para que sistemas alternativos de geração de energia limpa injetem sua produção na rede da distribuidora local. Com isso, além de suprir parte da demanda da casa e pagar menos pela conta mensal, o cliente ganha créditos para descontar nas próximas faturas toda vez que a geração de energia for maior do que o consumo. “É um primeiro passo importantíssimo”, diz Elbia Melo, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).
Como funciona
Marcelo Garcia
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Para ter acesso à microgeração distribuída, é preciso apresentar um projeto à distribuidora. Se aprovado, o cliente arcará com os custos de todos os equipamentos e do novo medidor, que registrará a entrada e a saída de energia. Veja, abaixo, os componentes do sistema:
1. Pás: sistemas eólicos funcionam apenas em locais com ventos fortes e constantes, capazes de tirar as pás da inércia e mantê-las em movimento. O design do aerogerador influencia seu desempenho. Alguns modelos contam com um dispositivo especial que posiciona as pás na direção do vento.
2. Rotor: é a parte da turbina que gira em torno de seu próprio eixo, convertendo a energia cinética do vento na energia mecânica que, em seguida, movimenta um gerador elétrico.
3. Baterias: em sistemas desconectados da rede pública (off grid), é necessário contar com um banco de baterias para armazenar a energia gerada. Já na microgeração distribuída (grid tie), como a energia produzida é injetada na rede pública, as baterias viram uma opção para oferecer alguma autonomia contra apagões.
4. Rede pública: para garantir a proteção, a segurança e a operação do sistema de distribuição, a concessionária estabelece padrões técnicos a serem cumpridos pelo cliente interessado no grid tie – que também pode combinar energia eólica com solar, por exemplo, para compensar períodos de menor incidência de ventos.
5. Consumo: a energia gerada é contabilizada (em kWh) no medidor. A fatura representará a diferença entre a geração e o consumo familiar. Saldos positivos viram créditos que podem ser usados por 36 meses (inclusive em outros endereços, desde que sejam do mesmo titular e na mesma área de concessão).

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Micro-Inversores para painéis solares Enphase M215 vs. M250 Microinverters

Enphase M215 vs M250 MicroinvertersQual é a diferença entre o Enphase M215 microinverter e todos os novos M250 microinverter Enphase ?
Ambos Microinverters são compatíveis para módulos solares de células 60 e maximizar a produção a partir do seu painel solar ...
Quais melhorias foram feitas para o Enphase M250 microinverter ? Vamos dar uma olhada!



M215 Microinverters


Enphase 3 ª Geração


215 Watts AC

Melhor emparelhado com 250W painéis solares .

GEC Obrigatório

 

M250 Microinverters



Enphase 4 ª Geração


250 Watts AC

Melhor emparelhado com módulos solares de 280W e superior

No GEC Obrigatório

No chão do condutor de aterramento do eletrodo ( GEC ) Necessário para a M250 ?


Como mostrado na imagem abaixo   não condutor de aterramento Eletrodo ( GEC ) é necessária para o Enphase M250 microinverter . Isso reduz os custos trabalhistas , o tempo gasto no telhado e materiais.

 

Otimização individuas
Microinverters anexar na parte de trás de cada painel solar, otimizando cada módulo solar para executar em seu potencial máximo. Isso significa que não há nenhum ponto único de falha .
Por exemplo, se um painel solar é sombreada , os outros painéis solares em que o sistema iria trabalhar de forma independente , maximizando a saída da sua matriz.

escala-bílidade
Como cada painel solar tem seu próprio inversor , expandindo seu sistema solar é muito mais simples .
Inversores centrais vão ser projetados para um determinado tamanho, assim você pode acabar restringing seu sistema, comprar outro conversor , etc

Relatórios de desempenho
Web-based monitoramento ou " Enphase Iluminai " software está incorporado no sistema Enphase para fornecer análises detalhadas para ajudá -lo a maximizar a saúde ea produção de seu sistema solar.

Segurança
Microinverters eliminar a necessidade de cabos de alta tensão de CC , o que é uma preocupação de segurança , algumas pessoas têm com inversores centrais .






Por Microinverters Enphase ?
Enphase Micro-inverters são uma alternativa eficaz para o mais tradicional inversor grid- amarrado a converte esta energia DC produzido por painéis solares para a qualidade da rede AC (corrente alternada ) para alimentar seus aparelhos elétricos .Enphase M215 Microinverters ter tido um tremendo sucesso em os EUA para aplicações solares residencial nos últimos anos , particularmente na Califórnia.



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Lâmpadas e notebooks: saem os fios, entram as antenas como condutores.

Lâmpadas e notebooks: saem os fios, entram as antenas
A tecnologia SUPA deverá chegar ao mercado em 2014, com previsão de potência suficiente para alimentar tablets e notebooks. [Imagem: Fraunhofer ENAS]
Luz sem fios
Com a ajuda dos LEDs, abajures e luminárias estão se tornando cada vez menores e mais práticos.
E, com a ajuda do design, além de iluminar, estão se tornando peças de decoração bastante atraentes.
O problema é que nada disso combina com um grosso fio que precisa ser estendido até uma tomada, destruindo o apelo visual e eliminando qualquer praticidade.
A solução pode estar na transmissão de eletricidade sem fios, que substitui os fios por antenas.
A viabilidade dessa opção acaba de ser demonstrada por engenheiros do Instituto de Nanossistemas Eletrônicos, da Alemanha.
Eles batizaram sua tecnologia de SUPA (Smart Universal Power Antenna, antena inteligente universal de potência, em tradução livre).
"Sem cabos, você pode colocar suas luminárias em qualquer lugar que você queira sobre a mesa," disse Christian Hedayat, engenheiro responsável pelo projeto.
Antenas inteligentes
A energia é suprida por bobinas instaladas sob o móvel. Cada luminária - ou qualquer outro aparelho com uma exigência de potência compatível - recebe uma antena que capta o campo magnético criado pelas bobinas, gerando a eletricidade por indução.
Mas isto poderia exigir colocar bobinas por baixo de todo o móvel, ou então limitar as posições onde os aparelhos podem ser colocados.
Hedayat e seus colegas encontraram uma solução melhor.
"Nós enchemos uma placa de circuito impresso com várias antenas, de forma que um campo magnético é gerado somente sob a superfície do receptor. As distâncias entre as antenas e suas dimensões foram cuidadosamente ajustadas para produzir um campo homogêneo," explicou ele.
Para que a radiação não seja excessiva, podendo interferir com outros aparelhos, apenas as antenas que estão diretamente sob o aparelho são energizadas, com todas as demais permanecendo desligadas automaticamente.
O grupo agora está trabalhando em um sistema ainda mais inteligente, em que a placa de circuito impressa "conversa" com cada aparelho, recebendo uma identificação que informa se ele deve ser alimentado e qual a potência necessária.
A tecnologia SUPA deverá chegar ao mercado em 2014, com previsão de potência suficiente para alimentar tablets e notebooks.

Redação do Site Inovação Tecnológica - 23/09/2013