quinta-feira, 19 de abril de 2012
Energia solar transforma CO2 em combustível para carros
Carros elétricos não são aviões, mas eles certamente já teriam decolado se a tecnologia das baterias não estivesse praticamente estacionada nos últimos anos.
Mas está tomando corpo uma ideia que parece estranha à primeira vista, mas que tem potencial não apenas para explorar a energia solar, como também para alimentar os carros a combustão atuais com um combustível que será, essencialmente, gerado por eletricidade.
A ideia consiste em armazenar a eletricidade em combustíveis líquidos, que poderão então ser queimados por motores a combustão normais.
Ou seja, os carros poderiam ser indiretamente alimentados por eletricidade, sem que precisassem ser convertidos em veículos elétricos.
E o alcance disso pode ser ainda maior, uma vez que a fonte para a produção desse combustível líquido é o dióxido de carbono, que todo o mundo gostaria de varrer para debaixo do tapete – ao menos a parte gerada pelo homem – para tentar evitar o aquecimento global.
Uma demonstração de que isto é tecnicamente possível foi realizada pela equipe do Dr. James Liao, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA).
CO2 vira combustível
Liao e seus colegas desenvolveram uma técnica que usa eletricidade para converter dióxido de carbono em isobutanol.
Se for usada energia solar, o processo essencialmente imita a fotossíntese, convertendo a luz do Sol em energia química.
A fotossíntese é um processo que ocorre em duas etapas – uma etapa com luz e uma etapa às escuras. A reação clara converte a energia da luz em energia química, enquanto a reação escura converte CO2 em açúcar.
“Nós conseguimos separar a reação com luz da reação escura e, em vez de usar a fotossíntese biológica, nós usamos painéis solares para converter a luz do Sol em eletricidade, depois em um intermediário químico, e então usamos esse intermediário para alimentar a fixação do dióxido de carbono para gerar o combustível,” explica Liao.
Segundo ele, seu esquema pode teoricamente ser mais eficiente, em termos da energia produzida, do que a fotossíntese natural.
Biorreator
Nem tudo é artificial nesse novo método. Os cientistas modificaram geneticamente um microrganismo litoautotrófico, conhecido como Ralstonia eutropha H16, para produzir isobutanol e 3-metil-1-butanol no interior de um biorreator.
O biorreator usa apenas dióxido de carbono como fonte de carbono, e apenas eletricidade como entrada externa de energia.
O desenvolvimento agora anunciado é um passo significativo em relação a uma pesquisa anterior divulgada pelo grupo, quando eles demonstraram o papel promissor das bactérias para a produção de um combustível alternativo.
Teoricamente, o hidrogênio produzido por energia solar pode ser usado na conversão do CO2 para sintetizar combustíveis líquidos com alta densidade de energia, também usando os microrganismos geneticamente modificados.
Mas as demonstrações em laboratório não têm conseguido passar para escalas maiores devido à baixa solubilidade, pequena taxa de transferência de massa e, sobretudo, pelas questões de segurança envolvendo o hidrogênio.
“Em vez de usar hidrogênio, nós usamos o ácido fórmico como intermediário. Nós usamos eletricidade para produzir ácido fórmico, e então usamos o ácido fórmico para induzir a fixação do CO2 nas bactérias, no escuro, para produzir isobutanol e alcoóis,” explica Liao.
“Nós demonstramos o princípio, e agora queremos aumentar sua escala. Este é o nosso próximo passo,” conclui o pesquisador.
Fonte: 360 Graus
Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
Sustentabilidade Energética Solar Térmica e Eólica
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10:45:00
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sexta-feira, 30 de março de 2012
Tecnologia: postes públicos que funcionam com energia solar
Tema:Ecologia
Autor: EcoD
Data: 27/3/2012
Projeto torna a iluminação pública sustentável
Foto: EcoD
Um aluno do curso Light Design da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) criou uma luminária pública sustentável. A partir de aulas sobre eficiência energética e desenho industrial, o designer Alberes Vasconcelos fez um modelo que utiliza energia solar para acender lâmpadas LED.
O protótipo desenvolvido pelo designer tem estrutura feita de aço e uma placa fotovoltaica de 70W, que transforma a luz solar em energia suficiente para abastecer 12 lâmpadas LED. Quando estiver escuro, as lâmpadas serão acesas automaticamente, por um sensor.
Em seu projeto, Vasconcelos buscou analisar elementos que tivessem benefício de custo-manutenção, por isso a escolha aço e lâmpadas LED para o poste. De acordo com o designer, "as vantagens desse modelo estão na resistência da estrutura e na capacidade da placa solar, protegendo-a".
Apesar do alto custo das lâmpadas LED e do material usado no poste, é certo que o produto terá qualidade e evitará reparos. As lâmpadas, que custam cerca de R$25 cada, possuem garantia de 20 anos; e as baterias das placas solares, por exemplo, têm vida útil de quatro a cinco anos.
Autor: EcoD
Data: 27/3/2012
Projeto torna a iluminação pública sustentável
Foto: EcoD
Um aluno do curso Light Design da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) criou uma luminária pública sustentável. A partir de aulas sobre eficiência energética e desenho industrial, o designer Alberes Vasconcelos fez um modelo que utiliza energia solar para acender lâmpadas LED.
O protótipo desenvolvido pelo designer tem estrutura feita de aço e uma placa fotovoltaica de 70W, que transforma a luz solar em energia suficiente para abastecer 12 lâmpadas LED. Quando estiver escuro, as lâmpadas serão acesas automaticamente, por um sensor.
Em seu projeto, Vasconcelos buscou analisar elementos que tivessem benefício de custo-manutenção, por isso a escolha aço e lâmpadas LED para o poste. De acordo com o designer, "as vantagens desse modelo estão na resistência da estrutura e na capacidade da placa solar, protegendo-a".
Apesar do alto custo das lâmpadas LED e do material usado no poste, é certo que o produto terá qualidade e evitará reparos. As lâmpadas, que custam cerca de R$25 cada, possuem garantia de 20 anos; e as baterias das placas solares, por exemplo, têm vida útil de quatro a cinco anos.
Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
Sustentabilidade Energética Solar Térmica e Eólica
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12:42:00
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Aconteceu no dia 22 de Março de 2012, no IF Sertão, campus Petrolina, o Workshop Aplicações Inovadoras do Aquecimento Solar de Água no Vale do São Francisco. Coordenado Profa. Elizabeth Marques Duarte Pereira, chefe do Grupo de Projetos e Pesquisas em Energia Solar do Centro Universitário UNA, com o apoio do IF Sertão Pernambucano e da Embaixada Britânica no Brasil, o evento discutiu as aplicações inovadoras da energia solar na fruticultura, com destaque para o aquecimento solar de água, em cumprimento às exigências impostas pelos mercados importadores.O evento contou com a participação do reitor Rildo Diniz, o diretor do campus Petrolina, Artidônio Araújo, o pró-reitor de Pesquisa Inovação e Pós-Graduação, Cícero Antônio, do IF Sertão; da gerente de Projetos de Energia da Embaixada Britânica, Luciana Carrijo; do diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Hamilton Moss de Souza; do diretor do Departamento de Licenciamento e Avaliação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Fábio Araújo, Leonardo Nunes da Divisão de Eficiência Energética – Procel/Eletrobras, Gestor do DASOL Marcelo Mesquita representante da ABRAVA, além de representantes dos fruticultores do Vale do São Francisco, das Prefeituras de Petrolina-PE e de Juazeiro-BA, representantes do Banco do Nordeste, do BNDES, da Embrapa, do ITEP, da CHESF, da SUDENE e da Universidade de Pernambuco.
Ao longo do evento foram apresentados diversos meios através dos quais os produtores da região podem acessar diversas fontes de crédito e financiamento, de modo a viabilizar a substituição de combustíveis convencionais, como o GLP pela energia solar.
Ainda foram discutidas ações que visam estabelecer na região um centro de capacitação em energia solar, de modo a solidificar as ações de implantação da tecnologia solar no tratamento térmico de frutas no Vale do São Francisco.
Aconteceu no dia 22 de Março de 2012, no IF Sertão, campus Petrolina, o Workshop Aplicações Inovadoras do Aquecimento Solar de Água no Vale do São Francisco. Coordenado Profa. Elizabeth Marques Duarte Pereira, chefe do Grupo de Projetos e Pesquisas em Energia Solar do Centro Universitário UNA, com o apoio do IF Sertão Pernambucano e da Embaixada Britânica no Brasil, o evento discutiu as aplicações inovadoras da energia solar na fruticultura, com destaque para o aquecimento solar de água, em cumprimento às exigências impostas pelos mercados importadores.O evento contou com a participação do reitor Rildo Diniz, o diretor do campus Petrolina, Artidônio Araújo, o pró-reitor de Pesquisa Inovação e Pós-Graduação, Cícero Antônio, do IF Sertão; da gerente de Projetos de Energia da Embaixada Britânica, Luciana Carrijo; do diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Hamilton Moss de Souza; do diretor do Departamento de Licenciamento e Avaliação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Fábio Araújo, Leonardo Nunes da Divisão de Eficiência Energética – Procel/Eletrobras, Gestor do DASOL Marcelo Mesquita representante da ABRAVA, além de representantes dos fruticultores do Vale do São Francisco, das Prefeituras de Petrolina-PE e de Juazeiro-BA, representantes do Banco do Nordeste, do BNDES, da Embrapa, do ITEP, da CHESF, da SUDENE e da Universidade de Pernambuco.
Ao longo do evento foram apresentados diversos meios através dos quais os produtores da região podem acessar diversas fontes de crédito e financiamento, de modo a viabilizar a substituição de combustíveis convencionais, como o GLP pela energia solar.
Ainda foram discutidas ações que visam estabelecer na região um centro de capacitação em energia solar, de modo a solidificar as ações de implantação da tecnologia solar no tratamento térmico de frutas no Vale do São Francisco.
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12:32:00
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segunda-feira, 26 de março de 2012
A História dos Painéis Solares
Clique aqui para aprender como fazer um painel solar caseiro
O homem primitivo sabia que o calor do sol podia ser aproveitado e utilizado como energia. Os primeiros métodos ligados à energia solar eram utilizados para aquecer as casas, para a dessalinização da água e para cozinhar. O homem fez grandes avanços nesta tecnologia, e é interessante olharmos para trás e vermos onde tudo começou na história dos painéis solares.
Becquerel, um físico francês, descobriu o efeito foto voltaico em 1839. Este é o processo através do qual as células são convertidas em energia. A versão moderna remonta a William Grylls Adams, que em 1876 descobriu que o selénio produzia uma corrente eléctrica quando era exposto à luz. Em 1883, Charles Fritts construiu a primeira célula, utilizando o selénio como semi-condutor e uma camada de ouro fina.
Em 1921, Albert Einstein recebeu o Prémio Nobel da Física pelo seu trabalho realizado em torno do efeito foto voltaico. Russel Ohl inventou a primeira célula em silício. Gerald Pearson, Darryl Chapin e Calvin Fuller, três investigadores americanos, desenharam uma célula que apresentava uma capacidade eficiência de seis por cento na conversão de energia a partir de luz solar directa. Eles prepararam películas de silício, colocaram-nas ao sol e captaram electrões livres. Estes electrões foram transformados em corrente eléctrica e assim se criaram os primeiros painéis.
Aprenda neste site como fazer um painel solar em casa
Os Laboratórios Bell em Nova Iorque anunciaram um protótipo para uma bateria solar e financiaram investigações na área. O primeiro teste foi realizado com um sistema de telefonia móvel em 1955. A tecnologia continuou a ser desenvolvida sob a orientação das forças armadas, e as células tornaram-se uma fonte de energia para satélites colocados no espaço.
Nos anos setenta, o Dr. Elliot Berman construiu uma célula a partir de materiais menos dispendiosos, baixando os custos e facilitando a sua utilização em plataformas de alto mar e faróis. A Guarda Costeira e os Serviços Ferroviários também as começaram a utilizar. Nessa altura elas eram utilizadas para bombear água, para abastecer rádios, televisões e iluminação. A história dos painéis solares revela o engenho da humanidade que nos conduziu aos dias de hoje, onde as células podem ser instaladas nas nossas casas para abastecer os nossos aquecimentos e as nossas necessidades eléctricas. Esta tecnologia vai continuar a ser desenvolvida e o ser humano vai continuar a procurar soluções conscientes em relação ao meio ambiente.
Clique aqui para aprender como fazer um painel solar caseiro
O homem primitivo sabia que o calor do sol podia ser aproveitado e utilizado como energia. Os primeiros métodos ligados à energia solar eram utilizados para aquecer as casas, para a dessalinização da água e para cozinhar. O homem fez grandes avanços nesta tecnologia, e é interessante olharmos para trás e vermos onde tudo começou na história dos painéis solares.
Becquerel, um físico francês, descobriu o efeito foto voltaico em 1839. Este é o processo através do qual as células são convertidas em energia. A versão moderna remonta a William Grylls Adams, que em 1876 descobriu que o selénio produzia uma corrente eléctrica quando era exposto à luz. Em 1883, Charles Fritts construiu a primeira célula, utilizando o selénio como semi-condutor e uma camada de ouro fina.
Em 1921, Albert Einstein recebeu o Prémio Nobel da Física pelo seu trabalho realizado em torno do efeito foto voltaico. Russel Ohl inventou a primeira célula em silício. Gerald Pearson, Darryl Chapin e Calvin Fuller, três investigadores americanos, desenharam uma célula que apresentava uma capacidade eficiência de seis por cento na conversão de energia a partir de luz solar directa. Eles prepararam películas de silício, colocaram-nas ao sol e captaram electrões livres. Estes electrões foram transformados em corrente eléctrica e assim se criaram os primeiros painéis.
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Os Laboratórios Bell em Nova Iorque anunciaram um protótipo para uma bateria solar e financiaram investigações na área. O primeiro teste foi realizado com um sistema de telefonia móvel em 1955. A tecnologia continuou a ser desenvolvida sob a orientação das forças armadas, e as células tornaram-se uma fonte de energia para satélites colocados no espaço.
Nos anos setenta, o Dr. Elliot Berman construiu uma célula a partir de materiais menos dispendiosos, baixando os custos e facilitando a sua utilização em plataformas de alto mar e faróis. A Guarda Costeira e os Serviços Ferroviários também as começaram a utilizar. Nessa altura elas eram utilizadas para bombear água, para abastecer rádios, televisões e iluminação. A história dos painéis solares revela o engenho da humanidade que nos conduziu aos dias de hoje, onde as células podem ser instaladas nas nossas casas para abastecer os nossos aquecimentos e as nossas necessidades eléctricas. Esta tecnologia vai continuar a ser desenvolvida e o ser humano vai continuar a procurar soluções conscientes em relação ao meio ambiente.
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Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
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às
09:38:00
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terça-feira, 20 de março de 2012
Lanterna Solar com entrada USB carregar Celurares
A Lanterna Solar Pico Lamp da marca alemã Phocos é um dispositivo diferente de tudo o que você já viu antes se tratando de iluminação multifuncional fixa ou móvel auto-suficiente, projetada especialmente para atender às necessidades de famílias rurais e atividades recreativas. É equipada com uma alimentação de alta eficiência e tecnologia LED de alto brilho. Além disso, possui múltiplas funções como uma lâmpada de teto, lâmpada de mão, e um carregador USB (para telefones celulares, MP3 players, e outros) - tudo isso em um único dispositivo. A Pico Lamp é altamente flexível e por isso resistente. Pode ser alimentada por painéis solares, baterias ou adaptadores AC. (o painel solar fotovoltaico de 5 W acompanha a lanterna). Seu controlador de carga integrados Phocos MPPT estende vida útil da bateria e fornece luz por até 55 horas. A carcaça robusta é vedado contra água e poeira. Ela também é resistente a choques - seu corpo de borracha protege os componentes eletrônicos de umidade, insetos e impede mau funcionamento.
- Inovadora chave de toque liga/desliga
- Ultra resistente: corpo emborrachado
- USB de saída para carregar dispositivos USB por exemplo, celulares, leitores MP3, etc
- LED de alta potência com 3 níveis de intensidade
- Redução automática do nível de iluminação quando as baterias estão terminando
- Modular expansível para um sistema com várias lanternas Pico Lamp
Como funciona:
- Inovadora chave de toque liga/desliga
- Ultra resistente: corpo emborrachado
- USB de saída para carregar dispositivos USB por exemplo, celulares, leitores MP3, etc
- LED de alta potência com 3 níveis de intensidade
- Redução automática do nível de iluminação quando as baterias estão terminando
- Modular expansível para um sistema com várias lanternas Pico Lamp
Como funciona:
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09:55:00
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segunda-feira, 19 de março de 2012
São Paulo, 15 de Março de 2012 - 17:46 Micro turbinas eólicas devem somar 3.800MW em operação no mundo até 2020 Estudo aponta que tecnologia deve crescer dez vezes; China e Estados Unidos respondem por 90% das instalaçõesPor Luciano Costa

A geração de energia por micro turbinas eólicas, de até 100kW, deve crescer quase dez vezes até 2020. Um estudo da Associação Mundial de Energia Eólica (WWEA, na sigla em inglês) aponta que essas máquinas representavam, no final de 2010, 440MW em potência instalada. A expectativa do órgão é que esse número chegue a 3.800MW em 2020.
O documento da WWEA mostra que o ano de 2010 chegou ao final com cerca de 656 mil micro turbinas instaladas no mundo. Esses equipamentos, porém, se concentram basicamente na China e nos Estados Unidos, que respondem por 90% do total. No país orienntal, são 450 mil máquinas, contra 144 mil dos americanos. Em seguida aparecem Reino Unido (21,6 mil), Canadá (11 mil), Alemanha (10 mil), Espanha e Polônia (7 mil) e Japão (2 mil).
A China, no entanto, iniciou o uso da tecnologia no começo dos anos 80, o que faz com que a WWEA estime que apenas 250 mil desses aerogeradores ainda estão em funcionamento. O país também tem uma potência média menor nos equipamentos, de 0,37kW por máquina, contra 1,24kW nos Estados Unidos e 2kW no Reino Unido.
Em capacidade instalada, os EUA são os líderes disparados, com 40% da geração global, que correspondem a 179MW. "O feito dos EUA é atribuído ao vasto mercado, apoiado por cerca de 30 diferentes tipos de políticas de incentivo à energia renovável e esquemas de ajuda financeira para projetos de mini-eólicas em todos níveis do governo", explica o estudo.
Nesse sentido, a WWEA afirma que "vendas e produção (das turbinas) ainda continuam dependentes da magnitude de incentivos governamentais, na forma de políticas de suporte ou programas de apoio financeiro, e somente uma meia dúzia de países oferece ajuda o suficiente".
Essa forma de geração, porém, já é viável e totalmente competitiva em países em desenvolvimento para casos de aplicações em regiões isoladas, sem conexão à rede. Nesse caso, explica a análise, a tecnololgia não necessita de qualquer apoio e representa uma troca da cara geração a diesel por uma fonte limpa.
As soluções off-grid têm sido utilizadas em áreas rurais de países como EUA, China e Cuba desde os anos 60. Na última década, porém, a industrialização global alcançou esse mercado. Hoje existem mais de 330 produtores de micro-turbinas e outras 300 empresas que fornecem peças ou serviços para o setor.
Dessas companhias, 50% estão espalhadas por Estados Unidos, China, Alemanha, Canadá e Reino Unido. Enquanto os EUA lideram a lista com 58 desses fabricantes, o Brasil conta com apenas dois, segundo os números do relatório.
"Os governos deveriam reconhecer o enorme potencial das pequenas eólicas e seus grandes benefícios econômicos, sociais e ambientais e estabelecer condições legais favoráveis. Autorizações rápidas e compreensíveis, tarifas feed-in apropriadas ou esquemas similares de apoio, além de padronizações e certificações simples deveriam ser implementadas em um futuro próximo", analisa Stefan Gsänger, secretário-geral da WWEA. Para ele, o grande número de fabricantes mostra o potencial da indústria para gerar emprego e aquecer o setor.
Para o estudo da entidade, "o custo continua a ser o mais influente fator na disseminação" da tecnologia. Nos EUA, um sistema custa entre US$3 mil e US$6 mil por kW, com um custo de produção entre US$0,15 e US$0,20 por Kwh. Nesse caso, somente incentivos viabilizam o negócio. Já na China, o preço é apenas um terço do praticado na América, mas os custos de manutenção podem elevar a tarifa final.
Outro entrave para o desenvolvimento da indústria é o fato de que as tarifas feed-in não são aplicadas nos EUA e na China, os dois maiores mercados. Esse subsídio existe em países como Dinamarca, Grécia, Portugal e Reino Unido.
Outro entrave para o desenvolvimento da indústria é o fato de que as tarifas feed-in não são aplicadas nos EUA e na China, os dois maiores mercados. Esse subsídio existe em países como Dinamarca, Grécia, Portugal e Reino Unido.
"As micro-turbinas ainda são uma parcela mínima no mercado de energia eólica. De qualquer maneira, o potencial é enorme. Onde quer que o vento sopre, pequenas turbinas podem providenciar energia a preços acessíveis - seja para eletrificação rural, como na China e outros países em desenvolvimento, seja conectada à rede, como é mais frequente em nações industrializadas", comenta He Dexin, presidente da WWEA.
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21:43:00
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São Paulo, 14 de Março de 2012 - 14:36 Regulamentação para conexão à rede de geração distribuída sai até o final do mês Aneel resolve últimos detalhes para votar o assunto; distribuidoras têm preocupações técnicas com a nova tecnologiaPor Natália Bezutti, de Campinas (SP)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deverá publicar nas próximas semanas as regras para conexão de energia de fonte incentivada à rede elétrica e microgeração. O tema, segundo o superintendente de regulação dos serviços de distribuição da Aneel, Ivan Camargo, só não esteve na pauta da última reunião do órgão regulador pois ainda precisava de ajustes finais quanto à contabilização dessa energia, que será feita pelas distribuidoras.
A revelação foi feita nesta quarta-feira (14/3) durante o evento Inova FV, em Campinas, interior de São Paulo. O prazo para regulamentação do assunto pela agência venceu em fevereiro e, mesmo com o anúncio da proximidade da publicação, houve irritação por parte da plateia do congresso. Agentes presentes reclamaram dos prazos que não têm sido cumpridos e da constante prorrogação da discussão pelo regulador.
Segundo Ivan Camago, era necessário acertar a questão dos impostos a serem cobrados e o que fazer quando a geracão do consumidor for superior a seu consumo mensal. "Toda ideia da regulação é tirar o ônus de quem vai instalar (a microgeração). E tirar as responsabilidades técnicas, que devem ser da empresa de distribuição", argumentou o superintendente.
A regulamentação contará com prazos estendidos para a compensação dessa energia extra gerada, que poderá ser feita em até três anos. A ideia original previa um período de um ano, mas a Aneel o estendeu. Haverá também desconto de 80% na Tusd para os empreendimentos de geração distribuída renováveis que entrarem em operação comercial até setembro de 2017.
Para o presidente da Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca Leite, a regulamentação gera preocupação para as distribuidoras, principalmente de ordem técnica. Entre elas, Leite cita a apreensão em relação aos sistemas de proteção que serão adotados ao fator de potência e controle de frequência do sistema, "para que peso do controle não fique em cima das microusinas".
Ainda nas questões técnicas, Leite fala sobre o isolamento da rede em caso de defeito, para que os microgeradores não continuem a alimentar o sistema, colocando em risco a segurança de quem o administra. O presidente da Abradee também cita como controversa a implementação de novas tecnologias aos consumidores - uma vez que aqueles que não as adotarem arcarão com os subsídios a elas destinados. Como no caso da conexão à rede, o alívio da Tusd.
Quanto à contabilização do crédito de energia do consumidor, o executivo declara que é necessario deixar essa questão bem clara. "Se você tiver um crédito de energia junto à distrbuidora e o prazo é de três anos (para que ele seja devolvido), a empresa terá que entregar isso no futuro. Se a empresa é devedora, ela terá que comprar energia no mercado para poder entregar para o consumidor. Como fechar esse balanço?", questiona.

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21:39:00
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sexta-feira, 16 de março de 2012
GLOSSÁRIO SISTEMA PV E COMPONENTES ELÉTRICOS
AMPERE (A/h ou Ah)
Fluxo de corrente elétrica de 1A por 1 hora.
Amperímetro
Aparelho para medir a intensidade da corrente elétrica em um circuito.
CA
Abreviação de Corrente Alternada.
Arranjo Fotovoltaico
Conjunto de painéis fotovoltaicos interligados entre si em série e ou paralelo, dispostos em uma mesma estrutura.
Banco de baterias
Conjunto de baterias conectadas em um Arranjo série e ou paralelo para armazenar a energia produzida por um sistema solar fotovoltaico.
Bateria - Capacidade
Quantidade de corrente em Ah que uma bateria pode fornecer quando carregada totalmente.
Bateria - ciclo de vida
Quantidade de vezes que uma bateria pode carregar / descarregar durante sua via útil.
Condutor elétrico
Material, usualmente cobre ou alumínio utilizado para conduzir corrente elétrica, normalmente através de fios.
Controlador de carga
Equipamento para gerenciar o carregamento de baterias evitando sobrecargas e protegendo contra descargas abaixo de valores seguros.
Corrente alternada
Corrente elétrica cuja direção do fluxo reverte em intervalos entre 100 e 200 vezes por Segundo ou 50 a 60 ciclos por Segundo 50 – 60 Hz..
Corrente contínua
Corrente elétrica que flui em uma única direção - Os Painéis fotovoltaicos produzem corrente contínua.
Corrente elétrica
Fluxo de carga elétrica entre dois pontos, cuja unidade é o Ampere (A).
Diodo
Componente eletrônico utilizado em painéis fotovoltaico que permite o fluxo de corrente em apenas um sentido.
Disjuntor
Dispositivo que monitora a intensidade da corrente, interrompendo o circuito em caso de uma sobrecarga elétrica.
Hertz (Hz)Unidade freqüência.
A freqüência da corrente elétrica medida em ciclos por segundo.
Inversor
Converte corrente contínua Vcc para corrente alternada (Vca), para alimentar equipamentos como televisores, rádios e outros.
kW
Unidade de potencia elétrica, equivalente a 1000 Watts. kW/h Energia utilizada para alimentar uma carga com potência de mil watts, pelo período de uma hora.
Painel fotovoltaico
Unidade composta de várias células solares, eletricamente conectadas, envolvidas normalmente em vidro temperado e estrutura de alumínio anodizado.
PV
Abreviação em inglês de PhotoVoltaic.
Relê fotoelétrico
Utilizado para acionar lâmpadas ao anoitecer e desligar ao amanhecer conforme a luz do dia.
Sistema off-grid
Sistema solar independente não conectado a rede elétrica, cuja geração de energia é armazenada em baterias para uso posterior.
Sistema on-grid
Sistema solar conectado à rede, cuja produção de energia excedente é enviada para a concessionária de energia elétrica.
Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
Sustentabilidade Energética Solar Térmica e Eólica
às
23:18:00
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GLOSSÁRIO PV
GLOSSÁRIO DE SISTEMA PV (FOTOVOLTAICO).
BIPV
Sigla em inglês para Building Integrated Photovoltaics, ou Energia Fotovoltaica integrada a Edificações. O termo se refere a tecnologias específicas que podem ser integradas nos edifícios, com freqüência em substituição aos materiais convencionais.
Célula fotovoltaica
Dispositivo elementar especificamente desenvolvido para realizar a conversão direta da energia solar em energia elétrica.
Coletor solar
Converte o calor solar em aquecimento, através do aproveitamento da radiação infravermelha.
Efeito fotovoltaico
Converção direta da energia da luz (espectro visível) em energia elétrica. A célula fotovoltaica é o elemento que realiza esta
Feed-in Tariff (FiT)
Uma tarifa Feed-in é uma estrutura para incentivar a adoção de energias renováveis através de legislações. Neste sistema, as concessionárias regionais e nacionais são obrigadas a comprar eletricidade renovável em valores acima do mercado estabelecidos pelo governo.
Fotovoltaica
O termo ‘Fotovoltaica’ é o casamento de duas palavras: - Foto, que tem sua raiz na língua grega e significa “luz” e - Voltaica, que vem de ‘volt’ que é a unidade para medir o potencial elétrico.
FRE
Sigla para Fontes Renováveis de Energia.
Materiais Semi-condutores
São substâncias que, quando aquecidos ou combinados com outros materiais, são capazes de conduzir eletricidade. Semi-condutores em células fotovoltaicas são, por exemplo, o silício, telureto de cádmio (CdTe) e disseleneto de cobre (CIS)
Módulo fotovoltaico
unidade básica formada por um conjunto de células solares, interligadas eletricamente e encapsuladas, com o objetivo de gerar energia elétrica.
Net Metering
Política de incentivo a energia fotovoltaica que permite ao proprietário do sistema jogar na rede elétrica a energia que não é consumida na edificação onde os módulos solares estão instalados. Quando isto ocorre, o medidor gira no sentido inverso, fornecendo créditos ao consumidor pela energia que ele está colocando na rede. O crédito será convertido em um desconto na conta de eletricidade utilizada.
Off-grid
O termo se refere a sistemas não conectados a rede, como por exemplo, alguns instalados em projetos de eletrificação rural de difícil acesso.
Painel fotovoltaico
Um ou mais módulos fotovoltaicos interligados eletricamente, montados de modo a formar uma única estrutura.
Potência instalada
A potência instalada é medida em Wp (Watt pico) e se refere a energia nominal sobre Condições de Teste Padrão (1000W/m2/ano, 25º C, 1.5 AM). Para facilitar a leitura, nos textos contidos no site América do Sol optou-se por omitir o “p”, símbolo para “pico”. Quando vê W, kW, MW ou GW, o leitor deve interpretar como sendo Wp, kWp, MWp ou GWp.
PV
Abreviação para a palavra 'fotovoltaica', que em inglês é 'photovoltaic'.
Radiação solar
É uma forma de transferência de energia vinda do Sol, através da propagação de ondas eletromagnéticas.
SFCR
SFCR é uma sigla para Sistema Fotovoltaico Conectado a Rede.
Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
Sustentabilidade Energética Solar Térmica e Eólica
às
21:57:00
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Conheça a ECODucha Solar Blue Sol 08 de Setembro de 2011
A ECODUCHA Solar Blue Sol, ducha ecologicamente correta, utiliza o sol como fonte de energia
Sem ruídos, sem ligações clandestinas e fáceis de serem instaladas e operadas, a ECODUCHA pode ser instalada em praias, parques, clubes, condomínios, resorts e residências.
Características
Sistema de bombeamento de água com bomba submersa ANAUGER SOLAR e equipamento BLUE SOL ENERGIA SOLAR. Alimentado por luz solar convertida em eletricidade através de células fotovoltaicas.
Vantagens
Utiliza energia solar que é limpa, sustentável e renovável a cada dia;
Custo zero de energia elétrica convencional;
Fonte contínua de água, bombeamento do amanhecer ao entardecer;
Dispensa o uso de bateria.
Chuveiro convencional X ECODUCHA Solar Blue Sol
Os chuveiros convencionais de praia têm um funcionamento à base de geradores a diesel que geram ruídos e poluem o ambiente das praias. A ECODUCHA Solar Blue Sol atende às necessidades de banho e utilização de água doce dos banhistas na areia, principalmente nas praias do Rio de Janeiro, onde existem muitas atividades esportivas acontecendo simultaneamente ao turismo local.
Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
Sustentabilidade Energética Solar Térmica e Eólica
às
10:18:00
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Ecoducha é novidade na Barra da Lagoa, em Florianópolis 24 de Fevereiro de 2012
A Ecoducha Solar Blue Sol deve ser a solução para um velho problema de Florianópolis, a falta de duchas adequadas para banhistas.
A primeira praia a receber a novidade ecologicamente correta foi a Barra da Lagoa.
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EPE propõe ao governo incentivos a energia fotovoltaica e participação em leilões 08 de Fevereiro de 2012 -
A EPE (Empresa de Pesquisa Energética), orgão de planejamento do Ministério de Minas e Energia, vai encaminhar à pasta um estudo sobre energia solar fotovoltaica. O mesmo conterá propostas para alavancar o desenvolvimento da fonte no País – tanto na área de geração distribuída quanto em usinas de grande porte.
O presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, explica que o documento trará simulações de incentivos à energia fotovoltaica para que ela se torne mais competitiva e comece a participar de leilões de energia.
O MME (Ministério de Minas e Energia) analisará a proposta para decidir se irá ou não realizar leilões. Também será analisada pelo governo a criação de outros incentivos para a fonte, como redução de impostos e financiamentos diferenciados.
Tolmasquim afirma que o estudo está praticamente pronto e até o final do mês deve ser enviado ao MME. Ele diz ainda que há propostas para tornar mais atrativa a instalação de painéis solares em residências, casas e comerciais.
A microgeração de energia está em estudo na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que propõe uma troca entre cliente e distribuidora. Neste processo a energia produzida por placas instaladas nas residências, seria descontada da fatura do consumidor.
“O preço da energia já é alto, então (a geração solar) é competitiva nas residências. Mas mesmo assim estamos vendo incentivos que possam ser dados. E leilão é uma coisa que vai ser submetida ao MME”, diz Tolmasquim. Para ele, a fonte “ainda é cara” e não teria atratividade do ponto de vista energético, mas pode ser interessante para o desenvolvimento tecnológico do País.
“Teria que ser discutido com outros órgãos do governo se vale a pena ou não. Mas o preço tem caído muito – nos últimos dez anos caiu cerca de 50%”, destaca o presidente da EPE. Segundo ele, o objetivo maior do estudo é possibilitar a inserção da fonte na matriz “sem onerar muito o consumidor”.
Fonte: Jornal da Energia
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segunda-feira, 12 de março de 2012
São Paulo, 07 de Março de 2012 - 17:50 Bosch: energia solar chegará ao Brasil já competitiva Executivo destaca queda de preços da tecnologia, mas diz que mercado local precisa crescer para atrair fabricantes Por Luciano Costa
A rápida queda dos preços de equipamentos para a geração de energia solar fotovoltaica deve fazer com que a tecnologia comece a ser implantada em maior escala no Brasil em um momento em que a fonte já estará competitiva - o que pode dispensar subsídios utilizados por outros países. A previsão é do gerente da divisão Solar Energy da Bosch, Philipp Guenther, que conversou com o Jornal da Energia.
"Estamos em uma fase em que o mercado mundial oferece condições bem favoráveis. O preço para a maioria dos componentes tem caído de forma inacreditável. Isso vai permitir que o produto chegue ao Brasil a um preço bastante acessível. Já estamos nos aproximando de um preço competitivo com as fontes tradicionais", comenta.
Guenther ressalta que o "o mercado brasileiro em si ainda não existe", mas lembra que o governo começou a falar em assuntos que devem ajudar o setor a deslanchar, como as regras para microgeração de energia e a realização de leilões de contratação de usinas. O gerente da Bosch conta que o burburinho do mercado aposta em uma regulação para a geração distribuída, o netmetering, "nos próximos meses", enquanto os leilões podem ser uma questão mais demorada a ser resolvida.
No meio do caminho para a competitividade da fonte, porém, ainda estão os altos impostos brasileiros. "Começando por impostos de importação e tributos estaduais e locais, que resultam em um custo aqui acima do mundial. O governo também tem que pensar um pouco sobre incentivo, desonerar certos impostos e encargos. A partir daí teremos uma chance realista de competir com fontes convencionais", analisa.
O desenvolvimento de uma demanda interna deve ser o primeiro passo para que o governo passe a cortejar a instalação de indústrias locais. Para Guenther, "é uma questão de ovo e galinha" e o País não pode esperar receber unidades produtivas antes de ter um mercado interno para os produtos. As placas fotovoltaicas da Bosch, por exemplo, são trazidas hoje da Alemanha.
"Nenhum fabricante estrangeiro vai investir em fábrica local nas circustâncias atuais. Se você considera o mercado global hoje, tem empresas com sobras de produção. Numa situação assim, apostar em um mercado que ainda não existe é muito dificíl", explica. Para o gerente, a garantia de contratação de algo como 1GW em um período de três anos poderia ser um começo. "A Bosch quer estar presente nos mercados, mas isso, claro, significa que o mercado deve existir e ter um certo volume".
Consolidação
Os cortes de subsídios para a geração solar em países como Espanha, Portugal e Alemanha levou à quebra de muitas empresas fabricantes de protudos para o setor e contribuiu para estoques altos e queda nos preços. Guenther acredita que a indústria passa por uma fase de "consolidação" e que os grandes terão vantagens nesse processo.
"Muitas empresas que venderam e deram garantias por 25 anos vão sair do mercado. Como fica essa garantia? No nosso caso, fotovoltaica é apenas um dos nossos negócios. Uma empresa como a Bosch dá garantia para 25 anos e sabe-se que estaremos no mercado daqui 25 anos. Muitas empresas vão fechar, tanto na Europa quanto na Ásia - e as mais fortes, com mais respaldo e tecnologia, vão sobreviver. O mercado vai se acalmar e isso vai ser bom para todo mundo", prevê.
O gerente da Bosch também acredita que a microgeração será um grande vetor de desenvolvimento do setor solar no Brasil. "Com o netmetering, as empresas e centros comerciais, logísticos, que não necessariamente têm um alto consumo de energia, vão ver ficar cada vez mais interessante instalar uma placa fotovoltaica. É a tarifa que define a viabilidade (do investimento), e não a quantidade de energia utilizada", explica.
Para Guenther, esses agentes devem se tornar um mercado "a curto prazo". Enquanto isso, as residências podem demorar mais para adotar a tecnologia. "O governo e as instituições financeiras deveriam pensar em algum tipo de financiamento incentivado para que o proprietário consiga instalar (os painéis)".
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quarta-feira, 7 de março de 2012
Residência 100% movida pela energia do Sol Nova instalação
Fica na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, o último Sistema de microgeração renovável implementado pela Energia Pura: trata-se de um Sistema Solar Fotovoltaico conectado à rede (Grid Tie) com uma potência instalada de 18 kW!
O Sistema é composto por 80 painéis fotovoltaicos da Mitsubishi, os mais eficientes na prática segundo CSI - California Solar Institute, e potência de 225 W cada. Tudo isso representa uma geração anual de aproximadamente 30.000 kWh de energia produzida através do sol, 100% energia pura!
O sistema alimenta uma propriedade rural com alto consumo de energia.
Veja como funciona o Sistema na ilustração abaixo.
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segunda-feira, 5 de março de 2012
EarthLED DirectLED ™ HL G4 Bi-Pin LED
DirectLED HL - G4 substituição Halogen Bi-Pin
Diga adeus às lâmpadas halógenas normalmente utilizadas em luminárias e aparelhos com um simples passo. DirectLED HL substitui essas quentes lâmpadas de halogéneo com execução de 1,7 watt eficiente LED fonte de luz. Depois de instalar um HL DirectLED sua lâmpada não vai mais correr perigosamente quente ou emitem radiação UV potencialmente prejudiciais como a sua lâmpada halógena atual faz. Halogênios tradicionais também precisam ser tratados adequadamente ou podem explodir. Melhor de tudo, DirectLED HL é super eficiente e custa centavos para ser executado por ano. Desde a sua uma EarthLED que também irá durar mais de 50.000 horas ou seja, você só terá que comprar 16 lâmpadas halógenas sobre a mesma quantidade de tempo que o HL DirectLED vai durar.
Especificações e Dimensões:
Consumo de energia: 1,7 Watts
Mecanismo de luz: 15 SMD LED
Tensão de entrada: 10 ~ 15 V AC / DC (Worldwide)
Fluxo luminoso: 150 lumens
Temperatura de Cor: 3000 K (quente), 6000 K (Cool)
CRI : 75 (típica)
Tempo:> 50.000 horas (MTBF)
Construção: Alumínio com dissipador de calor integrado
Dimensões: Comprimento - 0,90 em (23 mm), largura 0,57 em (14,5 mm), Profundidade 0,32 (8,3 mm) Peso - 1 Onças
Tipos de base disponíveis: G4 Bi-Pin espaçamento, Pin de 4 MM Veja a tabela abaixo
Excelente para: luminárias de lâmpadas de eletrodomésticos, no gabinete de iluminação, iluminação de pista com lâmpadas de halogéneo substituíveis.
Custo para a duração de um ano - $ 0,50
calculado considerando 8 horas por dia de operação, 365 dias por ano com custos de Electricidade 0,10 dólar KWh
DirectLED HL vem em um estojo de transporte único que irá realizar-se a 2 DirectLED HL Lâmpadas para armazenamento seguro
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Eólica: Brasil lidera mercado na América Latina Eólica:
Da Agência Ambiente Energia - O Brasil ocupa a liderança do mercado de energia eólica na América Latina, segundo apontaram os números apresentados no Comitê Latino-Americano do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC) durante encontro realizado no México. O país foi responsável por 50% das instalações efetuadas na América Latina em 2011, com 582,6 gigawatts (GW), e também se destaca quanto à capacidade total investida em energia eólica.
Na segunda posição do ranking, está o México, com 31%; seguido por Honduras, que responde por 9%; Argentina, com 7%; e Chile, com 3%. No levantamento, o Brasil também se destaca no aspecto da potência instalada acumulada por país, de 2008 a 2012, alcançando um volume de 1.509 MW.
Analisando as perspectivas de crescimento até 2020, a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) , instituição que congrega e representa o setor eólico no país, continua atuando para garantir a sustentabilidade da indústria eólica, que apresentou crescimento notável nos últimos anos. “Nossa previsão é que o Brasil atinja o potencial de 20.000 MW instalados até 2020 e esse número é muito plausível. Para sustentar essa indústria, basta vender, pelo menos, 2 GW por ano, somando-se o mercado regulado e mercado livre”, destaca Pedro Perrelli, diretor executivo da Associação de Energia Eólica (ABEEólica), que participou do encontro.
Segundo dados disponibilizados pelo GWEC, a previsão é de que América Latina e Caribe atinjam 30.000 MW de capacidade cumulativa até 2020. O Conselho também disponibilizou estatísticas quanto à participação dos fabricantes de turbinas eólicas nos três principais mercados latino-americanos. No Brasil, a Enercon tem 43%, Suzlon 24%, Impsa 22% e Vestas 10%. No México, a Acciona WP tem 63%, Gamesa 23% e Clipper 14%. Já no Chile, Vestas detém 57%, Acciona 30%, Dewind 10% e Siemens 2%.
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Mensuração do comportamento luz fraca
O principal objetivo dessa medida é obter informações sobre o comportamento específico de um módulo solar em condições de irradiação diferentes.
O processo de medição
Quando determing comportamento luz fraca, a curva de um módulo fotovoltaico de tensão corrente é medida com um simulador solar. A medição ocorre a uma temperatura de célula / módulo homogénea de 25 ° C e uma massa de ar de 1,5. Ao contrário de medições de potência, que usam uma irradiação de 1000 W / m², a irradiação do simulador solar é aumentado de 100 W / m² para 700 W / m² em passos predeterminados.
Os resultados da medição e sua documentação
Os resultados das medições refletem parâmetros elétricos do módulo em uma irradiação de 100 W / m², 200 W / m², 400 W / m² e 700 W / m². A representaiton gráfico e tabular os dados são fornecidos como um relatório de ensaio.
Quem pode tirar vantagem desta oferta?
Comportamento fraco Um módulo solar de luz é um importante critério de selecção no planejamento de um sistema fotovoltaico. Assim, esta medição é destinado a planificadores, planejadores do sistema , bem como instaladores .
Além disso, este teste é naturalmente do interesse de institutos de pesquisa , bem como dedicados operadores do sistema , uma vez que lhes proporciona a oportunidade de obter informações sobre o comportamento do seu módulo solar de luz específica fraco com a ajuda de medições em laboratório.
Você tem dúvidas sobre este serviço? - Basta dar-nos uma chamada!
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13:06:00
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PRÉDIOS VERDES GANHAM ESPAÇO NOS CANTEIROS
De olho em uma postura politicamente correta mediante às questões ambientais, as construções “ecologicamente sustentáveis” começam a ganhar corpo entre as obras brasileiras.
Entre as alternativas estão o reúso de águas da chuva, pia e chuveiro, tecnologias de aquecimento e geração de energia, tratamento de lixo e utilização de materiais ecologicamente corretos nas construções a economia, que pode chegar a 30% em alguns casos, motiva construtoras, principalmente, do setor comercial.
De acordo com uma pesquisa recente do Sebrae, o número de empreendimentos que possuem selos verdes no Brasil ainda é pequena, mas a busca por soluções sustentáveis é cada vez mais comum entre as empresas do setor.
“Ao contrário do que se pensa, nem sempre as soluções são muito mais caras do que as
tradicionais, é uma questão de levar a opção à incorporadora e disseminar esse conceito”, afirmou Natalia Buscarino, da consultoria EcoVerde, de Minas Gerais.
Exemplo disso, o engenheiro da Construtora EPO, Guilherme Santos afirmou que a empresa começou a atuar com pequenas ações, que trouxeram grandes reduções de custo para a empresa. “Em um prédio que tem janelas amplas, de vidro, não há necessidade de acender as luzes antes das 18h. O aquecimento solar também é uma alternativa” diz.
Ano passado a empresa também criou o Programa Desperdício Zero (PDZ). A coordenadora de Comunicação e Marketing, Carolina Lara, explica que há um acompanhamento da geração de resíduos para minimizar o desperdício e realizar o descarte adequado. “As sobras de madeira são reaproveitadas em outras obras ou vendidas para empresas que precisam de lenha. Enfatizamos muito a conscientização ambiental dos funcionários e, além de promovermos treinamentos constantes, nós revertemos a renda do que arrecadamos com as sobras vendidas em churrascos e cafés da manhã, para estimular essa consciência”, diz Carolina.
Na Construtora Líder, a prioridade é para materiais certificados, da matéria-prima ao acabamento. Os condomínios contam também com sistemas inteligentes de água e energia, aquecimento solar e coleta seletiva de lixo. “O consumidor final valoriza isso”, diz o superintendente-técnico, Henrique Álvares de Lima e Silva.
O vice-presidente de Materiais, Tecnologia e Meio Ambiente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), Geraldo Jardim Linhares Júnior, diz que esses recursos serão cada vez mais comum nas obras. Ele lembra que, há 20 anos, os índices de desperdício giraram em torno de 30% do custo da obra e, hoje, estão entre 5% e 6%.
Para o coordenador Técnico do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), Wellington Guimarães de Freitas diz que não existe uma construção autossustentável e, sim, construções mais sustentáveis que outras.
“Algumas fazem reúso de água da chuva, pia e chuveiro, aproveitam a energia solar, mas para a autossustentabilidade por completo é preciso avançar muito”, diz.
O executivo explica ainda que Goiás está muito acima da média de outros estados brasileiros no quesito obras sustentáveis, mas ainda está atrás de estados como São Paulo e Rio de Janeiro. “Esses estados estão concorrendo em quantidade de certificações com países da Europa, eles estão um pouco à frente”, disse.
Para Viane Guirao, pesquisadora da Consultoria ITC, as construções verdes estão ganhando mais espaço. “É notório este crescimento, em todos os segmentos há mais preocupação com as questões ambientais”, diz.
Para o diretor da Loft Construtora Gustavo Veras, os equipamentos de tecnologia sustentável inserido em um dos empreendimentos do grupo resultaram em custos 3% mais alto do que o comum no custo total, mas o custo-beneficio é alto. “Temos o apelo ambiental e o cliente sabendo que economizará energia ou água, então o retorno é certo, por isso o valor a mais não é atribuído ao preço do imóvel “, disse.
O condomínio aproveita água da chuva e reaproveita águas cinzas (de pia de banheiro e chuveiro) que passam por uma estação de tratamento no subsolo e são usadas para irrigar os jardins do prédio, além de lavagem de piso.
Procura cresce
No Rio de Janeiro, os recentes investimentos para a Copa do Mundo e Olimpíadas, somados aos investimentos estrangeiros resultaram em mais preocupação com o meio ambiente, de acordo com números da consultoria Cushman & Wakefield, em apenas dois anos 40% dos novos prédios comerciais do Rio deverão ser considerados “verdes”.
A previsão da consultoria vai até 2013 e maioria dos novos edifícios ficará na região do centro. Hoje, 2,5% dos prédios comerciais da cidade são classificados como verdes.
Prova disso é que crescem os pedidos de certificações de sustentabilidade no País. Só do selo Leed (sigla em inglês para Leadership in Energy and Environmental Design), o aumento em 2011 foi de 140% em relação ao ano anterior, o que fez com que o país subisse do quinto para o quarto lugar no ranking dos países com mais edificações em certificação (429, no final do ano passado). Organização responsável pelo selo, o Green Building Council (GBC) faz o ranking nos 131 países em que está presente. À frente do Brasil, apenas Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos.
De qualquer forma, a tendência é clara. O selo Aqua, da Fundação Vanzolini, é outro que apresenta crescimento. Líder no número de certificações concedidas no País (50 até o fim de 2011, o dobro de 2010), o Aqua começou em 2008 analisando apenas prédios comerciais. Em 2010, lançou o selo para projetos habitacionais. Em 15 meses, foram certificados 13 prédios residenciais e um condomínio com 80 casas, quase todos no Estado de São Paulo.
De acordo com a Fundação, há propostas para outros seis empreendimentos. “Esperamos fechar 2012 com ao menos 90 empreendimentos certificados no País”, diz Bruno Casagrande, executivo de Negócios da Fundação Vanzolini.
Fonte: DCI
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13:04:00
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Imagens termográficas sobre carga
O calor emitido por um gerador de energia solar pode ser capturada com uma câmera termográfica. Fluctutions temperatura interior de um módulo de PV são em muitos casos, um sinal de um problema ou defeito.
Deficiências detectadas com exames de imagem termográfica variam muito. Eles incluem defeitos de componentes eléctricos, como díodos de derivação e caixas de junção assim como falhas mecânicas como delaminação ou ruptura das células. Termografia também ajuda a localizar problemas com pontos de solda, que podem eventualmente causar problemas no longo prazo.
Câmeras termográficas tomar imagens em infravermelho como uma câmera digital tem imagens visíveis. Essencialmente, a câmara transates comprimentos de onda a partir da specturm infravermelha em comprimentos de onda visíveis: como a cor. Cada cor é definida de modo que ela reflete uma determinada temperatura.
O processo de medição
Ao tirar imagens termográficas, o módulo é alimentado com corrente, o que faz com que o módulo e / ou células para aquecer. Este aquecimento também ocorre durante a operação normal, quando instalado, como parte de um gerador de energia solar - que é quando a produção de electricidade a partir de irradiação solar. A temperatura do módulo é então capturado com uma câmara termográfica, que tem uma resolução da câmara de 1,23 megapixels (1,280 x 960 pixels). A imagem resultante termográfica pode ser usado para detectar áreas danificadas nas células solares que não produzem corrente devido a defeitos, os quais, em seguida, aquecer devido à corrente a partir das secções de células activas. Isso pode danificar as células, ou mesmo destruir um módulo inteiro.
Defeitos e sua documentação
Termografia torna possível revelar electical, a instalação, os erros e de processamento e defeitos. Ele fornece informações rápidas e simples sobre a verdadeira qualidade de um módulo solar e eventuais riscos futuros. Desde imagens termográficas são geralmente aceitos por fabricantes e atacadistas como prova de um defeito, este serviço pode ajudar a solucionar as reivindicações de garantia rapidamente.
Defeitos que podem ser detectados com imagins termográficas incluem:
Um circuito de pilha solar curto
Inativos seções celulares
Umidade
Falha de solda
Seqüências defeituosas ou diodos de bypass
Quem pode tirar vantagem desta oferta?
Primeiro de tudo, um serviço de imagem termográfica é de interesse para os vendedores e instaladores que querem garantir a qualidade dos módulos recebidos como parte de seu controle de entrega.
Naturalmente, este serviço também é destinado a operadores de sistemas que desejam obter um senso de qualidade antes da instalação do módulo, seja devido à curiosidade geral ou suspeita de um defeito de concreto.
É ideal para as companhias de seguros que têm dificuldade em muitos casos para avaliar diretamente a extensão dos danos a um sistema de segurado.
Institutos de pesquisa e fabricantes sempre pode solicitar este serviço.
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Como usar Energia Eólica em Casa - Aerogerador Residencial Skystream Grid TIe
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Energia Fotovoltaica
O que é energia fotovoltaica?
É a eletricidade gerada a partir da luz do sol. Para tanto, é necessário possuir painéis fotovoltaicos, compostos de materiais semicondutores (o principal é o silício). Estes semicondutores também são chamados de “células solares”. Ao receber raios solares, os painéis de semicondutores convertem a energia dos fótons em energia dos elétrons do material, em um efeito conhecido como fotoelétrico. O movimento dos elétrons é o que gera corrente elétrica.
Qual a diferença entre energia fotovoltaica e as demais energias solares?
Existem, basicamente, dois usos dos raios solares como fonte de energia: o térmico e o elétrico. O primeiro pode ser feito de forma passiva, através de técnicas modernas de arquitetura e construção que permitem maior iluminação natural aos ambientes, ou com o auxílio de coletores ou concentradores solares – nestes casos, porém, a função da energia gerada é basicamente aquecer a água.
Já a conversão da energia solar em elétrica pode ocorrer por processo termoelétrico ou fotoelétrico. O termoelétrico é conseguido através da junção de dois materiais semicondutores que, quando aquecidos pelo sol, provocam uma diferença de potencial entre as extremidades, gerando corrente elétrica; mas seu rendimento é baixo e o custo do material, muito elevado, o que inviabiliza o uso comercial. O processo fotoelétrico, por sua vez, converte os fótons contidos na luz solar em energia elétrica, através do uso dos painéis fotovoltaicos, formados por células solares.
Quais as vantagens econômicas da energia fotovoltaica?
À parte do investimento inicial, com compra e instalação do equipamento, a energia elétrica gerada pelo sistema fotovoltaico não tem outros custos, dado que os painéis demandam pouca manutenção. Com a evolução tecnológica, o prazo de retorno deste investimento inicial está cada vez menor.
Além disso, tal energia é autossuficiente e, portanto, mais segura em termos de abastecimento, principalmente para os consumidores corporativos, para quem a falta de energia pode significar perdas de produção. A energia fotovoltaica também é a solução mais barata para a eletrificação de grandes propriedades rurais formadas por sistemas elétricos dispersos. Outro uso bastante viável, principalmente para a iniciativa pública, é a eletrificação de comunidades remotas.
Quais as vantagens ambientais da energia fotovoltaica?
A interação entre o silício e a luz solar, que gera a energia fotovoltaica, não produz resíduos. Por isso, ela é considerada uma fonte de energia limpa ou ecológica. Além disso, a radiação solar é abundante e inesgotável, com grande potencial de utilização, enquanto o silício, principal semicondutor utilizado nos painéis fotovoltaicos, é o segundo elemento mais encontrado na superfície terrestre. Ou seja: é uma solução energética sustentável.
Quais as desvantagens da energia fotovoltaica?
Atualmente, o custo para se montar um sistema fotovoltaico é maior que o de um convencional. Mesmo assim, é um investimento que se paga no médio prazo, já que não há conta mensal de luz. Além disso, a durabilidade dos materiais (de 15 a 30 anos) vale o investimento. Outra boa notícia é que, com o desenvolvimento e a disseminação da tecnologia, os custos têm caído ano a ano.
O que é preciso para a instalação de painéis fotovoltaicos?
Para maior eficiência do sistema, os painéis fotovoltaicos devem ser instalados em posição e altura determinadas de acordo com a localização da construção. Além disso, é necessário calcular a quantidade de energia demandada e a radiação solar recebida a fim de definir o modelo e o tamanho dos painéis. A instalação requer, ainda, inversores (para transformar a corrente elétrica direta em alternada) e baterias (no caso dos sistemas off-grid, em que é preciso armazenar a energia gerada ao longo do dia).
Com energia solar fotovoltaica, é possível utilizar todos os aparelhos elétricos comuns?
Sim, a energia solar fotovoltaica tem os mesmos usos que a energia elétrica convencional. No entanto, é necessário um projeto de instalação de painéis condizente com a demanda e a finalidade de consumo.
Ter uma “usina” fotovoltaica no telhado de casa é barulhento?
No sistema fotovoltaico, a energia elétrica não é gerada a partir de movimentos mecânicos. É a interação entre o silício cristalino e a luz solar que gera a liberação de elétrons para a corrente elétrica, e este processo é silencioso.
A transformação da luz do sol em energia elétrica deixa resíduos?
Não. Por isto, a energia solar fotovoltaica é considerada uma energia limpa.
Se a obtenção de energia fotovoltaica depende do sol, há o risco de apagão nos dias nublados? E à noite?
A eficiência do sistema solar fotovoltaico depende, sim, da quantidade de luz recebida. Porém, mesmo em dias nublados há radiação mais do que suficiente para a geração de energia. Além disso, em localidades com condições climáticas piores, o sistema pode ser potencializado aumentando-se a superfície de contato (com painéis fotovoltaicos maiores). No Brasil, todas as regiões apresentam ótimas condições climáticas.
Como a energia produzida durante o dia fica armazenada em baterias, o abastecimento de energia é garantido também durante a noite.
A energia do sol é renovável, mas o silício não pode acabar?
O silício, principal matéria-prima utilizada na fabricação de painéis fotovoltaicos, é o segundo elemento químico mais abundante na Terra, atrás somente do oxigênio.
O que são sistemas fotovoltaicos off-grid e on-grid?
O sistema solar fotovoltaico chamado off-grid é aquele que não está conectado à rede elétrica convencional. Pode abastecer locais remotos, como propriedades rurais e embarcações, e equipamentos isolados, como radares de autoestradas. Atualmente, é o mais utilizado no Brasil.
Já o on-grid é o sistema solar fotovoltaico conectado à rede elétrica. Ele pode abastecer edificações completas ou apenas algumas de suas instalações – por exemplo, câmeras domésticas de segurança. Em muitos países onde o sistema on-grid é amplamente utilizado, como Alemanha e Espanha, é possível que o proprietário venda o excedente da eletricidade produzida por seu sistema fotovoltaico para a concessionária de energia, o que gera ainda mais economia.
Qual é a situação atual da energia fotovoltaica no Brasil?
No Brasil, o potencial de energia fotovoltaica é imenso, dados seus altos índices de radiação solar. Atualmente, os governos e as concessionárias de serviços públicos são os principais investidores, utilizando painéis fotovoltaicos em sinalização e fiscalização rodoviárias, iluminação pública, telecomunicações e outros. O projeto federal Luz Para Todos, que visa levar energia elétrica para comunidades isoladas e carentes, também faz amplo uso da energia fotovoltaica.
No entanto, os sistemas fotovoltaicos on-grid ainda são uma grande novidade. Os dois principais obstáculos têm sido o custo de compra e instalação dos painéis e a falta de uma política oficial de subsídios. O primeiro já está sendo ultrapassado graças ao avanço da tecnologia, que tem reduzido o custo e aumentado a eficiência dos painéis fotovoltaicos. Já o segundo depende da vontade política dos governantes e da conscientização da sociedade, o principal fator de pressão junto ao poder público.
As perspectivas do setor no Brasil, porém, são otimistas, e espera-se que em breve o país conte com legislação que defina incentivos à instalação de sistemas fotovoltaicos residenciais e comerciais, assim como à venda de energia fotovoltaica à rede elétrica por parte dos usuários.
Fontes: Suntech Power, Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e Universidade Federal de Santa Catarina.
Quando posso instalar painéis fotovoltaicos?
Podem-se usar painéis fotovoltaicos para suprir eletricidade para praticamente qualquer carga em qualquer região do Brasil, mas eles se tornam viáveis economicamente apenas para pequenas cargas. Por isso eles são mais usados em residências rurais distantes das redes elétricas, estações de telecomunicação em morros, bombeamento d’água em locais sem energia, na sinalização de estradas, em barcos e em um sem número de aplicações onde o consumo de energia é baixo e torna-se difícil levar uma rede elétrica da concessionária.
Quando é viável instalar módulos fotovoltaicos?
Com o único objetivo de economizar em sua conta de energia não compensa, já que o investimento realizado. Para você reduzir 50 kWh/mês (ou cerca de R$30,00/mês conforme a tarifa) de sua conta você precisará investir cerca de R$45.000,00. Entretanto se o objetivo é contar com uma fonte geradora de energia renovável e limpa em sua casa você poderá instalar um sistema menor para atendimento a algumas cargas, ou em caso de indisponibilidade de outras fontes de energia, ou em áreas isoladas, a instalação torna-se viável.
Quais são as limitações dos painéis fotovoltaicos?
A energia solar é gratuita, mas os painéis fotovoltaicos e as baterias ainda são relativamente caros. E quanto mais energia se gasta, maior deve ser o número de painéis e baterias instalados, e maiores o investimento inicial. Por isso é preciso usar eficientemente a energia gerada. Não se devem utilizar lâmpadas incandescentes, somente lâmpadas fluorescentes e de LED´s de maior eficiência. Aquecer água, só com o aquecedor solar, que é outro equipamento completamente diferente.
Ferros elétricos, chuveiros, secadores, motores grandes não devem ser ligados ao gerador. O sol não brilha todo o tempo, existe o ciclo natural do dia e da noite, existem os períodos chuvosos ou nublados. Por isso é necessário armazenar a energia gerada durante os períodos ensolarados em baterias elétricas, para usá-la nos períodos sem ou com pouca insolação.
Como saber o tamanho do sistema ideal para minha aplicação?
De cada aparelho que for alimentado pelo sistema é preciso saber sua potência em Watt e quantas horas ele ficará ligado em média por dia. O produto da potência em Watt pelo número de horas, terá o consumo em Watt x hora x dia de cada um o somatório de todos estes consumos e terá o consumo total.
Além disso é necessário saber a exata localização de onde serão instalados os painéis, uma vez que a insolação varia de região para região levando em conta a posição geográfica e o volume das chuvas.
Posso ter energia convencional e painéis sem baterias e conectados à rede elétrica da concessionária de energia?
Este tipo de sistema é viável economicamente quando o governo edita uma legislação especifica e proporciona diversos incentivos fiscais e econômicos. No Brasil esta legislação ainda está em estudos e discussões.Os painéis fotovoltaicos conectados diretamente a rede elétrica são muito comuns em diversos países mas não ainda no Brasil onde são instalados principalmente em universidades e centros de pesquisas para fins experimentais e de demonstração.
Sustentabilidade Energética Solar e Eólica
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10:23:00
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Philips e Basf criam painel solar para carros 26 de Janeiro de 2012 -
Um painel solar automotivo está sendo desenvolvido pelas empresas Philips e Basf. O produto funciona como um teto solar transparente durante o dia enquanto capta luz solar que se transforma em energia. A energia é armazenada e pode ser usada à noite para iluminar o interior do veículo. Assim como acontece nos demais carro a iluminação é acionada ao abrir a porta ou por meio de um botão.
Felix Gorth, líder do projeto comenta que o motorista poderá desfrutar de uma sensação única de um espaço aberto ao mesmo tempo em que gera energia.
Com design arrojado o painel estará disponível no carro conceito Smart For Vision, da Daimler. Mas pode ser utilizado em qualquer modelo de veículo e até outros ambientes, para substituição das lâmpadas usuais.
Em entrevista ao Daily Mail o gerente geral de OLED da Philips, Dietirch Bertram se mostrou empolgado: “Esse projeto evidencia novas
possibilidades com OLEDs e ilustra o potencial da tecnologia Lumiblade da Philips para ajudar a criar aplicações de iluminação inovadoras que melhoram a vida das pessoas“
Ainda não há previsão sobre o lançamento do produto, mas espera-se que a indústria automobilística se interesse pela novidade.
Postado por Júlia Fontana
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10:11:00
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domingo, 22 de janeiro de 2012
Pituaçú será o primeiro estádio solar da América latina
Estádio de Pituaçú, em Salvador, será equipado com painéis solares com capacidade para produzir até
630 MWh ao ano. O projeto vai proporcionar uma economia de aproximadamente R$
120 mil/ ano que seriam gastos com energia elétrica. Além de atender à demanda
de operação do estádio, a energia solar irá gerar um excedente de 270 WWh/ ano,
que será usado para compensar o consumo de energia do centro administrativo da Secretaria do Trabalho,
Emprego, Renda e Esporte da Bahia.
A obra tem orçamento de R$ 5,5 milhões, dois quais R$ 3,8 virão da
Coelba e R$ 1,7 milhão do Governo do Estado do Bahia. E conta com apoio técnico
do Instituto Ideal e da coordenação da Universidade Federal de Santa Catarina e
Programa de Energia do Governo Alemão (GIZ).
Os módulos fotovoltaicos serão instalados nas arquibancadas e estacionamento.
Adicionalmente, o projeto prevê a instalação de 160 projetores com lâmpadas em
plasma de potência nominal total de cerca de 435 kw.
Segundo a Coelba, este será o primeiro estádio solar da América Latina.
Fonte: Estadão
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11:42:00
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Maracanã vai produzir energia limpa a partir de 2013
O Maracanã está em reforma para a Copa do Mundo de 2014, mas no início do ano que vem, já deverá estar produzindo energia limpa.
Serão instalados painéis solares em uma área de 2,5 mil m² sobre o anel de compressão, que suportará a nova cobertura de lona tensionada do estádio. Através deste sistema o teto do Maracanã será capaz de gerar 670 mil kWh por ano, o equivalente ao consumo de 240 residências no mesmo período. E evitar que mais de 2,5 mil toneladas de gás carbônico sejam jogadas na atmosfera.
O sistema será custeado pela Light e pela EDF (Electricité de France), empresas que firmaram parceria com o Governo do Estado para a implantação do projeto e investiram cerca de R$ 6 milhões. Durante os primeiros cinco ou seis anos, o estádio funcionará como uma grande usina, e as duas empresas vão vender no mercado a energia produzida. Só depois de recuperarem o valor investido, a usina será transferida para o Estado, que poderá continuar vendendo esta energia no mercado ou utilizá-la em imóveis estaduais, explica o Secretário da Casa Civil, Regis Fichtner.
O diretor de energia da Light, Evandro Vasconcelos, esclarece que a energia gerada no Maracanã será utilizada para abastecer a cidade. “O maior consumo do estádio é durante a noite, em dias de jogos, e não no momento em que o sistema vai produzir mais energia, durante o dia. Por isso, ele vai gerar energia e injetá-la na rede e, à noite, ele a pega de volta da rede”.
O projeto ainda poderá ser expandido para o Maracanãzinho, o Parque Aquático Júlio de Lamare e o Estádio de Atletismo Célio de Barros. E assim, produziria quatro vezes mais energia que o Maracanã sozinho.
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11:38:00
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sábado, 21 de janeiro de 2012
Aquecimento Solar Ganha Novo Status no Bras
Revista Finestra
De acordo com a Profa. Elizabeth Marques Duarte o setor de aquecimento solar está deslanchando e uma das grandes novidades é o ar condicionado solar.
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21:08:00
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domingo, 8 de janeiro de 2012
Google investe mais US$94 milhões em energia solar 03 de Janeiro de 2012 -
O Google anunciou mais um grande investimento em energia solar fotovoltaica. Desta vez, 94 milhões de dólares serão destinados a aquisição de quatro projetos atualmente em construção em Sacramento, no estado da Califórnia.
“O investimento representa nosso primeiro investimento em plantas de larga escala nos Estados Unidos, que fornecerão energia elétrica diretamente para a distribuidora, ao invés de projetos individuais em telhados de residências. A capacidade total de geração das plantas é de 88MW, equivalente a toda energia consumida por mais de 13.000 residências”, disse o Google em seu blog oficial.
A gigante da internet disse que este novo investimento leva a 915 milhões de dólares o total já investido em energias alternativas. Em 2011, estes investimentos ajudaram mais de 10 mil residências a instalarem energia fotovoltaica em seus telhados.
A energia produzida por estas plantas serão fornecidas para a Sacramento Municipal Utility District, distribuidora de energia elétrica na região.
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22:20:00
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Energia Solar: Como Funciona? – O Efeito Fotovoltaico 23 de Dezembro de 2011 -
O efeito fotovoltaico foi observado pela primeira vez pelo físico francês Alexandre Edmond Becquerel em 1839 (utilizando o primeiro componente eletrônico da história), e confundido com o efeito fotoelétrico. O efeito fotoelétrico foi confirmado por Heinrich Hertz em 1887 (recebendo também o nome de efeito Hertz, que não é muito utilizado), e posteriormente explicado por Albert Einstein, em 1905.
O efeito fotoelétrico é a emissão de elétrons por um material, geralmente métálico, quando exposto à radiação eletromagnética de frequência alta o suficiente para que os seus fótons energizem os elétrons do material. Essa frequência depende do material.
O efeito fotovoltaico é o surgimento de uma tensão elétrica em um material semicondutor, quando é exposto à luz visível. Os dois efeitos estão relacionados, mas são processos diferentes.
Para entender como funciona o efeito fotovoltaico, devemos conhecer o modelo atômico, que demonstra o comportamento das partículas que compõem um átomo. Mas para simplificar o que precisamos aqui, é necessário saber que os semicondutores tem a banda de valência completamente cheia e a banda de condução vazia, mas o band-gap dos semicondutores é de 1 eV (elétron-volt). Isso faz com que um semicondutor se comporte como um isolante a zero Kelvin mas, com o aumento da temperatura, começam a conduzir eletricidade, agindo como um condutor. Por isso o nome: semicondutor.
Ao receber fótons de radiação eletromagnética com frequência dentro do espectro da luz visível, os elétrons da banda de valência podem saltar pra banda de condução, produzindo uma corrente elétrica no interior da estrutura cristalina do semicondutor. Quando um elétron deixa o seu lugar de origem, fica um buraco que é preenchido por outro elétron, pelo efeito da recombinação. Essa recombinação de elétrons faz com que o cristal fique eletricamente neutro. Um semicondutor puro, que não tem impurezas é chamado de intrínseco.
Para que seja possível aproveitar essa corrente elétrica do interior de um semicondutor intrínseco, é necessário perturbar a sua formação cristalina. Isso é feito adicionando-se elementos químicos que atrapalharão a ligação atômica do semicondutor. Esse processo se chama dopagem. Para exemplificar, vamos detalhar o processo de dopagem do semicondutor de silício:
O silício possui quatro elétrons de valência e necessita de mais quatro átomos vizinhos para formar uma ligação covalente. Se inserirmos um elemento de 5 elétrons de valência (ex.: fósforo ou arsênio) o quinto elétron ficará fracamente ligado ao átomo de origem e, quando o semicondutor estiver à temperatura ambiente, esse elétron ficará livre, fazendo com que o cristal de silício dopado com esse material fique negativamente carregado. Esse é um semicondutor do Tipo N.
Se ao silício for adicionado um dopante com 3 elétrons de valência, ficará faltando um elétron na estrutura cristalina. Em temperatura ambiente, com a liberação de elétrons, o semicondutor ficará positivamente carregado se tornando um semicondutor do Tipo P.
Para formar uma célula fotovoltaica (ou um diodo) são unidos os dois tipos de semicondutor. Não área da união, chamada de Junção-PN, os elétrons livres do semicondutor tipo N migrarão para o semicondutor tipo P para ocuparem esses espaços. Essa migração não ocorre indefinidamente, pois forma-se um campo elétrico na área de junção que impede que os elétrons continuem fluindo.
Ao receberem fótons de luz visível os elétrons são energizados, mas não conseguem fluir da camada N para a camada P. Se ligarmos as duas camadas externamente, podemos aproveitar a corrente elétrica que se forma na passagem dos elétrons de uma camada para outra. É assim que funciona uma célula fotovoltaica.
Célula Fotovoltaica de Silício Cristalizado
A clássica célula fotovoltaica (solar) é composta de uma lâmina de silício purificado dopada, ao mesmo tempo, com boro e fósforo. A parte dopada com fósforo, do tipo-N, fica exposta ao sol. A parte dopada com boro, do tipo-P, fica na parte inferior da célula, e é maior que o tipo-N. São colocados contatos frontais e traseiros, sendo que os contatos frontais, sobre a parte tipo-N, causam sombra e reflexão, diminuindo a eficiência da célula. Seria teoricamente possível diminuir as perdas por reflexão, diminuindo a quantidade de contatos frontais mas, quanto menos condutores para captar os elétrons liberados pelo efeito fotovoltaico, mais elétrons serão recombinados nos átomos de silício, após perderem a energia adquirida que é transformada em calor, fazendo com que a célula seja ainda mais ineficiente. Temos então uma relação de máxima eficiência, quando a célula tem o máximo possível de contatos frontais, mas ter a menor área possível.
As células fotovoltaicas de silício cristalizado absorvem a radiação solar em uma faixa muito estreita do espectro da radiação. Fótons com energia superior à necessária (próximos à luz ultravioleta, com frequência mais alta) concedem energia em excesso, que será transformada em calor. Fótons com energia inferior à necessária (próximos à luz infra-vermelha, com frequência mais baixa) não concedem energia suficiente para a liberação do elétrons de sua orbita, e essa energia é convertida em calor. Mesmo dentro da faixa aproveitável, apenas uma parte dos fótons têm a energia correta para o efeito e os fótons com mais energia contribuem com mair geração de calor. Com o calor as células fotovoltaicas de silício cristalino perdem eficiência, pois a tensão da célula cai, e portanto a potência que essa pode gerar cai também.
Na área da junção-PN há um gradiente elétrico que contribui para aumentar as perdas na conversão fotovoltaica. Durante a fabricação de um módulo fotovoltaico, a conexão das células fotovoltaicas em série também aumentam as perdas, pois a resistência entre as ligações é somada.
No fim das contas, temos o percentual da radiação solar que é aproveitada pelas células fotovoltaicas na tabela abaixo. Os fabricantes trabalham em técnicas de produção aprimoradas que visam diminuir as perdas individuais e coletivas das células, para alcançar a máxima eficiência, que hoje já está em torno de 14%.
É importante não confundir a eficiência das células fotovoltaicas com a eficiência dos módulos fotovoltaicos. Estes têm sua eficiência baseada na sua área total e na potência-pico que conseguem fornecer. A eficiência da célula fotovoltaica determina as dimensões de um módulo fotovoltaico de potência-pico definida, sendo que quanto maior é a eficiência, menor será o tamanho do módulo.
Células fotovoltaicas de diferentes processos (Silício Amorfo, CIS/CIGS, CdTe) possuem eficiências diferentes, e trabalham espectros diferentes da radiação solar, além de terem comportamentos diferentes com aumento da temperatura, fazendo com que sejam apropriadas a determinados tipos de instalações fotovoltaicas. Mas isso é assunto para outro artigo.Postado por Ronilson di Souza
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às
21:54:00
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DIMMER Com controle remoto para Lâmpadas Leds
Características:
. Dimmer remoto para luzes LED
. 12V
. Max 6A
. 5V/6V/12V/24V disponíveis
Aplicação:
. luz de controle de leve e forte
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às
11:48:00
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sábado, 7 de janeiro de 2012
Transformando vento em energia ( GE Reports Brasil)
Transformando vento em energia
No post de hoje explicaremos como nossos aerogeradores transformam o vento em energia elétrica. Esse tipo de produto tem ganhado cada vez mais espaço no mercado brasileiro, principalmente por trazer menos impacto ao meio ambiente. Isso porque o combustivel que move a turbina eólica e o vento, que gera eletricidade sem emissão de poluentes nem residos, contribuindo para a diminuição da emissão de gases que agravam o efeito estufa.
Atuante neste mercado em 21 paises, a GE possui mais de 16.300 unidades instaladas, 277 milhões de horas de funcionamento, 163 mil GWh de energia gerada e equipamentos com capacidade de 1.5 a 4.1 MW, que produzem 25% da eletricidade mundial. No Brasil, já¡ foram montados 62 aerogeradores â também chamados de Wind Turbines Generators (WTG) â apenas em 2011, sendo que a montagem do primeiro aconteceu no dia 3 de outubro. A previsão para os dois anos que a GE forneça aproximadamente 700 turbinas de energia elétrica das linhas 1.5 MW e 1.6 MW.
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12:07:00
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domingo, 25 de dezembro de 2011
Sustentabilidade Cidade ecológica Nº EDIÇÃO: 742 | 22.DEZ.11 - 19:10 | Atualizado em 22.Dez.11 - 19:10
Sem fazer muito alarde, o Brasil começa a seguir os passos de outros países da Europa e da Ásia que apostam em cidades verdes.
por Rosenildo Gomes Ferreira
Sem fazer muito alarde, o Brasil começa a seguir os passos de outros países da Europa e da Ásia que apostam em cidades verdes. Um dos projetos que estão em fase avançada de implantação é o Bairro Pedra Branca, situado em Palhoça, cidade da região metropolitana de Florianópolis. Iniciado em 2000, o empreendimento dará seu maior salto no período 2012-2013, quando serão entregues o shopping center ao ar livre e os 17 edifícios residenciais e comerciais que compõem o coração do bairro. Um deles abrigará uma filial do hospital suíço Clinique Des Grangettes, orçado em US$ 60 milhões. O local foi idealizado pelo empresário catarinense Valério Gomes, dono do terreno, para funcionar no conceito trabalho-moradia-lazer-estudo. “Pedra Branca nasce com a pretensão de ser o primeiro bairro-cidade de emissão zero de carbono no Brasil”, diz Gomes. Conheça mais detalhes do projeto.
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23:14:00
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