domingo, 13 de março de 2011

A International Electrotechnical Commission (IEC)


A International Electrotechnical Commission (IEC) é a principal organização mundial do que prepara e publica padrões internacionais para todos, eletrônica e tecnologias relacionadas com o elétrico.
Mais de 10 000 especialistas da indústria, do comércio e do governo de teste e laboratórios de pesquisa, universidades e grupos de consumidores participam em trabalhos de normalização IEC.

Globalmente relevante

A IEC é uma das três organizações irmãs global (IEC, ISO, ITU) que se desenvolvem as Normas Internacionais para o mundo.

Se for caso disso, coopera com IEC ISO (International Organization for Standardization) ou ITU (International Telecommunication Union) para garantir que as Normas Internacionais se encaixam perfeitamente e complementam um ao outro.comissões Mista garantir que as Normas Internacionais combinar todos os conhecimentos relevantes de peritos que trabalham em áreas afins.

http://www.iec.ch/about/ A International Electrotechnical Commission (IEC)



IEC. Making electrotechnology work for you.
IEC. Fazendo electrotécnica trabalhar para você.

Bem-vindo ao IEC

Um papel vital

Milhões de dispositivos eletrônicos que contêm, e utilização ou produção de electricidade, dependem IEC Normas Internacionais e Sistemas de Avaliação da Conformidade para executar, montar e trabalhar com segurança em conjunto.

Fundada em 1906, o IEC (International Electrotechnical Commission) é a organização líder mundial para a elaboração e publicação de normas internacionais para todas as tecnologias elétricas, eletrônicas e afins. Estes são conhecidos coletivamente como "electrotecnia".

IEC oferece uma plataforma para empresas, indústrias e governos de encontro, discussão e desenvolvimento das Normas Internacionais de que necessitam.

Todas as Normas Internacionais IEC são totalmente baseado no consenso e representam as necessidades das partes interessadas de todas as nações participantes nos trabalhos do IEC. Cada país-membro, não importa quão grande ou pequeno, tem um voto e uma palavra a dizer em que entra em um padrão internacional IEC.

(PROCEL INFO) MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA


Assunto: Revista Lumière Electric - 11.2010
11.03.11
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Mais qualidade, menos quantidade

Brasil - Coordenador da Comissão de Estudos 03:3401, Nelson Gomes Júnior, fala sobre o trabalho de tradução das normas de produção e comercialização da tecnologia LED em entrevista à revista Lumière Electric
Brasil - A descoberta do diodos emissores de luz, ou simplesmente LEDs, fez com que o mercado de iluminação passasse por uma grande revolução. A tecnologia logo tornou-se a favorita entre arquitetos, lighting designers e consumidores por conta da sua longa vida útil, alto grau de economia de energia e o baixo custo de manutencão. Porém, da mesma forma que é o maior beneficiado da nova tecnologia, o consumidor também é o que mais sofre com a falta de regulamentação. No Brasil, ainda não existe nenhuma norma que possa padronizar a fabricação e comercialização de LEDs.

Para solucionar este problema no país, o Comitê Brasileiro de Eletricidade, Eletrônica, Iluminação e Telecomunicações (Cobei), da Associação Brasileira de Normas Técnicas(ABNT), está trabalhando na tradução das normas da International Eletrotechnical Comission (IEC) para LEDs e lampLEDs. O trabalho está sendo feito pela Comissão de Estudos 03:3401, coordenada pelo engenheiro de produção e gerente de qualidade da Osram no Brasil, Nelson Gomes Júnior. Em entrevista à revista Lumière Electric, na edição de novembro de 2010, ele fala sobre o andamento dos trabalhos e traça um perfil do atual mercado de LEDs.

SISTEMA FOTOVOLTAICOS


Os sistemas fotovoltaicos podem ser de diversos tipos:
1)      Conectados à rede – Este é o tipo mais popular de instalações PV, normalmente sobre o telhado de casas e escritórios, e no qual é necessário a presença de um inversor, para transformar a energia em corrente contínua para corrente alternada. A energia gerada pelos painéis é entregue a rede elétrica convencional.
2)      Isolados – Instalado em áreas de difícil acesso a rede elétrica, normalmente zonas rurais, neste caso a energia fotovoltaica é a única fonte de eletricidade e é necessário algum armazenamento, como baterias.  Tais sistemas podem ser de geração apenas para uma residência ou pode ser instalado em mini-redes para atender uma pequena comunidade.
3)      Híbridos – a geração fotovoltaica funciona em conjunto com outros, como geradores eólicos ou diesel. Considerados mais complexos, tais sistemas exigem um controle capaz de integrar as diferentes formas de geração de energia. Estes sistemas podem estar conectados a rede, isolados ou ter o apoio da rede.
4)      Usinas solares – Estes sistemas, também conectados à rede, produzem uma grande quantidade de eletricidade em um único ponto. O tamanho da usina varia de centenas de quilowatts a megawatts. Algumas destas instalações estão sobre grandes edifícios industriais ou no solo próximo a indústrias que exigem um consumo intenso de energia.
5)      Aplicado em bens de consumo – as células fotovoltaicas podem ainda ser aplicada em diversos equipamentos elétricos, como relógios, calculadoras, brinquedos, carregadores de bateria ou telhados solares para carregar carros elétricos.  Outras aplicações incluem sistemas de irrigação, sinalização em rodovias, postes públicos ou telefones públicos.      

PROJETOS da America do Sol.


Transformar a América Latina no continente da energia solar é o principal objetivo do Projeto América do Sol. Para isso, queremos contar com o apoio de empresas inovadoras e visionárias, que desejam estar na vanguarda da energia solar fotovoltaica em solo latino-americano.
Nossas ações consistem na disseminação de informação através de materiais educativos, promoção de eventos, entre outros meios; na promoção de discussões para criar condições gerais que contemplem a energia solar; no incentivo a projetos de uso de painéis fotovoltaicos integrados aos edifícios, focando em três grandes projetos:

sábado, 12 de março de 2011

ENERGIA EÓLICA

Gerador eólico e componentes.

Quando exposto a vento suficiente, um aerogerador produz corrente alternada (CA). Depois de rectificada (CC) esta corrente é usada para carregar de baterias e posteriormente convertida em corrente alterna. Todos os aerogeradores vêm com o seu próprio sistema de controle de carga (A, B).

quarta-feira, 2 de março de 2011

POTENCIAL BRASILEIRO EM ENERGIA SOLAR


Para a grande maioria da população brasileira, energia solar é sinônimo de aquecimento de água. Ainda é pouco conhecida a possibilidade de obter eletricidade a partir do sol e muito menos o significado do termo ‘fotovoltaica’. Estimativas da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA, 2001), apontam a existência de cerca de 500.000 coletores solares residenciais instalados no Brasil.
Segundo o Atlas de Irradiação Solar no Brasil, diariamente incide entre 4500 Wh/m2 a 6300 Wh/m2 no país. Como base de comparação, o lugar mais ensolarado da Alemanha recebe 40% menos radiação solar que o lugar menos ensolarado do Brasil.
Apesar destas condições favoráveis, o uso de energia solar não foi considerado no Plano Nacional de Energia 2030 e apenas cinco Centrais Geradoras Solares Fotovoltaicas aparecem no banco de dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
Como o país já possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, a melhor integração da energia solar fotovoltaica seria como uma fonte complementar, aproximando a geração do consumo e reduzindo assim perdas com transmissão.
Se nas cidades há vastas áreas sobre as edificações para a instalação de painéis fotovoltaicos, no meio rural esta fonte energética é a opção mais limpa e segura para levar eletricidade a comunidades isoladas e de difícil acesso.
Além disso, o Brasil possui uma das maiores reservas de silício do mundo. Isto faz com que o país seja um local privilegiado para desenvolver uma indústria local de produção de células fotovoltaicas gerando empregos e retornos em impostos pagos. Para isso, seria preciso investir em pesquisas para desenvolver um conhecimento de purificação do silício até o chamado ‘grau solar’, que é superior ao do silício empregado na siderurgia.

PRODUÇÃO DE CÉLULAS FOTOVOLTAICAS NO GLOBO


A China ultrapassou o Japão e se estabeleceu como a líder mundial na produção de células fotovoltaicas (1,8 GW não contando Taiwan), com a Alemanha passando para o segundo lugar (1,3 GW), seguida pelo Japão (1,2 GW), Taiwan (0,9 GW) e os Estados Unidos (0,4 GW).
Apesar de estar em quinto lugar no ranking geral, os EUA lidera a produção de filmes finos (270 MW), seguido pela Malásia (240 MW) e Alemanha (220 MW). A produção global de filmes finos aumentou 120% em 2008, alcançando 950 MW.
Ainda segundo o estudo do REN21, estimados US$ 120 bilhões foram investidos em energias renováveis em 2008, sendo que 32% destes investimentos foram na área de energia fotovoltaica.
Este crescimento robusto e contínuo deve continuar nos próximos anos, afirma a EPIA. O enorme potencial desta fonte somado aos números promissores alcançados por esta indústria nos últimos anos são fortes sinais de que a energia solar seja realmente a energia do futuro. O sucesso dos sistemas fotovoltaicos não é apenas impulsionado pelos campeões de mercado no setor energético dos países onde ela está mais desenvolvida, mas também pelas escolhas dos consumidores e sua confiança.

http://www.americadosol.org/glossario/

Glossário PV. Link América do Sol, para Desenvolvimento no Brasil  ( http://www.americadosol.org/glossario/)

GLOSSÁRIO


BIPV

Célula fotovoltaica

dispositivo elementar especificamente desenvolvido para realizar a conversão direta da energia solar em energia elétrica.

Coletor solar

Efeito fotovoltaico

Feed-in Tariff (FiT)

Fotovoltaica

FRE

Materiais Semi-condutores

Módulo fotovoltaico

Net Metering

Off-grid

Painel fotovoltaico

Potência instalada

PV

Radiação solar

SFCR

AMÉRICA DO SOL. > Sistema Foto Voltaica.


Diariamente toneladas de energia chegam ao nosso planeta de forma gratuita e limpa. Os raios solares, além de trazerem a luz e o calor essencial para a vida na Terra, podem ser aproveitados para a geração de eletricidade.
Como isto é possível?
Através de uma tecnologia chamada fotovoltaica, ou seja, luz transformada em eletricidade.
O termo ‘Fotovoltaica’ é o casamento de duas palavras:
Foto = que tem sua raiz na língua grega e significa “luz” e
Voltaica = que vem de ‘volt’ que é a unidade para medir o potencial elétrico.
Para fazer isto, são utilizadas células solares formadas por duas camadas de materiais semi-condutores, uma positiva e outra negativa. Ao atingir a célula, os fótons da luz excitam os elétrons, gerando eletricidade. Quanto maior a intensidade do sol, maior o fluxo de eletricidade.
O material mais comumente utilizado é o silício. Por ser o segundo elemento mais abundante da face da terra, não há limites com relação à matéria-prima para produção de células solares.
A eletricidade gerada pelas células está em corrente contínua, que pode ser imediatamente usada ou armazenada em baterias.  Em sistemas conectados a rede, a energia gerada precisa passar por um equipamento chamado inversor, que irá converter a corrente continua em alternada com as características (freqüência, conteúdo de harmônicos, forma da onda, etc) necessárias para atender as condições impostas pela rede elétrica pública. Assim, a energia que não for consumida pode também ser lançada na rede.
Não confunda, energia solar térmica com energia solar fotovoltaica!
Na solar térmica, a energia do sol é transformada em calor e é utilizada para o aquecimento de água em residências, hotéis, clubes, etc. Neste caso, são usados COLETORES solares.
Na solar fotovoltaica, a energia é diretamente convertida em eletricidade e, neste caso, são usados MÓDULOS solare

SUSTENTABILIDADE

Casa produz mais energia do que consome
A Yannell House, uma edificação sustentável construída no bairro de Ravenswood, Chicago, Illinois, recebeu em julho de 2009 a certificação LEED Platinum. Ela começou a ser habitada um ano antes da certificação e, neste período, comprovou que produziu mais energia do que consumiu.
[Saiba +] Publicado por UNIVERCIDADE DO SOL.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Estádios Solares: o Brasil entra no jogo | Ambiente Energia

Da Agência Ambiente Energia - Elaborado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Instituto para o Desenvolvimento das Energias Alternativas na América Latina (Ideal), relatório reúne informações atualizadas em relação ao projeto Estádios Solares, fornecendo estimativas de potência instalada e de custos de instalação de Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede (SFCR) integrados à arquitetura da cobertura dos estádios da Copa 2014 e do Estádio de Pituaçu (Salvador-BA).

O trabalho inclui também o Estádio de Pituaçu porque o projeto para instalação de um SFCR em sua cobertura já foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e já conta com orçamento garantido por parte da Coelba, empresa de distribuição de energia da Bahia. O objetivo é fundamentar a defesa do projeto Estádios Solares junto aos tomadores de decisão do Brasil e de outros países.

Leia a íntegra do relatório

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2011/02/parana-e-japao-buscam-parcerias-em-renovaveis/9281

Ambiente EnergiaCuritiba foi escolhida pela Jetro, junto com Taiwan e Estocolmo (Suécia), como uma das três melhores regiões do mundo para se investir no setor de meio ambiente e desenvolvimento limpo

Boas Práticas: no caminho do financiamento


Por Júlio Santos, da Agência Ambiente Energia – Empresas de vários portes, governos das três esferas e entidades da sociedade civil investiram, nos últimos anos, em projetos de responsabiliadade socioambiental. Seja por uma ação estratégica coordenada ou por puro marketing, o fato é que o número de iniciativas cresceu. No entanto, o resultado poderia ainda ser melhor, se no Brasil fosse mais difundida a possibilidade concreta de captação de recursos internacionais para financiar os projetos.
Segundo o Guidestar UK 2010, somente no Reino Unido há 300 instituições que destinam recursos para projetos realizados no Brasil. Por exemplo, para o período 2007/2013, o Europeaid (Cooperação da União Europeia para o Desenvolvimento da América Latina) tem orçamento de 556 milhões euros (R$ 1,28 bilhão) para projetos de defesa dos direitos humanos, energia renovável, combate às drogas e redução da pobreza, dentre outras áreas.
“Muitas empresas investem com verba corporativa. Poucas aproveitam as fontes de recursos nacionais, internacionais, editais públicos e privados direcionados para projetos”, comenta Karina Ruffo, consultora de Patrocínio do IN-PRÓ – Instituto Movimento Pró-Projetos. Segundo ela, são mais de cinco mil fontes. Como exemplo, ela conta que as 10 maiores fundações americanas possuem juntas um ativo de mais de 120 trilhões de dólaresAmbiente Energia